Não Liquidou Porto Alegre !!!

Catarina
O furacão Catarina não chegou aqui até agora. Apesar de ter causado estragos em Santa Catarina e Torres, em Porto Alegre nada aconteceu, além de um ventinho insistente que ficou zumbindo a noite toda na minha janela me fazendo perder o sono com medo do furacão.
Acho que vou alugar o DVD do Twister para assistir hoje de tarde…


Atualização do site TERRA
Domingo, 28 de março de 2004, 08h14 Atualizada às 10h32
Catarina causa estragos em SC e provoca 2 mortes
O ciclone “Catarina” já está todo dentro de Santa Catarina e começa a perder forças. Foram muitos os estragos registrados no Estado, especialmente ao longo da BR-101. Houve duas mortes, sendo uma delas a de uma criança em Torres, no litoral Norte do Rio Grande do Sul. Mais de 95 pessoas ficaram desabrigadas, cerca de 1,2 mil estão desalojadas e 20 mil residências foram destruídas. Sete pescadores estão desaparecidos no litoral catarinense. Os ventos devem chegar ao Rio de Janeiro.
Ao longo da madrugada, ventos de até 150 km/h atingiram a divisa dos Estados, desde Laguna (SC) até Torres (RS). Vinte municípios da região sul catarinense foram atingidos. Os mais castigados são Maracajá, Meleiro, Turvo, Meleiro, Araranguá, Arroio do Silva, Sombrio, Imbé do Sul e Ermo. O ciclone também passou pelo município de São Joaquim, na região do planalto serrano, onde causou problemas.
A cidade catarinense de Criciúma foi uma das mais atingidas. Conforme informações do JB Online, cerca de 1,2 mil pessoas ficaram desalojadas. A Defesa Civil está com dificuldade para abrigá-las. Mais de 100 casas foram destelhadas e 20 caíram. Em toda a região, 20 mil residências foram atingidas.
A Defesa Civil, que ainda faz o levantamento de dados sobre os estragos, informou que escolas e igrejas deverão abrigar a população atingida. A Base Aérea colocou seis aeronaves à disposição para o resgate e auxílio da população, mas estão impedidas de decolar em razão do forte vento que ainda atinge a região.
Na BR-101, em Santa Catarina, o ciclone causou a morte de um homem que estava dentro de um carro que foi atingido por uma árvore. Cerca de 50 árvores caíram entre Araranguá e Criciúma, no Estado catarinense. A BR-101 está interditada entre Sombrio e Criciúma. A rodovia deve ser evitada por motoristas.
Quatro barcos, com cerca de sete tripulantes cada, estão à deriva de 5 a 10 quilômetros da costa de Arroio do Sal, no litoral gaúcho. A Marinha brasileira está enviando um navio para a costa catarinense para ajudar nas buscas a cinco pescadores que desapareceram depois que seu barco afundou na área próxima ao Farol de Santa Marta, perto de Laguna.
Segundo informações da Defesa Civil, a segunda morte, de uma criança, ocorreu com o desabamento de uma casa em Torres, no litoral gaúcho. Integrantes da Defesa Cívil e soldados da Brigada Militar estão nas ruas da ciadade socorrendo os desabrigados. De acordo com a Rádio Gaúcha, todos os pontos das cidade foram atingidos e muitas casas de madeira foram completamente destruídas. Cerca de 350 pessoas foram descolacadas para escolas e abrigos. Falta luz e água e não há sinal de telefonia celular. Muitas moradias estão sem telefone fixo.
Ciclone perde forças
Segundo meteorologistas da Epagri/Climerh, o ciclone começa a perder forças, mas alertam que ainda pode causar ventos forte e chuvas no litoral Sul e Planalto Sul catarinenses e no Nordeste do Rio Grande do Sul.
O ciclone 1-T Alfa, ou “Catarina”, havia sido classificado pelo Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos como um furacão categoria 1 (com ventos entre 120 e 150 km/h), mas a classificação mudou devido à temperatura no centro.
Em alto-mar, o Catarina provocou ondas com picos de até cinco metros de altura. Ventos de até 90 km/h atingiram a região do Cabo de Santa Marta no início da noite do sábado, de acordo com a RBS TV. Nas praias do Sul, o ventos sopraram com velocidade máxima de 50 km/h, e as ondas alcançaram até três metros de altura na noite de ontem.
O ciclone tropical 1-T Alfa deve perder gradualmente intensidade ao longo deste fim de semana, mas o fenômeno necessita de constante acompanhamento devido ao seu potencial de mudanças meteorológicas e por se tratar de primeira ocorrência do tipo no Atlântico Sul. O ciclone extratropical é um tipo raro de tempestade, pois os ventos giram em sentido anti-horário.
Catarina chega ao RJ
O ciclone Catarina deverá atingir o litoral fluminense até Cabo Frio nos próximos dias. As ondas chegarão a três metros de altura e, em mar aberto, a quatro.

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