O passado não condiciona o futuro

O passado não condiciona o futuro: não é porque você se deu mal antes que você continuará assim.
O poder é a habilidade de agir.
A fórmula do sucesso parece com a do PDCA da Qualidade:
1- Plan: O que você quer?
2- Do: Decida e aja
3- Check: Verifique o que está obtendo
4- Corrective Action: Modifique o que está fazendo, caso seja necessário.
VIVA COM PAIXÃO!

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Marathon Full Report

Marathon Full Report – Exclusivo e sem cortes
Cheguei!!!
E ocorreu na manhã iluminada de hoje, a XXI Maratona e Rústica de Porto Alegre, além da Maratoninha e da prova especial para cadeirantes.
Nosso dublê de atleta, Vicente Rubino, começou a sonhar com a prova a partir da redução de seu perímetro abnominal, e a consequente diminuição de seu “índice arrôbico”. Depois que se lançou em busca do Santo Graal do Bolão do Emagrecimento, Rubino já se livrou de 15 “nada saudosos” quilinhos. Na verdade esse sonho remonta a tempo mui distantes, pois é já era uma meta de vida do jovem Rubininho completar uma maratona. Hoje ainda não foi o dia dessa meta, mas sem dúvida um passo rumo a essa linha de chegada.
As últimas semanas foram palco dos treinos preparatórios, amplamente cobertos pelo departamento maratonístico do blog MondoVR: http://mondoVR.reticencias.com.br. Com o desenvolvimento dos treinos, a possibilidade de cruzar a linha de chegada da rústica tornava-se cada vez mais um sonho que se poderia concretizar.
A decisão foi materializada com a inscrição para a prova. A Rústica é uma corrida de rua que ocorre na mesma data que a Maratona, porém possui apenas 10 km de extensão. Carimbei meu passaporte para Rústica.
O grande clima de festa de confraternização já reinava desde ontem, quando os kits para a prova foram distribuídos no Ginásio da Brigada. Milhares de corredores reunidos, todos com suas famílias, esposas e filhos estavam a percorrer as calçadas próximas aos ginásio, onde se instalara uma feirinha atlética, com incontáveis barraquinhas vendendo todas as quinquilharias tão necessárias no mundo esportivo: tênis especiais, roupas de tecido “dry-fit”, suplementos energéticos em gel, garrafas para água, etc, etc, etc. A Sônia ainda me acompanhava nessa hora.
Meu número foi o 1712. Junto no kit, estavam o chip para ser colocado no tênis, e assim permitir a cronometragem eletrônica e uma camiseta alusiva ao evento.
Todo esse material foi preparado na véspera. Mochila com duas Mooves abastecidas de água e Gatorade, gel energético sabor baunilha e chocolate, camiseta extra e abrigo esportivo. Além do BodyLink completo, com cinta toráxica, GPS e Data Recorder.
Assim, parlamentado, fui de lotação para a Festa. A largada para a Rústica ocorreria às 07:45hs e cheguei por lá às 07:15hs. Pude testemunhar a largada a Maratona Feminina. Muiiiiiiiito legal as gurias: elas estavam super excitadas (no bom sentido…) com a prova e ficavam dando gritinhos frenéticos no minuto antes da largada. Tinha uma corredora que parecia a Leonara, pelo menos o cabelo era igual.
Depois das gurias largarem eu teria 15 minutos para a minha largada. Fui até o local de guarda-objetos, me troquei ficando de camiseta regata sobre outra camiseta de manga longa, já que estava muito frio e shorts sobre a minha bermuda de lycra que evita minhas coxas ficarem roçando muito. GPS ligado, satélite rastreado, e lá fui eu para a largada.
Fiquei admirado com a quantidade de pessoas que largariam para a rústica: muiiiiiiita gente. Larguei bem atrás, e muito tempo se passou depois da largada até eu conseguir atingir o tapete que iniciava a cronometragem. Com esse novo sistema de chip não importa se você largou lá atrás ou em primeiro, pois o tempo é cronometrado apenas quando você cruza as linhas de saída e de chegada.
Saímos pela Goethe. Até a Dona Laura praticamente a multidão só andou, pois realmente não dava espaço para nada. Depois foi começando a abrir e peguei o ritmo que me acompanhou por todo o trajeto: 6 minutos por kilômetro. Já estava aquecido na subida do viaduto sobre a Protásio, e depois foi Silva Só até o MacDonalds da Ipiranga: uma barbada. Seguimos pela Princesa Isabel e pegamos a Azenha. A Azenha estava divida por uma cerca ao meio e quando eu estava indo, os “corredores de elite” já estavam voltando!!! Foi muito encorajador ver o pique da galera que já estava voltando quando eu ainda estava indo. Entramos à direita na Botafogo, passamos em frente de onde foi a formatura da SBDG, e por um instante tive saudades de toda a turma. Aí era o kilômetro 5, e havia um posto de água. Peguei um copinho d’água e bebi a metade. Estava, ufa, ofegante. Lembrei-me do gel de baunilha que estava no bolso do shorts: uhmmm, que delícia!!! Senti minhas energias redobradas e continuei no ritmo: ficava fazendo projeções – Se manter a média de 6min/km chego no fim em uma hora… Acompanhava a prova metro a metro via o BodyLink.
Os participantes merecem um destaque nesse report: em primeiro lugar pela enorme quantidade de mulheres. Todas bastante preparadas, e muitas me ultrapassando. Inclusive meu pelotão consistia de mim e mais quatro gurias que fomos juntos até o final. Quando já regressávamos pela Azenha, uma das últimas participantes (acho que era a última) era uma gordinha que caminhava alegremente dando tchauzinho a todos. Teve um participante com uma prótese na perna (uma perna de alumínio ou metal semelhante em aspecto) que eu não consegui ultrapassar!!! Que legal, não é, presenciar uma superação dessas… Haviam muitas pessoas de idade também, até uma de 88 anos.
A parte final da prova já se aproximava, e com ela vinha de novo a subida do viaduto da Protássio. Tive que diminuir bastante o ritmo, para 8min/km, pois já estava “sem pernas”, mas tive a convicção que iria conseguir chegar sem parar.
Quando apontamos na Goethe foi emocionante. As pessoas aplaudiam e incentivam. Eu, que por muitos anos acompanhei ao vivo a chegada da Maratona de Porto Alegre, sempre emocionado, desta vez estava lá, na pista, com passadas fortes e ritmadas rumo a linha de chegada.
Uma alegria indescritível tomou conta do meu ser quando cruzei a linha. Completei a prova em menos de uma hora: 57 min e 18 seg para ser mais preciso. Um sorriso largo, de lado a lado do rosto, as mãos para cima, e a façanha de ter terminado a minha primeira corrida. Uma chegada anônima na multidão, sem ninguém a gritar meu nome, sem um abraço diferenciado ou um simples “parabéns”. Mais para mim, uma chegada inesquecível, uma vitória na qual o único adversário era o meu receio de não conseguir estar ali.
Depois da chegada recebemos frutas, água, Gatorade, um certificado (em branco!!!) e a medalha de participação.
Fiquei ainda naquele ambiente entre os corredores e encontrei o meu amigo garçom, que infelizmente não chegou ao pódium, mas deve ter ficado entre os 50 primeiros (passou 40 na subida do viaduto, segundo ele…). Vi a largada e a chegada da maratoninha e a chegada dos vencedores da maratona na categoria masculina (Claudir Rodrigues) e feminina (Rosa Jussara Barbosa).
Peguei um táxi e voltei para casa. De alma lavada, tomei um bom banho revitalizante. Passei o resto do dia de pernas par ao ar, já que estou andando como se tivesse pernas de pau…

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Resultado da Rústica

VALEU !!!
Uma palavra pode resumir a prova: EXCELENTE ! ! !
Foram 8.882 m cravados no meu GPS percorridos em 57’18”, um ritmo médio e constante durante a prova de 6’26″/km. O batimento cardíaco estável em 156 bpm.
Report completo segue depois…
VALEU ! ! !

Tudo pronto para a largada

Equipamento
Hoje fiz um treino leve, apenas para “soltar” a musculatura no Parcão. Foram 5 km em ritmo de caminhada forte.
Comprei um gel de carboidratos para reforçar a energia durante a prova, enchi a minha garrafa Moove com Gatorade, amarrei o chip no tênis, e pendurei o número na camiseta.
Amanhã de tarde aqui no MondoVR tem report especial para narrar como fui na prova.

Entrega do Kit para Rústica

Local da entrega do kit
Camiseta, Número e Chip

O Código Da Vinci

codigodavinci.jpg Estou lendo este livro desde o começo dessa semana. Quase 500 páginas devoradas com a vorácia de quem está faminto para saber o final. A culpa é do autor, que engendrou um excelente romance de suspense, onde a estória oscila entre duas vertentes, e cada capítulo termina em um ponto de suspense. No próximo capítulo a estória pula para a outra vertente e continua assim, deixando o leitor sempre na expectativa do que vai acontecer.
Estou achando o livro maravilhoso e recomendo para todo mundo. Gostaria de ver o mundo caso realmente o segredo contemplado na estória fosse real, e fosse revelado. O mundo seria um local totalmente diferente para se viver. Acho que isso que Ele queria.
Leia aqui o Capítulo 1.

Agora também !! !!

1111
Nessa semana foram *muitas* vezes… Essa foi agora!

Queria ter ido…


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Uma das festas mais legais da cidade estão sendo promovidas pelo Luciano Peixoto, aka “Spark”.
Fui na “Bolha” no DNA, e estava o máx!
Nessa não deu para ir. Que pena: O Luci toca um jungle atmosférico muito legal. (Também adorei a arte do convite)