A origem do bicho


Essa é uma cena do filme “Sete Anos no Tibet”. Acontece quando os protagonistas chegam famintos em Lhasa, e tem que comer escondidos a comida servida aos cachorros.
O filme é sobre a infância do Dalai Lama e sobre a violência que foi a ocupação chinesa no Tibet. Além disso é um filme sobre o desenvolvimento da alma, da transformação que o personagem interpretado por Brad Pitt (sim gurias, ele está no filme) sofre quando ele entra em contato com os ensinamentos do Budismo. Mas acima de tudo isso é um filme que também tem… Lhasas Apsos !!!
Lhasa é a capital do Tibet. E Lhasa Apso é a raça da minha cachorrinha Chandra Kandi. E tudo está interligado, em sintonia, inclusive com a fase atual do Rubino. Vou explicar.
De Lhasa é que vem a raça da Chandra. Lhasa Apso siginifica “O sentinela de Lhasa”. Esses cachorrinhos são típicos guardiães. Qualquer barulhinho no corredor deixa a Chandrika bastante atenta.
Quando o Dalai Lama teve que fugir do Tibet e se refugiou em países como Butão, India, e etc… e levou alguns Lhasas com ele, e em suas peregrinações pelo mundo defendendo a causa do Tibet ele sempre presenteava os chefes de Estado dos países aos quais visitava com um lhasinha… E assim essa raça foi se espalhando pelo mundo. (até o Cebolinha da Turma da Mônica ganhou um: o Floquinho é um Lhasa!!!).
Eu ainda confundo bastante o Budismo com o Indianismo. Agora que estou aprendendo mais sobre o assunto. Naquele tempo, quando comprei a Chandra, sabia menos… Bem, que nome dar para o bicho?
Descobri que no induísmo existem milhares de deuses. E pesquisando na web aprendi que Chandra é a divindade da Lua Cheia (branca) e Kandi é a divindade da Lua Nova (preta). Ou viceversa, não me lembro bem… mas não importa. Como a lhasinha que havia comprado era preta e branca… Chandra Kandi foi o seu nome.
O que importa é o significado que o nome Chandra Kandi possui, e a sua sinergia com o meu momento.
Chandra Kandi viu comigo o filme “Sete Anos no Tibet”. Ao terminar, ela falou (telepaticamente, como sempre, é lógico): “Adorei saber sobre minhas origens. Lá em Lhasa os lhasas não comem essas bolinhas horríveis… E lá faz um friozinho gostoso… Rubis, me leva lá um dia?”
– Um dia, Chandrinha, um dia….

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