Há quatro anos atrás eu não conhecia ninguém


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Cobertura Completa da Festa “As Patrícias”:


O que se pode dizer de ontem a noite? Muita, muita coisa, como vocês vão ver nesse artigo.
Recebi via orkut e email o gentil convite da Pontalti para a festa: “quinta-feira, às 21h, tem festa de lançamento do site www.aspatricias.com.br, que vai entrar no ar a partir de sexta-feira. A festa terá como atrações os DJs Alexandre Herchcovitch e Johnny Luxo, além de Dante Longo, Roger Lerina, Lúcio Ka-Hara, Marcelo Bragagnolo e Jairo e Ale. Bem. Todos vcs estão convidados para beber champanhe, cachacinha, cervejinha, água, coca-cola e comer comidinhas com aromas asiáticos lá no Cais do Porto, Armazém A, a partir das 21h.”
Imperdííííííííííível, pensei! E fiquei esperando os ponteiros do relógio chegarem até as 21hs de quinta. A gentil Pontalti colocou o famoso “+1” ao lado no meu nome na lista de convidados, mas… de última hora houve um imprevisto e eu tive que ir para a festa sozinho. Sozinho? Eh eh eh…
A Astra-o-nave roda macio e pára suavemente. Cais do Porto, estacionamento reservado, seguranças. Na entrada duas hostess com a lista de convidados VIP. A fachada do galpão toda decorada e iluminada. Adentro o recinto: i-na-cre-di-tá-vel. Super Produção digna das Patrícias! Ao centro uma gigantesca estrela no chão feita de retalhos da industria textil, com tirinhas de couro, borracha e tecido. Mas era uma estrela grande mesmo, uma montanhazinha em formato estelar. As paredes estavam recobertas por tecidos e couros já recortados com os moldes de confeção, em cores claras e escuras. A iluminação estava muito linda: vários globos de espelhos, lasers, luzes coloridas… Uma perfeita “disco”!!! Na parte da frente do galpão foi montada o palco do DJ, com pick-ups, CDJs e mixer. Acima do palco um super telão passando ininterruptos vídeos de desfiles e mundo fashion. Dos dois lados do salão haviam buffets de “comidinhas de toque oriental”, notadamente indiano. Delicioso. No final do salão/galpão havia uma máquina de frozen “alguma coisa” (margarita vermelha?) e do outro lado um buffet de pães com patezinhos maravilhosos. Ufa! Agora vem a parte de fora…
No cais do porto, em ambiente aberto, fizeram um perfeito “chill-out”, mas num estilo totalmente clean’n’chic: poltronas, sofás e mesas de couro branco sobre tapetes. Havia também uma tenda branca “just in case…”. Banheiros químicos à vontade. Um ambiente perfeito. Tudo foi pensado e tudo com bom gosto. Como é bom estar tão bem aconchegado assim!
Passada a fase de babar na decoração, eu avisto adivinhem quem? Quem poderia estar inserido no “Mondo” Fashion, a ponto de ser avistado imediatamente por mim? Quem??? Figurinha carimbada do “Mondo” Psy, embaixador da Trance Nation, lá estava ele: N’Joel !!! Ao lado da Marjorie, que já eu conhecia de lonnnga data (nos Barber Shops da vida…), e ele vem me apresenta-a como… sua irmã! Que feliz coincidência!
A partir daí já começamos a nos enturmar. Fulana, Ciclana, esse é o Rubino: “Muito prazer!”. Muita gente bonita! Porto Alegre é famosa por suas mulheres maravilhosas, mas tentem conceber o que era essa festa nesse quesito. Só estando lá para ver… Uau!!!
E começou o festival de encontros e reenconcotros. Fê Brum, num longuinho perfeito e cabelo liso, estava radiante ao lado do Federico. Marcelo Ferla, de chapeuzinho pescador/europeu. Dante e Roger botando som. Fui lá cumprimentá-los. Minha colega de corridas prometidas e nunca realizadas em conjunto, Fabi estava lindíssima, num vestido preto justinho. Que astral tem essa guria! Vejo também a Carol e a Márcia, com algumas amigas. A Carol deu um make up, estava muito linda e elegante! Gostei de te ver, “gordinha (?)”… Converso bastante com a Fergs e a Mari. “Que pena que só vão tocar de novo em Agosto!!!”. Eu adoro essas meninas e o som que elas fazem na “A Red So Deep”… /corte/ E falando em “A Red So Deep”… Uma forte luminosidade adentra o salão. Pisco os olhos para me acostumar e…. é ela:
Patrícia Pontalti em um modelito vermelho. Não me atrevo a competir com a descrição de quem entende de moda, mas vou arriscar. Vestido vermelho, “so deep” vermelho, de um vermelho que só que tem “poder interior” pode realmente usar. Estilo “tomara que caia” realçando o formato (ai ai ai…) de seus seios. Botas negras, altas e finas (Blahnik?). Cabelos meio curtos, meio longos, tamanho perfeito. Lábios combinando com o vestido. E um sorriso combinado com a festa: amplo, lindo radiante. Desejo-lhe sucesso. Ela me diz que tinha feito shiatsu naquela tarde e a sua energia estava intensa e completa. E era o que ela transparecia, mesmo sem ter falado. Uma energia radiante e plena.
Momento especial da noite: um “Live” da Vivi. Que domínio de palco, no caso, da “montanha estelar”. A Vivi entoou uns mantras e cantou suas letras diretamente da pastinha de suas composições. Fiquei arrepiado e totalmente absorto em sua apresentação. Dei um tchauzinho para o seu maridão, o Renê Goya, e elogiei o show mais uma vez. Quando dei por mim, a Adriana estava lá fotogrando o show. Falei com ela. De chapeuzinho, camisa listradinha, lindinha! “Que equipamento pesado!” – exclamei ao segurar a sua bolsa, enquanto ela subia no palco para fazer uma geral da festa.
A “ala masculina e musical” também estava presente: Tiago Mari (baterista da She’s Ok), Lobão (baterista e percursionista), Nando Barth (DJ e dono do Beco), Henriques (guitarrista e cabelereiro), os carinhas da Irmãos Rocha (e eles parecem mesmo com os personagens!) foram vistos sacundindo os esqueletos em ritmos rebolex.
E falando em esqueleto, eu, além do meu esqueleto (estou magro mesmo…) fui de camiseta preta com caveirinha brilhante. Da A.H.? Não, da Cavalera mesmo. Fui com ela para tirar uma da cara do “cara”. Vi que ele ficou olhando do palco, talvez pensativo: “essa eu desenhei?” ah ah ah… E para compor meu modelito, é lógico que a indefectível Pantera-Cor-de-Rosa chaveiral não ficou de fora. Na verdade, ficou para fora (pendurada…eeheheh).
O som começava a aumentar. As pessoas se animavam mais e mais. Eu já estava na terceira taça de “prosecco” quando algo muito legal aconteceu. Por instantes me transformei no observador do observador, quase no estado meditativo. Eu explico: No meio das pessoas eu vi a minha querida Dulce fotografando. E fiquei a observá-la trabalhar. Observar como a fotografia, a “magia do momento” faz a pessoa estar intensa no Agora. E a Dulce estava totalmente intensa, totalmente entregue no trabalho, com uma energia, alegria, disposição, sei lá… Muito legal ver e Dulce e foi a primeira vez que eu a vi com uma máquina, daí… Só saí do transe quando ela me avistou e veio me ver. “Que saudades, queri…” Ao levantar a máquina fotográfica que estava pendurada em seu pescoço, fiquei surpreso de ver como ela era pesada, e a Dulce quase caiu para trás. “Assim você me desequilibra!” – ela exclamou… Você também me desequilibra, Dulce…
A partir daí, tudo mudou! Alexandre Herchcovitch assumiu as pick ups, o som foi para o máximo e a pista ferveu. A Dulce me arrastou para pista e ficamos bem embaixo do DJ, dançando muiiiiiitooooo!!! Ainda de taça de prosecco na mão, que não ficou seca em momento algum da festa! Quanta fartura, não parava de rolar drinks, comidinhas, docinhos… Mas eu e a Dulce ficamos direto no Prosecco.
O tempo ia passando, num ritmo que eu nem sabia qual era, e pessoas iam de juntando e se descolando de nossa roda. Entraram e saíram, FêBrum, Fêde, NJoel, Marjorie, Ranieri, Marquinhos, Adriana… nooosa… tanta gente! E dá-lhe prosecco… A Pontalti disse que estava me devendo um prosecco desde a nossa última confraternização no Garrafa’s, mas isso que eu chamo de juros e correção monetária! Eh eh eh…
Para mim, não havia mais nada. Apenas o som, e a energia que emanava da Dulce. Sintonia total na pista. Olho em volta depois de algum tempo e vejo que só eu e ela dançávamos!!! Olho então pela primeira vez no relógio: 3 da manhã… Perguntam-me se não estou cansado? “Ué, não está começando agora a festa?” – respondo ironicamente, mal-acostumado com as festas psy que começam as 3 e vão até as 3… da tarde. Estava inteirinho da Silva.
Vou falar com as Patrícias. Falo com a Patrícia Parenzo. Como a Perfeição pode se tornar mais bela? Ela consegue! A Parenzo estava muito, mas muito bela, com seu porte de rainha realçado por um incrível colar de brilhantes. Alta e radiante ao lado de seu acompanhante, ela agradeceu minha vinda… “Querida, muito obrigado você, eu que agradeço… Que festa linda!” – agradeci.
Minha despedida da Pontalti foi marcante. Ela me disse “Rubino, há quatro anos atrás eu não conhecia ninguém… ninguém…”. Beijei seu rosto e fiquei pensando nisso. Na sua festa, em sua energia, sua ascensão, no seu momento, e nas pessoas que a cercam agora… Que nos cercam agora…
Voltei para dançar mais um pouquinho, e num último brinde com a Dulce, resolvemos ir embora. Ainda tinhamos que trabalhar muito naquela madrugada. Ela na catalogação das fotos e eu na redação desse artigo.
Deixei-a na redação do Zero Hora. Depois disso dei um rápida passada com o Ranieri no Van Gogh. Ele me contou nos tempos que conheceu a Pontalti, ela ainda na faculdade e começando na Zero.
A Astra-o-nave voltou a deslizar macio, agora rumo ao home-office. “Há quatro anos atrás eu não conhecia ninguém…” E eu também não, eu também não… Meu Deus, que Momento Intenso. Muito Obrigado e Boa Noite…

Um comentário sobre “Há quatro anos atrás eu não conhecia ninguém

  1. Querido! O q eu posso te dizer? Não sei! Fiquei emocionada com tudo q vc escreveu. Qdo todos dizem q vc é especial, inclusive eu, não vou mais apenas concordar, vou urrar. Te adoro, guri!
    bjs enormes e obrigada pela boa energia, sempre

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