Mas tudo passa, tudo isso passa…


Não consegui passar muito tempo sem retornar ao Templo Budista da cidade de Três Coroas, um local onde reina a Paz.
A Ana Lúcia lançou a idéia no grupo V.I.D.A., e eu, a Dani, a própria Ana Lúcia, a Cris (agora no Brasil!!!) e a Vívi logo se organizaram para irem. Eh eh eh!!! As mesmas pessoas que frequentam a Biodanza, tem a mesma terapeuta e também vão no Bezerra de Menezes… Um subgrupo espiritual, então… Vamo que vamo para Três Coroas.
A Dani, neófita de baladeira, desistiu de ir pois abusou (?) na noite anterior. Mal sabe ela que dormir faz mal…
Viagem tranquila, subimos o morro sob o som dos Dharmas. Céu incrivelmente azul e árvores extrapolando os tons imagináveis do verde.
Entramos no Templo e assistimos ao final da sessão de “perguntas e respostas”. “As pessoas tem pés diferentes, e por isso temos que procurar o sapato que nos sirva. Assim é a religião. Se o ‘sapato’ não nos serviu, não deixemos de procurar o que sirva e achemos bonitos os demais pés em outros calçados...”
Uma passada na lojinha, e eu vi uma caneca. Lembrei-me: “A minha canequinha predileta está rachada!!! Maldita (ah ah ah!!!) impermanência das canecas!!! Tinham várias canecas com temas escritos. Quase comprei a VITORIA, mas me lembrei que “tudo passa, tudo isso passa”, e as vitórias de hoje são as derrotas do amanhã. Escolhi a caneca CAMINHO, pois esse é a única coisa permanente: na vitória ou na derota, nunca deixemos de trilhar o caminho do aprendizado e assim da evolução. Talvez esse seja o motivo da impermanência. Imagine: se NADA mudasse, que tédio seria!!!
Comprei um livro da Tara Vermelha, uma Buda Feminina e um livrinho de assuntos budísticos – neurolinguísticos – autoajudísticos e correlatos.
Assistimos ao vídeo explicativo da construção do Templo. O Rimponchê é o cara!!! O Nenung já havia me falado da obra dele, mas ver ele lá, construindo o local, esculpindo estátuas, coordenando os artistas que fizeram aquelas pinturas incríveis, foi muito legal…
Tirei várias fotos também, mas dessa vez só de detalhes dourados ao céu azul…
Nossa barriga começou a passar… a passar fome. Saímos do Templo e fomos para o Café Colonial das Fadas. Lembrei-me da Fadinha, pois vê-la saborear um café colonial é outra experiência mística da impermanência, mas dessa vez da impermanência dos pratos na mesa!!!
Voltamos para o Portinho, totalmente zen, totalmente satisfeitos abdominalmente e prontos para perder tudo isso de novo, e passar fome e se estressar ao longo da semana. Mas o que nos consola é que… (leia o título desse artigo de novo…).

[mais fotos de Três Coroas, aqui]

5 comentários sobre “Mas tudo passa, tudo isso passa…

  1. Rubi, foi um domingo maravilhoso! Muito alto astral!!!
    Amei a viagem, o som, o templo, as fotos, o café colonial, a companhia… Vamos de novo, né?!?! Me sinto plena com muita energia e vibração positiva pra iniciar a semana.
    Um beijo e muito obrigada,
    Vivi

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  2. Pois é Rub… a ressaca não me deixou acompanhá-los, hehe! Mas tenho certeza que não faltaram oportunidades… e eu estava com vocês em pensamento… O lugar é tão mágico que ainda tenho energia positiva sobrando da semana passada, quando estive naquele lugar maravilhoso!
    Mas, cá entre nós, a tua caneca que quebrou seria aquela do gatinho???
    Beijos e ótima semana!
    Dani.

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  3. Dani…
    Não tem caneca do gatinho!!!
    A que “voce me deu” está escrito apenas CHA… A lata é que é do gatinho, lembra-se.
    Anyway, a caneca do Chá está inteira, ainda…

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  4. Vamos criar uma comunidade “Sou Apegado à Minha Caneca”! Também tinha uma há uns 13 anos, linda, enorme, com anjinhos pintados à mão pela minha prima, a única que eu usava para comportar tudo que é tipo de líquido ingerível… Quebrou em pedacinhos dia desses… Hoje, só por desaforo, uso cada dia uma diferente…
    … preciso de uma nova!
    Café das Fadas. Home Sweet Home que eu ainda não tive o doce prazer de conhecer. Como boa Fada, faria os pratos desaparecerem rapidamente, num simples toque de minha “boquinha”.
    Obrigada pela lembrança, amigo! Da próxima vez, me chama pro lugar da “ressacada”!!!

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