Chandra 1001 Utilidades


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Chandra Kandi não é Bom-Brill, mas tem 1001 Utilidades…
Na foto acima ela está servindo como uma confortável almofada para a Vampirinha, no Sushi Wars travado nessa segunda.
Momentos depois, caiu o molho de soja no piso e a Chandra foi rapidamente convertida num esfregão de chão.
E ela também substitui a campainha, me alertando quando da chegada dos meus convidados, além de servir como alarme de presença de estranhos no corredor. E também tem a função de se passar por um “objeto decorativo” na sala…
Ela tem mesmo mais de 1001 utilidades… E quando demora para ir para o pet shop, até que ela fica parecida com um Bom-Brill sim!!!

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Ou VAIO racha…


“Computer” para mim vai além do que as pessoas pensam que um computer é ou pode representar…
Já havia endeusado o meu FireDragon. Além dele tenho um PC velho rodando Linux Mandrake 10 e um notebook. E esse era o problema. O notebook estava meio… ultra(hiper)passado… Como eu sou um cara hiper futuro, dá para entender que não estava feliz.
Mas o problema é que o velho notebook estava me deixando na mão: ligava quando queria, o monitor já apresentava perda de pixels, o drive de disquete não funcionava… As vezes ligava, outras vezes não… O processador já não suportava as aplicações de áudio digital que estava usando… Enfim, não dava mais para confiar nele para o trabalho, nem para as produções psy e Live Acts…
Então como nos “tempos de crise” é a oportunidade de se fazer investimentos, comprei um notebook novo, um Sony VAIO super top de linha, 512 Mega de RAM, baita HD, placa de video Radeon 9200, tela de 15,4″ com resolução de 1400 X 1050 pixels em resolução de 32bit, gravador de DVD, 3 USB’s 2.0, Firewire, MemoryStick, Wireless e o escambau !!!
Então foi dada a largada para mais uma virada do Rubino.
Dessa vez, ou VAIO ou racha!!!

Abraçando a panela quente

Dentre os inúmeros emails com mensagenzinhas bonitinhas que recebo diariamente, um deles me veio à memória…
hairbear.jpgTrata-se da estória de um urso que atraído pelo saboroso aroma de uma panela que estava sobre o fogo num acampamento, aproveitou a ausência das pessoas e ao abraçar a panela para comer seu conteúdo, e sentindo tremenda dor pela queimadura, não entendeu o que se passava e abraçava ainda mais a panela queimando-se cada vez mais.
Eu tenho, igualmente ao urso dessa singela estória, abraçado “panelas quentes”. Porém diferentemente do protagonista urso, eu o faço de forma consciente, sabendo da dor que resulta da queimadura, de modo a me doutrinar e principalmente me experimentar. Sentir a dor, reconhecer o que vem dela. Ver como o ego cria desculpas, bodes-espiatórios, justifica-se como dono da questão.
O sofrimento pode ser necessário até o ponto de descobrimos que ele não é necessário. Isso é mais um exemplo da realidade entrelaçada, um conceito tão comum na física quântica. Realidade entreleçada é como na frase; “Eu sou mentiroso”. Se falo mentira então eu sou verdadeiro, e se sou verdadeiro então sou mentiroso.
Eu tenho escolhido segurar conscientemente a panela quente sabendo que não é necessário se queimar mais, mas como saber o que é se queimar sem segurar a panela… Um certo tipo de entrelaçamento aqui…
Apesar de que no final da estória, segurar ou não a panela é uma decisão de meu livre-arbítrio, e eu sei que não é desejável nem necessário ser queimado, existe algo ainda dentro de mim que me compele a agir assim.
Eu sou o Urso do Cabelo-Duro. O Panda da Cabeça-Dura.

Ela não estava no projeto…

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Ela não estava no projeto dos homens.
Insano ProgressoPor quê?
Mas estava no Projeto de Deus…

Obrigado Mesinha

Mesinha é coisa, pra se guardar... Do lado esquerdo da sala... E venha o que vier... Qualquer dia Mesinha, eu volto.... Pra te usar....
Na Seicho-No-Ie tenho ouvido: “Como pedir por coisas que ainda não tem, se não agradeces pelas coisas que você já tem?” Refleti sobre isso e percebi que é algo lógico e simples. Eu gosto das coisas óbvias e simples (como a ISO 9001, eh eh eh) pois são justamente as coisas óbvias e simples que por serem assim “simples”, são muitas vezes negligenciadas. Façamos primeiro o simples, e depois tentemos o rebuscado!
Entre os poucos objetos que me acompanham nos últimos tempos, está a minha mesinha de projetos da faculdade. Acho que na verdade ganhei-a de meus pais ainda antes de entrar na faculdade, mas como o seu tampo é daqueles que inclinam, eu a usei bastante para fazer os projetos de navios, com régua T e tudo o mais. E pensar que hoje todo mundo só usa computadores e plotters…
Depois da faculdade eu mudei para o Recife, e lá foi a minha mesinha. Servia como suporte para meus livros e eu a usei no meu escritório.
Mudei para Porto Alegre, e lá estava a mesinha na mudança. Sobre ela foi crescendo o meu “home studio” e as primeiras músicas que eu compus com meus sintetizadores e samplers foram sobre ela. Ela também tinha uma estantezinha acoplada, onde eu colocava minha coleção de revistas Keyboard. Naquele tempo ainda cabia a coleção de revistas, pois ainda era em pequena quantidade…
Mudança de mulher, mudança de casa, e a querida mesinha passou alguns anos de ostracismo na área de serviço, servindo como mesa de passar roupa e suas gavetas servindo como guarda-utensílios de Chandra Kandi.
Mais uma mudança de estado civil, e a mesa que estava na cozinha vai embora… Quem é escalada para o lugar? A minha mesinha!!! Eh lá que eu tomo meu café da manhã todos os dias, e onde faço minhas refeições noturnas rápidas.
E hoje, na véspera de mais uma mudança, a mesinha vai ser uma das poucas coisas que irão continuar me acompanhando.
Por tudo isso: Obrigado Mesinha, Muito Obrigado! O Rubis gosta muito de você e te agradece por tudo o que você já me ajudou! Valeu!!!

Natu Reza

Hoje resolvi trocar a meditação da Celebração Coletiva do Ser pela Reclusão Individual do Ser: não fui para o Psy… Bem, poderia ser mais “individual” se não fosse a Chandra voando pelo corredor… Whatever…
Depois de um ensaio geral com o Lobatox Spirituss para nosso Live Act de Progressive amanhã em Caxias, e de uma rapida festinha no RubiBar com Aline e o Renatinho, que até trouxe um vinho Cabernet Sauvignon Cousino Macul safra 1999 (do milênio passado!!!), me recolhi ao Home Studio e fiquei fazendo um retrospecto de meus momentos nas festas psy.
Uma coisa que me veio a mente foi a Natureza, tão fundamental para as festas e tão apreciada por seus frequentadores.
Apreciar a Natureza é uma ponte que nos leva ao nosso Eu Interior, à nossa Essência, ao Ser. Uma árvore está completa no Agora: uma árvore é ela mesma, uma rosa é ela mesma. A Natureza é calma, se entrega inteiramente à Vida e a Vida nada mais é do que a essência primordial do Ser. Temos a Vida dentro de nós, temos o Ser dentro de nós e mesmo assim nos esquecemos ou não nos apercebemos…
As festas psytrance devem sempre ser open-air, ou seja, ao meio da Natureza. Isso é fundamental para que a mente se ausente e para que os pensamentos cessem. Quem nunca vivenciou isso pode achar que é apenas um papo estranho de gente esquisita, mas “believe”, a parada da mente e a libertação dos pensamentos é a porta para a alegria profunda, para a Celebração do Ser e para o reconhecimento de nossa essência divina.
Por um lapso de tempo, cessam-se todos os problemas, e a separação entre você, a natureza ou ao seu semelhante desaparece.
Estou me lembrando de um momento que voltando do Templo Budista de Três Coroas paramos o carro para observar as árvores (“as quais tanto nos impressionaram! Hahaha“). O relacionamento com a Natureza e com uma outra pessoa se intensifica com a sensação do silêncio e da calma. Comtemplar a árvore à dois foi algo belo, eternizado e completo. Nada disso, a calma e o silêncio, precisam ser criados: eles já existem e estão obscurecidos pelo barulho da mente. O relacionamento vai além compartilhando momentos de meditação.
Eu sinto tudo isso e apesar de parecer ser novo para mim, é algo que encontrou no meu ser um porto seguro, uma morada sólida enraizada num sentimento de “eu já sabia”. “Eu sinto o Infinito concentrado em um só Momento
O poder do discernimento e do pensamento, apesar de suas armadilhas, ainda é uma evolução nesse estágio de vida que conquistamos como raça humana. A Chandra, a Natureza das festas Open-Air e as Arvores da estrada do Templo Budista de Três Coroas não tem noção de sua própria beleza.
Nós, que somos parte do Universo Auto-Consciente, temos a atribuição do Pensar e assim devolver à natureza a consciência de seu caratér Sagrado.

A Grande Resposta é… 42 !!!

marvin.gif Fui assistir cheio de especatativas o filem O Guia do Mochileiro das Galáxias
(tomei umas rubisbeers e não to a fins de arrumas os “erros de digitação”,,… sorry)
Como eu gosto de fiç~çao científica, e comédia, achei que o filme era feito apra mim… mas acho qye nao era… ou eu nao estava no clima!
O filme é meio de humor brtianico, com aquele sotaque London esquisitão, mas agradeavel aos oouvdos,,, dá para entender quase tuuuudo…
O que náo deu para aguentar foi o José Wilkewr narrando as cenas em portugues….. naaaaaoooooo….. socorro…… horrivel!!!!
Achei aestória sem graça. Por isso nao vou escrewver mais nada além da melhor parte do filme
Perguntado sobre qual a Grand ereposta para todas as perguntas do universo o Grande Computador Pensador respoindeu:::
42 !!! A Grande REsposta é 42 !!!
VIVA A DUPLA MAIORIDADE !!! (mas queal é a Grande Perguta??? Putzzzzz)
Cotação do MondoVR: buuuuuhhhhh!!!!

Oberhein, Opus Zero

estranha concepção de vida
que para viver basta, e é preciso respirar
é preciso encontrar outra saída
para sair da rotina e não se acomodar
liberdade não é uma calça velha
liberdade é uma causa antiga

para um viajante das estrelas
tempo-espaço algum não é problema
deixe a sua energia fluir…
o meu coração está dizendo que não
que não é hora, que não é dia, que nem é lugar
de eu encontar
que não é hora, que não é dia, que nem é lugar
de eu encontar você…
liberdade não é uma calça velha
liberdade é uma causa antiga

para um viajante das estrelas
tempo-espaço algum não é problema
deixe a sua energia fluir…
e vai chegando, se aproximando do fim
e vai chegando, se aproximando do fim…
que outros poetas chamam end
(lyrics and music by Rubino)


Essa música ganhou um Festival Inter-Colégios em Sampa…
A looong time ago, but still up-to-date…

Strong Roots

Até a Chandra correu do cheiro da Raiz Forte...
E continuando no clima de “roots” (raiz) advindo da Psywalker, nesta segunda à noite tivemos Raiz Forte no RubiBar…
Consegui a sublime arma do Império dos Sushis Intergalácticos do Mal no Zaffari.
Aproveitei para treinar o manejo de meus hashi-lasers e dizimei uma bandeja dos malditos…
A Raiz Forte é mesmo uma arma poderosa: me derramou lágrimas várias vezes durante a batalha…

Comunidade do MondoVR no ORKUT

Se você lê o Mondo, veja quem também lê!!! O que??? Voce não tem Orkut? Tudo bem, pede que eu te convido!!!
Está bem comum as pessoas virem se apresentar nas festas dizendo que leem o Mondo VR!!!
E no meu níver foi engraçado ver as pessoas se conhecendo e já dizendo: “Ah, você que é a Tatá? Ah! Você que é o Jones? Ah, você que é a Vivi!!!”… todos já comentados e fotografados no Mooooondo…
Então resolvi criar uma Comunidade no Orkut chamada “Eu Leio o Mondo VR“, para eu conhecer melhor os meus leitores e para as pessoas que lêem regularmente ou eventualmente o blog Mondo VR se conhecerem melhor.
Vamos nos conhecer melhor e interagir mais!