Ele está chegando !!!

TROODON

MUDANDO NOSSO PADRÃO MENTAL DE OBSERVAR


{o que você está vendo aqui?}
Muito já foi dito sobre Percepção. E também sobre a Realidade. Eu aqui no Mondo já discorri sobre temas como esses, várias vezes.
Tomamos contato com o mundo físico através dos sentidos. E os sentidos captam nada mais do que vibrações: sons, imagens, contato físico, são vibrações. Mas nossos sentidos são limitados. Não captam tudo. A gente não consegue ver o infravermelho, o ultra-violeta. Alguns equipamentos, como a minha filmadora podem! A gente não consegue ouvir as frequencias sonoras acima de 20.000 Hz. A Chandra pode! A gente não consegue sentir o sutil toque de entidades (apesar de as vezes sentir um calafrio…), mas alguns médiuns podem.
Mas o que quero dizer aqui que existe um atalho para ir além na percepção! E isso está muito mais relacionado com a mente do que com a captação da realidade por nossos sentidos físicos. Está relacionada com a interpretação psíquica desses sentidos.
Já havia dito que a mente mente. Vamos ensiná-la então a não mentir.
Começa a mudança nos paradigmas. E aí vem o primeiro: O que é realidade? Deve ser algo para quem tem pouca imaginação! Estamos numa sopa de energia e só captamos uma pequena fração, uma minúscula colherada de tudo o que rola.
Tente sair do foco. Num grupo, não observe uma conversa. Mire um ponto flutuante e ouça TODAS as conversas. Perceba que loucura que é a comunicação humana por palavras e gestos. Não se ligue em nenhuma voz em particular. Com um pouco de sorte e prática você poderá ser capaz de entender todos os assuntos mesmo que não foque nenhum.
Veja as coisas com olhos diferentes. Você pode ver o espaço físico a sua frente em camadas, como fatias de queijo mussarella. Daí passa a perceber a ilusão do espaço e da continuidade física.
Não estou falando sobre o uso de drogas ou enteógicos. Falo sobre o DNA evolutivo do homem. Sobre as redes neurais e suas novas sinapses interdimensionais. Usar o divino Eu Interior.
Mudar o padrão mental de observar pode te levar a inúmeras supresas. Observar com a Alma, com o Coração, te mostra equívocos comportamentais onde o Ego te levava a defesas absurdas. Você não está certo e o Outro não tem razão. Mas existe uma lógica que harmoniza todos os impasses quando se percebe a unidade no Amor.
Mudando nosso padrão mental de observar, estamos indo no caminho da Intuição, do Amor Incondicional e da Comunicação Telepática. E é para lá que eu quero ir.
Fico feliz por quem para lá também está indo e fico feliz por quem de tudo isso está rindo.

Passar uma tarde em Itapoã…




[clique para ir para lá!]
É bom
Passar uma tarde em Itapoã
Ao sol que arde em Itapoã
Ouvindo psy em Itapoã
Pensar no Amor em Itapoã…
Domingão com amigos da Chave e do Trance em Itapoã / Porto Alegre / RS. Calma, Paaaz, Inspira, Expira, Ohmmm, Natureza.

Ele continua me acompanhando…


[clique para atender a chamada]
Meu celular tem uma característica que é para mim a mais importante de todas! Ele troca de capinhas! Na verdade, a gente é que faz as capinhas para ele!
Ele já me acompanhou em diversas fases diferentes
Agora, totalmente em sintonia, ele está bem “clarinho” e com um intenso coração vermelho aparecendo…

Primórdios da Internet BR


[clica para ler essa comédia! – fomentar a cultura Internet… quáá!]
E o início da Internet brasileira foi cômica, para não dizer que foi trágica! Fevereiro de 1995…
Eu já tinha acesso acadêmico à rede, na ocasião de meu curso de pós em Inteligência Artificial, através do Instituto de Informática da UFRGS e suas estações Sylicon Graphics… Mas eu queria por que queria ter acesso na minha casa…
A EMBRATEL tinha todo o controle para o acesso, e cadastrou os primeiros interessados no acesso doméstico. E eu estava lá, na fila…
Tive que preencher um formulário, levar na Embratel aqui de Porto Alegre, e muitos meses depois recebo essa carta ridícula…
Com o tempo, a “Embaralhatel” percebeu que era melhor ir saindo de fininho e deixou com a iniciativa privada a exploração desse serviço.
Por que os pioneiros tem que sofrer tanto?!?!?!

BIG T-H-A-N-K-S !!!

Agradecendo por cada mulher de minha vida
Agradecendo por cada animalzinho doméstico que já tive
Agradecendo por cada amigo de jornada (e a um Amigo sempre especial)
Agradecendo por cada “equipas”, principalmente a minha moto “BrazilExpress”
Agradecendo por cada Cliente, parceiros no desenvolvimento
Agradecendo por cada Doméstica e Colaboradores, lavo hoje os seus pés
Agradecendo e respeitando os meus Filhos
Agradecendo pela minha Mãe
Agradecendo pelo meu Pai
Agradecendo ao meu Amor, que “ecoa” fundo em meu coração
Agradecendo ao Rubis e ao seu corpo físico
Agradecendo a Tudo e a Todos…
Agradeço ao ASTRAL
MUITO O-B-R-I-G-A-D-O !!!

Estéticas

(rapidinha, antes do almoço…)
Existem diversas Estéticas, porém elas podem ser agrupadas em 3 grupos básicos: A Estética do Ser, a Estética do Não-Ser, e a Estética do Tentar-Ser (parecer).
A Estética do Ser é a coisa pura e natural. Eu ia escrever também o adjetivo “sincero”. mas tem outra Estética também sincera. Os instrumentos acústicos são da Estética do Ser. O Ser é aquilo que já é, e incrivelmente é difícil as vezes botar para fora. A Amor é da Estética do Ser.
A Estética do Não-Ser é a coisa fabricada, aditivada, montada. Entre as opções de expressão, o Não-Ser tem sido bastante utilizada atualmente nesses ambientes urbanóides que acostumamos habitar. O Não-Ser é a contestação, o contra-ponto, o alternativo. Na música é o eletrônico, o estridente, o robótico. Vivemos hoje numa era assim, e é assim que funciona. Sem traumas.
A Estética do Tentar-Ser, é a estética mais artificial, a coisa dissimulada, aquilo que não é você e nem consegue ser o outro. O Tentar-Ser é a falta de assertividade, é a falta da opinião. A Estética do Tentar-Ser é o Fashion, são as caras e bocas. Você apenas pode Ser, ou você pode Não-Ser. O Tentar-Ser é sempre um estágio provisório. Deve ser vazio e frio ficar preso a essa Estética. Na música é tentar imitar um violão usando um teclado.
Quando a Estética do Não-Ser torna-se assumida, transforma-se na Estética do Ser. Se a Estética do Ser não vem à tona, vive-se numa Estética do Não Ser. Ambas então são algo compartilhado, as faces da mesma moeda.
Estética… Sempre uma questão de posicionamento. Respeitar a Estética alheia é o começo para dissolver o julgamento e assim assumir o nosso Tentar-Ser e decidir pelo Ser ou Não-Ser.
(bom apetit!)