A Ciência não pode depender da Fé (???)

A prova que o homem veio da ameba. pelo menos o QI deles é o mesmo...
“A Ciência não pode depender da Fé” – assim o Prof. Horacio Dottori fechou sua palestra. O Prof. Dottori é do Departamento de Astronomia do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e hoje de noite proferiu uma palestra com o pomposo título “Planetas Extra-Solares e Vida Extra-terrestre”.
O Calliari me convidou a ir na palesta e quando me disse qual seria o tema, pensei que valeria a pena… A palestra foi lá na Livraria Cultura, e o público era na maioria de jovens estudantes, supostamente seus alunos. O palestrante começou falando sobre o projeto SETI, e até então estava interessante. O Projeto SETI visa descobrir vida inteligente através da escuta por radiotelescópios de ondas de rádio enviadas por ETs. O Projeto SETI foi retratado no filme CONTATO, que é um dos meus “filmes do coração”.
Depois foi nos mostrada a Equação de Drake, que mostra a quantidade de planetas com vida inteligente além da Terra. Como a equação depende da multiplicação de uma série de fatores para os quais a ciência não tem a menor idéia das quantidades, como por exemplo “o número de planetas tipo da terra”, “probabilidade de evolução da vida inteligente nesses planetas” e “tempo médio de sobrevivência de uma civilização inteligente”; resulta em uma especulação científica totalmente desprovida de resultados práticos…
Daí ele deu os pressupostos para a definição do que seria “vida”, incluindo coisas como aminoácidos, atmosfera adequada, água, temperatura amena, facilidades reprodutivas além de uma série de outros fatores. Não foi incluída na lista nenhum aspecto de Divindade ou de Consciência. Passei a me incomodar com o raciocínio extremamente (i)lógico do Prof. Dottori.
Ele falou também sobre os “extremófilos” que são seres vivos que foram descobertos aqui na Terra em condições extremamente improváveis, como nas geleiras glaciais, no petróleo e nas extremas profundezas do oceano, onde nunca chegaram os raios do sol.
O Prof. mostrou como é difícil descobrir um planeta. (nem no sistema solar o homem ainda sabe o número certo de planetas – nota do Rubis). E nos trouxe as condições das galáxias que estão se formando através das nebulosas, dizendo que é lá que as condições para uma “nova Terra” poderem estar sendo criadas.
Então discorreu sobre as tentativas da ciência de tentar fazer a vida (!), através de uma sopa de aminoácidos, e descargas elétricas, tentando simular as condições iniciais do Planeta. Falou com alegria sobre o progresso de já se ter obtido uma membrana esférica, com nada dentro, a partir dessa sopa. “Já temos a casca, só falta a gema e a clara” – disse brincando.
Na sessão de perguntas, a audiência se limitou a fazer algumas perguntas para tirar algumas dúvidas sobre os conceitos apresentados. Eu me contive em fazer perguntas que extrapolariam o propósito da palestra.
Depois da palestra eu e o Calliari ficamos conversando justamente sobre o que foi vedado na palestra: sobre a Fé. Com certeza tive muito mais proveito no papo com o Calliari do que no discurso cartesiano do Dottori.
No almoço de hoje, quando a Confraria Filosófica se reuniu para mais um almoço das quintas-feiras, um tema lançado foi “criacionistas x evolucionistas”. Senti-me o único criacionista na mesa. Parece que é consenso que o homem é o descente “mais adaptado” do macaco, pior, descendente da ameba criada pela sopa de aminoácidos do prof. Dottori.
Não me importa se o homem veio do macaco, ou da ameba, porém a pergunta é: Veio como?!?!?! Na tentativa e erro? Na sorte? Na adpatação Darwiniana? Ou pela Criação e Propósitos Divinos? Não posso conceber o Universo e a Vida sem conceber Deus sobre todas as coisas. A Teoria da Evolução, que prega que na natureza vence o mais forte e o mais adaptado, gerou consequências indiretas como o nazisto e sua crença na superioridade ariana. Se não acredita, vá ler mais um pouco por aí…
Enquanto estivermos cegos pela prerrogativa autoritária e autocrática que “A Ciência não pode depender da Fé”, estaremos presos à cegueira proporcionada por um telescópio tentando achar um pontinho que pulsa vida na imensidão infinta dos Universos (no plural, sim senhor…).
Felizmente, a Religião da Nova Era pode depender da Ciência sim. Porque a Fé, vindo na frente, vai finalmente alargar os limites do conhecido. E assim a Ciência vai poder explicar o que hoje ela não vê.
Todo milagre no início é considerado apenas como sendo obra da Fé. Todo novo conhecimento no início é ridicularizado. Depois é combatido. Depois é aceito como evidente. Mas com os assuntos da Espiritualidade e da Fé, o combate e a ridicularização parecem ser muito maiores… Goswami chama isso de “materialismo forte” e eu chamo de “medrosos de si mesmos”.
Que em breve possamos evoluir na Espiritualidade, desenvolvendo a Nova Ciência e ao tornarmo-nos Anjos e finalmente Deuses, possamos semear a Vida em nossos próprios Universos.

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2 comentários sobre “A Ciência não pode depender da Fé (???)

  1. O Darwinismo foi distorcido pelos nazistas e adaptado ao chamado Darwinismo Social , que não tem nada a ver com o Darwinismo proposto pelo próprio Darwin. O que ocorreu foi uma apropriação e distorção da teoria evolucionista por parte dos nazistas que, se for investigada a fundo, passará bem loge dos pressupostos de Darwin. Quanto ao universo e a vida serem criados por Deus, respeito as tuas crenças, mas uma ciência não pode ser baseada em crenças, porque, justamente por serem crenças, não estão comprometidas com a veracidade e ficam restritas ao âmbito do particular. Se Deus criou o universo e a vida (e a existência de Deus é uma crença) como ficam os ateus, que não acreditam em Deus? Que tipo de Deus teria criado o universo e a vida? Seria um Deus único ou seriam vários deuses? Para basear a criação do universo e da vida em Deus seria necessário que todas as pessoas da Terra acreditassem no mesmo Deus e isso soa como uma catequização em massa.
    Como diria Don Juan, quando estamos neste mundo, devemos agir com as ferramentas deste mundo; quando ultrapassamos a barreira deste mundo e seguimos rumo ao infinito, não nos cabe nem ao menos questionar-nos sobre a existência de um princípio, pois isso faz parte da sintaxe humana e não do mar infinito da consciência.
    Grande beijo pra ti e pra Lu!!!

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  2. Você não precisa acreditar na Física Quantica para usar um transitor que está dentro do seu radinho de pilhas…
    Quanto aos ateus, temos os ateistas fortes e os fracos. Ateísmo forte – a existência de certas concepções de deuses é impossível; pode-se assim ter certeza de não existirem.
    Ateísmo fraco – não há evidência da existência de deuses; talvez possam até existir, mas acho pouco provável.
    De qualquer maneira a crença pela não existencia também é um ato de Fé, pois se nao se pode provar que DEUS existe, tambem nao se pode provar que ele nao existe…
    O tipo de Deus que criou o Universo e a Vida é o unico tipo de Deus que existe: o Amor.
    mas isso ja é papo para um outro artigo…

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