Disso eu não me esqueço!

Ué, não tem Coca Zero?!?!
E a “Confraria Gastronômica-Filosófica” mantém sua tradição sobre os almoços das quintas feiras… Se bem que cada vez mais Gastronômica do que Filosófica…
Hoje o cardápio foi:
– risoto de aspargos
– peixe grelhado com molho crocante
– champions gratinados
– rocambole de ricota
– saladas
– tábua de queijos
E de sobremesa…
– crepe recheado com doce de leite com uma bola de sorvete de creme
– uma fatiazinha de chesse cake de framboesas
E um cafezinho “no bule” para terminar!
E qual foi mesmo o assunto “filosófico” de hoje? Ummmm… Acho que esqueci. Mas o cardápio ainda está bem vivo em minha memória!!!

Haute Coiffure


[flagrante hoje, na Praça do Mercado Público, centro de Porto Alegre]
Corte: 1 real. Lêndeas: “di grátis”…

Nova Era Glacial

Brrrrrrrrr
Direto e Reto do Regelante Bairro dos Moinhos de Vento (brrrrr): Abatida pela onda de frio que assola a capital gaúcha, a coisa peluda que atende pelo nome de Chandra Rosa Kandi parece inconformada. Perguntada sobre o por quê de tanta tremedeira, Chandra Kandi diz: “Bah, tá trí frio! Deixa eu dormir na sua cama hoje, Rubis? Só hoje?”
Vai tremendo, Chandrinha, vai tremendo… No máximo você vai levar o meu cachecol!
E não é que ela levou?!?!

O Preconceito

Hoje na hora do almoço tive um “papo cabeça” com alguém que se auto-denominou “budista”. Depois emendou que era budista “filosoficamente”, e não pela religião. Falou-me que não era da religião budista porque “os budistas não acreditam em Deus”…
Logo depois, ele se corrige e me explica que na realidade o budismo prega que “todos nós somos Deus”. Bom, isso para mim fez bem mais sentido! Em verdade, Buda, muito longe de negar que havia um “Ser Absoluto”, garantiu que aqueles que alcançassem a iluminação deveriam se fundir com o Absoluto, e assim perceber a Realidade em oposição ao mundo das ilusões e dos fenômenos… Mais ou mesmo que tenho percebido e tenho escrito em vários artigos por aqui: “Perceber a Realidade em oposição ao mundo das ilusões e dos fenômenos“.
Ele continuou me dizendo que por morar em uma pequena cidade do interior, onde as religiões predominantes são a católica e a protestante, sua família é alvo da intolerância religiosa. Ele me disse ter poucos amigos lá no interior por causa disso. Disse me que até tinha dificuldades para arrumar garotas na cidade, pois as gurias tinham preconceito e não se aproximavam dele.
Eu já havia escrito aqui no Mondo que “Preconceito é algo intolerável. Preconceito é burrice. É algo do tipo: Não lí, mas não gostei…”. Também já havia escrito aqui que “Preconceito é um conceito prévio. Ter opinião formada antes de vivenciar o fato. Não ler livro e não gostar”. Preconceito é algo que se vê em varios lugares, e olhando bem, inclusive se vê na gente mesmo! Só não esperava vê-lo numa pessoa que se diz budista e que é vítima de preconceito!!!
Durante a conversa com ele eu mencionei que uma amiga minha, vinda do México, durante sua viagem pela Amazônia tinha ido até a longínqua comunidade do Mapiá, onde está localizada uma sede do Santo Daime. Imediatamente ele se transforma, e diz que “não gosta do Santo Daime, e que para ele o Daime era uma Droga”… Tentando acompanhar a causa de seu conceito, pergunto se ele já havia experimentado, e ele rapidamente diz que não. Entendi então que isso não era um conceito que ele tinha, e sim um preconceito. Um pré-conceito!!!
Os preconceituosos dizem que o Daime é um alucinógeno. Dizer isso não pode ser considerado apenas preconceito, mas também muita desinformação. “Alucinógeno” é o termo que a nossa ciência atual designa pejorativamente algumas substâncias expansoras da consciência pelo efeito que elas causam. Porém a palavra alucinógeno vem do substantivo “alucinação”, e o real efeito que o Daime causa nunca pode ser considerado como uma alucinação, já que alucinação se refere a algo irreal, criado pela mente. Alucinação é um delírio, uma percepção sem objeto, uma percepção de alguma coisa que, na realidade, não se encontra no local. Referir-se como alucinógeno ao Daime é desinformação, além de ser pejorativo.
O Daime é um “Enteógeno”. A palavra enteógeno significa literalmente: “manifestação interior do divino”. Enteógeno ou enteogénico é um neologismo que vem do inglês: entheogen ou entheogenic, tendo sido proposto por investigadores como sendo o termo apropriado para descrever o estado da consciência expandida. Então ao invés de “criar ilusões sobre o irreal”, o Daime ao expandir a consciência dá a percepção daquilo que normalmente não enxergamos, não percebemos. Como disse o Buda: “Perceber a Realidade em oposição ao mundo das ilusões e dos fenômenos“.
Existem muitas realidades paralelas a nossa, realidades essa que em nossa limitada condição não percebemos. E ao não percebemos, “pré-conceituosamente” negamos a possibilidade de sua existência. O nosso cérebro age como uma válvula redutora da torrente de informações do mundo exterior e interior. Sem essa redução, chegaríamos a um “Estado de Onisciência”, um estado de percepção total. Os enteógenos podem desativar esse filtro da mente e do ego por um tempo, abrindo as “portas da percepção”.
Mas você não precisa fazer uso de enteógenos para aumentar a sua percepção. Basta começar descobrindo onde nasce o preconceito dentro de si próprio. Só por aí já se vai perceber muita coisa que estava escura.

Os Tempos estão chegados….

Uma nova onda de frio avança forte hoje para o Brasil, junto com dois novos ciclones extratropicais. A nova massa polar baixa de novo a temperatura no Sul, quando já são esperadas geadas de moderada intensidade em muitas áreas de todos os Estados.
Amanhã, a geada será generalizada, não ocorrendo apenas nas áreas litorâneas e no norte do Paraná. Volta a gear até nas áreas metropolitanas de Porto Alegre e de Curitiba.

Treinamento no sábado

Turma de Auditores com Rubino
E neste sábado, dia 26, foi dia de ministrar um treinamento para a Formação de Auditores Internos na SIDERSUL, de Cachoerinha/RS.
Parabéns para a nova turma de auditores! E viva Santo Murphy!!!

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Resposta Popular para Pergunta Científica

P – O que você faria se tivesse uma pilha que durasse para sempre?
R – Eu ia usar ela prá “caráleos“…