Cábô

Se lembra do filme Forest Gump, quando o Gump está cruzando os Estados Unidos à pé, correndo, com um monte de seguidores?
E no meio do deserto, em meio ao nada, ainda sem ter falado nada para seus fiéis, ele pára.
Seus seguidores vivem momentos de suspense: O que será que vai acontecer…

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Quem avisa…

…amigo é!!!


We Haven’t Turned Around
Gomez
We came, we came, we came again
To stem the tide and point the blame
Came back from more
Came back to see what you had in store
Everyone join the line, everyone
Yeah
So you wanna spin the world around?
So you wanna spin the world around?
And anybody else, cut em down
So you wanna make catastrophe?
Wont you send it right over to me
I got some time
Everybody running high
The same, the same, the same again
To steal the time and haunt the graves
Just because its there
Dont mean you see it anywhere
Maybe its a trick of the light
Maybe, yeah
So you wanna spin the world around?
So you wanna spin the world around?
And anybody else, cut em down
So you wanna make catastrophe?
Dont you send it right over to me
I got some time
Everybody come alive
Yeah
So you wanna spin the world around?
So you wanna spin the world around?
And anybody else, cut em down
So you wanna make catastrophe?
Dont you send it right over to me
I got some time
Everybody running high
So you wanna spin the world around?
So you wanna spin the world around?
And anybody else, cut em down
So you say we havent turned around?
So you say we havent turned around?
Just everybody else is going wrong
Going wrong

SushiWars – Capítulo 756

Madalena sushizando
[Eu convido os meus irmãos, vamos todos sushizar: Madalena aprendendo a Arte Oriental com Lú Rosa]
E a peleja intergaláctica que atende pelo nome de SUSHIWARS teve mais um capítulo nessa sexta feira!
Dessa vez quem estava na arena de combate foi o Povo de Juramidam, nas pessoas de Rubis, Lú Rosa, Madalena, Jane, Rodrigo, Izane, Sabrina e Cristiano.
Resultado: Os intergalácticos suculentos ganharam.
Mas não por muito tempo, já a Rainha Lú Rosa, levará os remanescentes para o almoço de sábado no C.H.A.V.E.
Banzaaaaiiii
[Exército reunido para o ataque]

Trajes…

Depois de tocar de saia, Rubis planeja seu novo “traje” para tocar no fim de semana que vem, na EarthDance…
A saia, da coleção da Estilista Lú Rosa, era uma saia masculina. “Faltou zíper na frente”, reclamou Rúbis depois de ir ao banheiro com ela…
Na primeira EarthDance eu toquei de camisa social. O Calliari perguntou que roupa era aquela… ahahahah….
No ano passado, também na EarthDance, Rúbis usou bombachas, num modelito gaudério psicodélico.
Em outra festa, no mesmo lugar (o camping do Quati) Rubis usou uma manta no estilo Pakal Votan, ou seja o que parecer com isso.
Trocentos anos atrás, Rubis tocou num festival de Diadema/SP, de pijamas, no estilo Gilberto Gil. Foi devidamente desclassificado pelos jurados.
Na fase pós-Hollywood Rock, com o DeFalla, toda a banda tocou no AeroAnta em SP de fraldão. Porque o Deputado Afanásio Jazadi falou que iria prender o Edu K se ele tocasse pelado de novo. Na verdade o Edu não tocou pelado: ele estava de meias!
Então, além do Rubistick, vale a pena conferir o live do Rubis na EartDance. Só para ver o que estará usando. Ou o que ele não estará usando… Tá calor, né?!?!

2 Mega

rapidinho
Atualizei meu acesso à Internet dando um upgrade no meu plano ADSL com a GVT. Subi de 300 k para 2 Mega a velocidade de acesso. Sete vezes mais rápido! Oba!!!

Fim de Semana INTENSO

Fim de Semana intenso. Intenso, mas na PAZ !!!
Além de participar intensamente do Festival Indepen.Dance, também participei intensamente dos Trabalhos de mais um Feitio no CHAVE de São Pedro.
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[clique acima para ver o álbum de fotos desse trabalho]
No sábado, dando encerramento às festividades do Feitio do CHAVE de São Pedro, e seguindo as instruções de nosso Patrono da Casinha de Instrução, o Padrinho Chico Corrente, foi cantado o Hinário do Irmão João Pedro.
A presença da Madrinha Júlia e Comitiva, a tarde de sol em meio à mata e nossa casinha de Feitio apurando o Daime Mel fizeram todos aqueles momentos serem para sempre eternos em nossas memórias.
Ainda na sexta-feira, dia 07, tivemos um grande trabalho que reuniu a Irmandade de diversas Igrejas da região, comemorando a presença da Mad. Júlia e Comitiva. Nossa Igreja repleta bailou o Hinário do Padrinho Valdete e o Hinário da Nova Era, do Padrinho Alfredo.
Logo no início, tivemos o fardamento das irmãs Elza e Michele, respectivamente das tribos do Psytrance e do Calendário Maia, que receberam sua Estrela das mãos da Madrinha Júlia! Assim, mais uma vez, o Daime vai unindo toda a Irmandade!
Mad. Julia e Comitiva
[Mad. Julia e Comitiva]
A Madrinha Júlia, demonstrando toda a firmeza da Doutrina, bailou o tempo todo, não saindo de seu lugar até o final do trabalho.
Obrigado a todos que participaram de nosso Feitio! Obrigado a Deus por me permitir tanta intensidade nesses momentos… Obrigado!!!

IndepenDANCE Report

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[clique para ver umas fotinhus]
Já fazia tempo que não escrevia “reports de psy”… Mas, dadas as circunstâncias desse “Festivas” não me sinto inspirado em tecer muito comentários, porisso vou direto aos fatos.
Só participei no começo e no fim do Indepen.Dance Festival. Devo ter sido uns dos primeiros a chegar, saí para outros compromissos, e voltei no último dia de tarde.
No começo estava tudo muito desorganizado, com falta de credenciais, pulseiras, tíquetes, enfim… Na noite de quinta para sábado eu mandei o meu novo live no chill out. Eles me falaram que aquele lugar era um Chill Out, mas mais parecia uma “tenda de casamento”, com aquela lona branca e com aquelas flores. Realmente o chillas deixou a desejar na decór e no som: faltou subgrave. Como eu realmente toco (violão, teclado e rubistick), eu precisa de retorno para poder ouvir o que eu estava tocando, só que não havia caixas de retorno. Enfim, se você não viu a estréia mondial do RubiStick, vou tocar novamente nesse próximo sábado na EarthDance, e lá o Chill Out costuma ser decente.


[Rubis estréia seu Rubistick]
Não curti a pista, porque o som que rolou na night era extremamente pesado para meus ouvidos. Aproveitei para ir dormir no carro, e ao amanhecer dei uma circulada, comi no HariBol (o melhor lugar para se comer da Festa), fiz uma meditação com o Guerreiro Giovane Serpa e depois de muito embaço consegui sair, pois ninguém parecia querer me dar a credencial de DJ.
Só retornei hoje, Domingo, para ver os amigos. O Pedra Branca, que iria fechar o Festival, não apareceu. Não fez falta.
Logo na chegada eu fui informado sobre a “passagem” do DJ Léo Veiga**, e fiquei realmente chocado com as circunstâncias do ocorrido e de seus desdobramentos. O Léo foi no primeiro “SushiWars” e foi o responsável pela vitória dos humanos sobre os intergalácticos suculentos…
Perambulei um pouco pela festa, e percebi que o som do chill out havia melhorado com mais caixas, e até botaram uns paninhos para melhorar aquela brancura.
Fui até a pista, e realmente lá estava muito lindo. Pista de Festival de 1.a! O lugar como um todo estava legal, bem situado, com uma vista linda, com boa infra, e principalmente, estava tudo limpo até o final: Parabéns!


[Lú Rosa, malabarizando ao nascer do Sol !!!]

Então é isso: Lugar legal, Infra e decoração legal (exceto no chill out), atrações legais, line up legal… Tudo para ser a Perfeição, mas…
Porém, para o Festival realmente brilhar, faltou o essencial que foi o “respeitável público”. Mas a Organização do evento não pode se limitar a culpar o público. Espero que tenha sido um aprendizado sobre a face da cena psytrance do Estado: o público “roots” que curte festivais foi pequeno demais para lotar a Indepen.Dance. O público “roots” de outros estados não teve tempo de se preparar para um festival que foi anunciado muito em cima da hora (para um festival). A criançada frita que normalmente lota as festas não pôde ir num festival de 3 dias porque provalmente os pais não deixaram, e as biscatrancers e os bombatrancers com certeza aproveitaram o feriadão para estar exibindo o “corpicho” numa pracinha em Imbé…
Talvez para o ano que vem, o Indepen.Dance dê seu Grito de Independência. Nesse ano, tristemente, o brado de Dom Pedro I ficou na segunda opção…


**O DJ Léo Veiga faleceu ontem de manhã, durante seu set. Fez a passagem fazendo o que mais gostava: tocando. Que o Grande Pai lhe dê o devido conforto e entendimento.

Metáforas

Metáforas são “artifícios de linguagem” utilizadas de modo ao Transmissor da Mensagem facilitar o entendimento da mesma pelos seus destinatários.
Muitas vezes, o destinatário ao julgar-se superior em conhecimento, desdenha da Mensagem, julgando-a equivocada, simplória, ou julga o Transmissor como sendo de pouco conhecimento.
Não menosprezes a Mensagem, nem prejulgue os Transmissores. Olha primeiro para as paredes que limitam os teus credos e as derrube.

O Toque

Dia de Trabalho. Na verdade: Trabalhos
Acorda, faz café, checa emails, toma café, responde emails, passeia com o bicho, toma banho, faz a barba e sai para trabalhar.
Trabalho legal: início de implantação do sistema de gestão. Vai no Cliente, visita novo depósito, reunião com empresa de Internet, reunião com a Representante da Direção.
O sol se põe. O escaldante calor de mais de trinta graus do inverno (?) porto-alegrense, muda para uma suave brisa ao chegar nos campos de Belém Novo. Belém Novo… Lá no C.H.A.V.E. sempre é frio, mesmo num dia como o de hoje.
A Madrinha Júlia já estava em nosso sítio. Ela é uma pessoa muitíssimo especial. Ela acompanhou o Padrinho Sebastião em todas as suas andanças pela Floresta, e ajudou-o desde o começo do assentamento no Céu do Mapiá. Você pode não ter a dimensão do que isso significa, mas eu posso ter uma idéia, pois estou vendo o quanto é difícil mobilizar meia dúzia de irmãos para “uma subidinha na Serra”. Imagina a epopéia de se embrenhar com 300 pessoas no meio da Floresta Amazônica (no meio mesmo, e a Floresta é grande). E a Mad. Júlia estava lá. E hoje ela estava conosco! Viva!!!
Durante a Oração do Pad. Sebastião, uma conjugação de fatores fizeram a força se manifestar como nunca. A presença da Mad. e Comitiva (com o super violeiro Francisco), o nosso Sacramento (que está muito bom), a energia daquele lugar que eu chamo de
Jardim Celestial, que já foi palco de meu chill out e de vários trabalhos, enfim, tudo isso, despertou o entendimento da precisão de se estar alí, e do caminho percorrido para alí se estar.
Ninguém chega sem querer, tipo, na sorte… Tem que haver empenho, merecimento. E muita gratidão por lá se estar.
O Astral e a Floresta, deram-me o Toque. Mas eu pedi, pedi muito e peço sempre.
Benção, Madrinha!
[Mad. Júlia está com o cachecol branco. Photo by Rubis]
EU PEDI E TIVE O TOQUE
Eu pedi e tive o toque
Da floresta e do astral
Aqui estou avisando
Que devemos ser igual
Examinando o firmamento
O tesouro universal
Sinto profundo este toque
Deste Rei Imperial
Digo assim esclarecendo
E mostrando a todos que
Quem está neste caminho
Que procure compreender
Vou dizendo e quero ver
Esta oração vibrar
No coração de quem ama
Para sempre confortar
Digo sempre com firmeza
Pois sou capaz de provar
Quem é firme balanceia
E quem zombar pode tombar
Esta força balanceia
Faz as estrelas brilhar
Foge o vento das alturas
Treme a terra e geme o mar
A Meu Pai eu agradeço
Por esta compreensão
Todos busquem a Santa Paz
Para si e seus irmãos
(Oração Pad. Sebastião, Hino 13)

Reservem as datas do Feriadão

Iindepen.dance
Já se agendem para o feriadão do dia 7 de Setembro, o dia da Independência!!! Porto Alegre vai receber um Festival de porte nacional (e porque não internacional) de música eletrônica: o Indepen.dance Festival
Um Festival é algo muitíssimo mais importante do que uma simples festa. Uma “simples festa” já é algo muito legal, mas num festival você “mora” dentro da festa! São vários dias onde você está em meio aos amigos (antigos e novos), sem relógio, em meio à natureza, curtindo um som… enfim: um pouco de tudo aquilo que pedimos a Deus…
Dias 6, 7 8 e 8 de Setembro
Aqui no estado do RS, já tínhamos o Garapiá Trance Festival, que é um festival único por ser totalmente fiel aos princípios roots do psytrance. O Garapiá é o Garapiá.
Já o Indepen.dance tem outro formato: está direcionado aos grandes eventos, e traz várias atrações internacionais e nomes importantes do cenário nacional, entre eles…
E eu vou tocar...
Eu!!! Vou tocar na pista alternativa, fazendo um Live Act de Chill Out, com minha música Organic Digital New-Spiritual.
O HORÁRIO DE MINHA APRESENTAÇÃO É APROXIMADAMENTE ÀS 11:11 HS DA NOITE DESSA QUINTA FEIRA, BEM NO INÍCIO DA FESTA!!!!
Estou renovando o meu live, agora com sons mais étnicos e orgânicos, com a utilização de meu violão elétroacústico e alguns elementos de percursão, sem esquecer do meu notebook e sua parafernália de efeitos digitais, controlados pelos meus teclados e pelo novíssimo instrumento que eu criei e espero estreiar lá que é o “Rubistick“…
Então é isso, te vejo no Chillas da Indepen.dance. Agora dá licença que tenho que ensaiar…

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