IndepenDANCE Report

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[clique para ver umas fotinhus]
Já fazia tempo que não escrevia “reports de psy”… Mas, dadas as circunstâncias desse “Festivas” não me sinto inspirado em tecer muito comentários, porisso vou direto aos fatos.
Só participei no começo e no fim do Indepen.Dance Festival. Devo ter sido uns dos primeiros a chegar, saí para outros compromissos, e voltei no último dia de tarde.
No começo estava tudo muito desorganizado, com falta de credenciais, pulseiras, tíquetes, enfim… Na noite de quinta para sábado eu mandei o meu novo live no chill out. Eles me falaram que aquele lugar era um Chill Out, mas mais parecia uma “tenda de casamento”, com aquela lona branca e com aquelas flores. Realmente o chillas deixou a desejar na decór e no som: faltou subgrave. Como eu realmente toco (violão, teclado e rubistick), eu precisa de retorno para poder ouvir o que eu estava tocando, só que não havia caixas de retorno. Enfim, se você não viu a estréia mondial do RubiStick, vou tocar novamente nesse próximo sábado na EarthDance, e lá o Chill Out costuma ser decente.


[Rubis estréia seu Rubistick]
Não curti a pista, porque o som que rolou na night era extremamente pesado para meus ouvidos. Aproveitei para ir dormir no carro, e ao amanhecer dei uma circulada, comi no HariBol (o melhor lugar para se comer da Festa), fiz uma meditação com o Guerreiro Giovane Serpa e depois de muito embaço consegui sair, pois ninguém parecia querer me dar a credencial de DJ.
Só retornei hoje, Domingo, para ver os amigos. O Pedra Branca, que iria fechar o Festival, não apareceu. Não fez falta.
Logo na chegada eu fui informado sobre a “passagem” do DJ Léo Veiga**, e fiquei realmente chocado com as circunstâncias do ocorrido e de seus desdobramentos. O Léo foi no primeiro “SushiWars” e foi o responsável pela vitória dos humanos sobre os intergalácticos suculentos…
Perambulei um pouco pela festa, e percebi que o som do chill out havia melhorado com mais caixas, e até botaram uns paninhos para melhorar aquela brancura.
Fui até a pista, e realmente lá estava muito lindo. Pista de Festival de 1.a! O lugar como um todo estava legal, bem situado, com uma vista linda, com boa infra, e principalmente, estava tudo limpo até o final: Parabéns!


[Lú Rosa, malabarizando ao nascer do Sol !!!]

Então é isso: Lugar legal, Infra e decoração legal (exceto no chill out), atrações legais, line up legal… Tudo para ser a Perfeição, mas…
Porém, para o Festival realmente brilhar, faltou o essencial que foi o “respeitável público”. Mas a Organização do evento não pode se limitar a culpar o público. Espero que tenha sido um aprendizado sobre a face da cena psytrance do Estado: o público “roots” que curte festivais foi pequeno demais para lotar a Indepen.Dance. O público “roots” de outros estados não teve tempo de se preparar para um festival que foi anunciado muito em cima da hora (para um festival). A criançada frita que normalmente lota as festas não pôde ir num festival de 3 dias porque provalmente os pais não deixaram, e as biscatrancers e os bombatrancers com certeza aproveitaram o feriadão para estar exibindo o “corpicho” numa pracinha em Imbé…
Talvez para o ano que vem, o Indepen.Dance dê seu Grito de Independência. Nesse ano, tristemente, o brado de Dom Pedro I ficou na segunda opção…


**O DJ Léo Veiga faleceu ontem de manhã, durante seu set. Fez a passagem fazendo o que mais gostava: tocando. Que o Grande Pai lhe dê o devido conforto e entendimento.

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