Um interpretação muito especial do Pai Nosso

Meu Querido Pai, se não acreditamos em Teu Poder Infinito, de nada vale dizer: “Pai Nosso que está no Céu“.
Se desrespeitamos a Tua Criação e Teus Mandamentos Divinos, é inútil dizer: “Santificado seja o Vosso Nome“.
Se descremos de uma existência espiritual, do que adianta dizer: “Vamos nós ao Vosso Reino“?
Se não aceitamos os nossos destinos, tanto na vida humana como na espiritual, como podemos afirmar: “Seja feita a Sua Vontade, assim na Terra como no Céu“?
Se não cremos na Providência Divina e no auxílio que recebemos das esferas espirituais, de nada vale dizer: “O Pão Nosso de cada dia nos dai hoje“.
Se não somos sinceros e generosos para no dia-a-dia perdoarmos os nossos semelhantes, como ter coragem para afirmar: “Perdoai as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores“.
E se não lutamos para vencer as nossas fraquezas e não cremos no poder de Deus para nos auxiliar nessa vitória, é inútil dizer “E não nos deixe Senhor, cair em tentação mas livrai-me e defendei-me Senhor, de todo o mal“.
E se todos esses itens são afirmações sem reflexões de nossa parte, não devemos jamais dizer: “Amém!“, porque essa afirmativa é como assinar um documento de ordem divina na nossa própria consciência.


Trecho do Livro “Universalismo Crístico” de Roger Bottini Paranhos. Texto da oração do Pai Nosso de acordo com a Igreja do Culto Eclético da Fluente Luz Universal.

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