Meu próximo Live pode ser assim…

E olha só o que já estão fazendo com 2 celulares iPhones e um videogame portátil Nintendo DS !!!
Só para lembrar: a minha primeira apresentação no “chills outs da vida”, que foi no Garapiá de 2005, eu comecei minha apresentação “tocando” meu celular, disparando um ring tone que eu havia pré-programado e que fazia a introdução para a primeira música.
Já nesse último Garapiá de Carnaval, o Retiro da Sincronicidade, minha primeira parte do DJ SET foi toda baseada nos tracks que estavam dentro do meu Nokia N-80, acessadas através do software Nokia DJ Mixer.

Quem viu a Lua ontem?


Você viu a Lua ontem?!?!? Eu tentei, mas não vi: estávamos num eclipse total da Lua…
Ah. ah. ah… Brincadeiras à parte, ontem testemunhamos um fenômemo grandioso e altamente sincrônico. Um eclipse total da Lua, exatamente do dia que a Lua entra na fase de Lua Cheia…
Então a Lua, brilhando como um farol no céu, iluminado nossas vidas com a sua luz prateada, começa a recebe a sombra da Terra, ao alinhar-se perfeitamente com o Sol. Aos poucos a sombra de nosso planeta vai encobrindo o disco de prata lunar, que vai se tornando cor-de-rosa.
Fiquei imaginando como seria estar na Lua e de lá contemplar o contrário, ou seja, o eclipse do Sol causado pela Terra. Deve ter sido um espetáculo lindo também.
Lamentei estar na cidade, o que deve ter prejudicado muito a sensação de Paz e o deslumbramento causado por esse fenômeno. A Egrégora deveria estar reunida, firmada em concentração num Luau, no meio do mato…
Eu estava na Cidade Baixa, no início do Eclipse. Fui pegar meu carro na garagem e o garagista estava vendo um jogo de futebol na televisão. Perguntei o que ele estava assistindo, e ele me respondeu: “Tô vendo o Colorado jogar”. Eu retruquei que no céu estava ocorrendo um eclipse. Ele sorriu amarelamente.
As pessoas estão desconectadas. No entanto, é ela, a Lua que comanda a Terra. Vamos nos firmar na Lua Cheia.
Deus te Salve oh! Lua Branca
Da luz tão prateada
Tu sois minha protetora
De Deus tu sois estimada
Oh Mãe Divina do coração
Lá nas alturas onde estás
Minha Mãe, lá no céu
Dai-me o perdão

Estrela do Universo
Que me parece um jardim
Assim como sois brilhante
Quero que brilhes a mim
(Lua Branca – o 1.o Hino da Doutrina do Mestre Irineu – tudo começou com a Lua! Viva!!!)

OUTRO MUNDO 2008 – Report

Fotos do OUTRO MUNDO
[use o mouse e veja as fotos…]
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Você recebe um potinho para guardar as cinzas e a bituca do teu cigarro, e agradece, dizendo que parou de fumar nicotina e dá o potinho para algum amigo seu que ainda fuma cigarro.
Você bebe uma água mineral geladinha na pista de dança e depois joga a garrafa pet dentro de uma lixeira, que estavam bem distribídas pela festa.
Você entra no chill out, que está limpo, maravilhosamente decorado e repleto de amigos seus.
Você fica com fome, e pede uma Pizza Roots especial, vegetariana, feita na hora com ingredientes especiais.
Você fica curtindo a decoração da festa e a leva na memória, para sempre.

Eu quero esse “Outro Mundo”, não aquele “mundo” fora dessa festa…
Fiquei extremamente feliz com a festa desse ano. Se no primeiro ano não deu para curtir por causa da chuva, e no ano passado fiquei revoltado com o lixo, esse ano foi uma maravilha.
O lugar estava limpo. Haviam ainda aqueles que jogavam lixo no chão, mas havia um funcionário que constantemente limpava tudo e esvaziava as lixeiras. Sonho com o dia que NINGUÉM jogue nada no chão.
O lugar estava bonito. A decór estava especial, na pista principal e no chillas. O lugar e a arrumação do chillas eram um caso à parte: muito legal mesmo. Pena que a maior parte das pessoas ainda não descobriram o chill out. A festa não é apenas a pista principal e o chill out não é apenas para dormir.
O lugar estava com estrutura. O estacionamento estava cheio, mas bem organizado. O bar atendia rápido e a bebida estava gelada. A “praça de alimentação” com os sushis do EUAC, as pizzas da PIZZA ROOTS (Guerreiro, Cristiano, Claudiomar e Clóvis) e várias outras opções mataram a fome da galera. Além disso, estavam programadas palestras, vivências, etc. Perfeito.
Eu cheguei na festa na manhã de sábado bem cedo. Vim direto do C.H.A.V.E. e cheguei com toda a energia do Astral Superior. Confraternizo com os amigos, converso, passeio pela festa, e pontualmente ao meio dia, começo meu Live no Chill Out. O live foi totalmente refeito e está bem mais experimental. As pessoas pareciam gostar. Depois de uma hora de live, começo meu Dj Set, com mais uma hora. Toquei apenas sons acústicos da linha espiritual, como mantras, pontos da umbanda, hinos do Santo Daime, chamadas da Linha Unificada e coisas do gênero.
Saí de minha apresentação muito feliz por ver que as pessoas estavam bem. Feliz por ver meus amigos alí. Amigos da PsytranceNation e do Povo de Juramidam.
Saí da festa ainda no sábado de tardezinha, logo antes da chuva.
Espero realmente que a chuva e o público do Planeta Atlântida que foi ver o Skazi não tenham estragado tudo o que eu narrei aqui.
Ninguém erra conscientemente. A gente se engana. Quando se descobre que estava enganado, começa o processo deo auto-aprendizado, e então a gente vai se limpando.
O OUTRO MUNDO desse ano mostrou que muita gente descobriu que estava enganado. Parabéns a todos pelo aprendizado. Vamos Além e a Nova Era chegará finalmente.!!!!

A Experiência Xamânica de Hommer Simpson

E cura um e cura dois
E aquele que quiser
Suas Forças Curativas
Vem das Forças Estelares…

Qualidade de Vida?!?!

Cruze as fronteiras que limitam o seu Ser...
“Entre vossos conceitos que ora tanto estimais está o de “qualidade de vida”. Vosso sistema priva a todos de tudo o que é mais essencial à VIDA como ela precisa e deve ser de fato VIVIDA e substitui essas ausências com arremedos e ilusões diversos e, dentre eles, os apelos ao consumo, a idéia de que o poder está no TER e não no SER, pelos certificados de vossas equivocadas academias e com palavras, melodias e imagens tão fáceis quanto vazias, para que com seus arranjos não tenhais que se incomodar. Para que não possais mais tarde alegar ignorância, deveis saber desde agora que em realidade eles, vossos certificados, medem em realidade o quão distantes estais de vós mesmos e da UNA CONSCIÊNCIA que tudo move e objetiva. Quanto maior a vossa coleção, mais longe estareis do verdadeiro SABER. Melhor seria deixar de lado as grandes cidades e buscar as montanhas, o sol e a água puros, o ar limpo, o alimento perfeito, a morada singela, o traje espontâneo e uma tão rústica quanto criativa oficina de utilidades, bem como as energias marcadas pelo pulso da VIDA no ritmo do CENTRO DE VOSSO SISTEMA SOLAR para que possais resgatar o que devíeis entender como VIDA, dando novo sentido, também, ao que chamais de QUALIDADE. Creiais, pois, não sabeis nem o que é QUALIDADE nem tão pouco o que é VIDA. Enquanto no vosso mundo não ficar PEDRA SOBRE PEDRA insistireis para que, em vez de vós, mude eu de opinião. É, pois, em razão de vossa cegueira que a PROVIDÊNCIA, dentre outras obras, reconduzirá os rios, mudará dos mares o seus leitos, tirará das montanhas a sua altura, do fogo os obstáculos, dos vales a sua verdura, do gelo o seu frio e das águas a sua quietude.” (de Mabi Isa, canalizado por Ben Daijíh).

Vale a Pena ler de novo: A Desidealização

não era bom e eu não sabia...

Fantasma fabricado pela mente, a idealização reflete a insegurança do ser.
Não se julgando bom o suficiente, idealiza uma realidade infundada no outro, ao colocá-lo num pedestal inexistente.
Pessoas são feitas não apenas de carne e osso, mas também de traumas e limitações. Os traumas podem te machucar e as limitações podem te frustar.
A idealização cria uma dependência ao suposto ser perfeito, ser esse que teve a “misericórdia” de te acolher.
Assim como não és totalmente tolo, o outro não é de todo sábio.
A desidealização começa com a aceitação dos sinais que estavam a esmurrar a sua porta.
A desidealização continua com a indignação com esses sinais.
A desidealização se concretiza com a constatação clara e inequívoca que, o que se achava ser o “máximo”, na verdade pode ser superado e o que acreditavas ser o teu “modelo”, na verdade nunca foi seu.
Não oculta a tua culpa colocando os outros na posição de bode espiatório. O inferno não são os outros… A idealização foi a tua fraqueza.
Tem-se que desidealizar principalmente o teu próprio “Eu”. Só quando estás de alma aberta que se torna possível não se frustar contigo mesmo.
Não é possível conscientemente direcionar e controlar a desidealização. Ela é um “insight”, uma decorrência do auto-conhecimento. O insight apenas aparece. De nada vale criar fantoches para a sua desidealização, elegendo novos “seres humanos perfeitos”. Muitas vezes os fantoches são modelos de teus credos e repetem tudo o que estavas a renegar.
Não “acabou-se o que era doce”. Percebeu-se na verdade que o “antes” é que era um pouco salgadinho…
(escrito por Rubis, originalmente em 23/12/2004)

SWEENEY TODD

SWEENEYTODD.jpg
Assisiti ontem ao novo filme de Tim Burton, chamado “Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet”.
Para quem não conhece o Tim, saiba que ele é o diretor de filmes como Big Fish, O Planeta dos Macacos e A Fantástica Fábrica de Chocolate… entre outros… Tim Burton também é o diretor dos primeiros videoclips do The Cure, e por tudo isso sou seu fã incondicional.
O filme é uma grande fábula. Desde o clima noir, meio desenho, meio realidade, passando pelo incrível figurino dos personagens e da caracterização “dark” de Londres nos tempos de revolução industrial.
A estória do filme é muito atraente e de grande suspense. Acho que qualquer cena onde exista alguém com uma navalha na mão já é suspense garantido, mas o ator principal, Johnny Depp, foi magistral em seu olhar fúnebre, a lá Eduardo Mãos de Tesoura.
Mas o melhor do filme é que ele é um musical, o que dá o toque final de história encantada à fábula.
Passei por momentos incríveis de magia, suspense e encantamento… Só que vai ser difícil fazer a barba em meu barbeiro novamente…

Um interpretação muito especial do Pai Nosso

Meu Querido Pai, se não acreditamos em Teu Poder Infinito, de nada vale dizer: “Pai Nosso que está no Céu“.
Se desrespeitamos a Tua Criação e Teus Mandamentos Divinos, é inútil dizer: “Santificado seja o Vosso Nome“.
Se descremos de uma existência espiritual, do que adianta dizer: “Vamos nós ao Vosso Reino“?
Se não aceitamos os nossos destinos, tanto na vida humana como na espiritual, como podemos afirmar: “Seja feita a Sua Vontade, assim na Terra como no Céu“?
Se não cremos na Providência Divina e no auxílio que recebemos das esferas espirituais, de nada vale dizer: “O Pão Nosso de cada dia nos dai hoje“.
Se não somos sinceros e generosos para no dia-a-dia perdoarmos os nossos semelhantes, como ter coragem para afirmar: “Perdoai as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores“.
E se não lutamos para vencer as nossas fraquezas e não cremos no poder de Deus para nos auxiliar nessa vitória, é inútil dizer “E não nos deixe Senhor, cair em tentação mas livrai-me e defendei-me Senhor, de todo o mal“.
E se todos esses itens são afirmações sem reflexões de nossa parte, não devemos jamais dizer: “Amém!“, porque essa afirmativa é como assinar um documento de ordem divina na nossa própria consciência.


Trecho do Livro “Universalismo Crístico” de Roger Bottini Paranhos. Texto da oração do Pai Nosso de acordo com a Igreja do Culto Eclético da Fluente Luz Universal.

Começou hoje!

Hoje, a primeira segunda feira do ano depois do carnaval, para muita gente, representa o primeiro dia do ano.
E no Calendário Maia, hoje é dia do MAGO RESSONANTE:
‘Hoje abro meu coração e vivo no ‘aqui e agora’ para canalizar minha cura.’
Começemos então o ano, focados na úncia coisa que realmente “é”: o Aqui & Agora.