Vivência de Inverno na Arca Verde

Vivência de Inverno na Arca Verde com oficina prática de forno de barro para aquecer os corações!
22 a 25 de maio de 2008 na Arca Verde
São José dos Ausentes – RS

O inverno mais rigoroso do Brasil tem os seus encantos na Arca Verde! Além das lindas paisagens nos campos de altitude muitas vezes cobertos de geada, do céu inundado de estrelas e de chances de neve ao longo dos meses de frio, a Arca abre suas portas para uma aconchegante vivência em nossa pequena ecovila. Neste feriado de Corpus Christi, a Arca Verde vai compartilhar conhecimentos sobre sustentabilidade e bons momentos ao redor do fogo, consagrando este elemento com a construção coletiva de um forno de barro!
A Vivência
– Visita técnica guiada na Arca Verde e contato com o dia-a-dia de uma comunidade intencional ou ecovila
– Programação Cultural noturna com filmes e apresentações didáticas
– Passeios guiados a cânions e cachoeiras de nossa biorregião
– Oficina prática de forno de barro a lenha, tecnologia renovável para assar pizzas e pães entre outros
– Alimentação natural, integral, ovo-lacto- vegetariana e majoritariamente orgânica
– Mini-oficinas sobre temas relacionados com sustentabilidade, tais como Consumo Consciente, Ecologia Doméstica de acordo com a demanda do grupo.
– Celebração final com inauguração do forno, danças circulares e música ao redor da fogueira (traga seu instrumento)!
Hospedagem
A hospedagem na Arca faz parte da vivência. A Arca Verde oferece a estrutura de camping, com espaço para barracas cobertos com lonas, sanitário compostável e banho quente e 8 vagas no Yurt – contrução tradicional dos povos nômades da Mongólia (leia mais em nosso Guia do Visitante e seção Notícias no site http://www.arcaverde.org).
Investimento
R$ 200, incluindo a vivência, hospedagem e alimentação. A Arca Verde aceita Verdinhas – moeda social da Arca. Valor parcelável no cheque pré-datado.

Dança dos Mudras

Essa é uma das Danças Circulares que aprendemos em nossas vivências da Permacultura: A Dança dos Mudras.

“Mudra, uma palavra com muitos significados, é caracterizada como gesto, posicionamento místico das mãos, como selo ou também como símbolo. Estas posturas simbólicas dos dedos ou do corpo podem representar plasticamente determinados estados ou processos da consciências. Mas as posturas determinadas podem também, ao contrário, levar aos estados de consciência que simbolizam. Parece que os mudras originaram-se na dança indiana, que é considerada expressão da mais elevado religiosidade. […] O significado espiritual dos mudras encontra sua expressão perfeita na arte indiana. Os gestos das divindades representadas na arte hinduísta e buddhista e os atributos que os acompanham simbolizam suas funções ou aludem a determinados acontecimentos mitológicos. […] No decorrer dos séculos, os buddhas e bodhisattvas representados iconograficamente com seus gestos simbólicos e atributos propiciaram o estado de espírito próprio da meditação e criaram uma profunda atmosfera de crença.”

(Ingrid Ramm-Bonwitt, Mudras)


Estaremos dançando essa e outras Danças Circulares na Cerimônia à Lua Cheia de Wesak, que acontecerá na próxima Lua Cheia.
Se você quiser mais informações, deixe um recado abaixo.

Jóia Rara

Lú Rosa @ H.Stern

A Estória das Coisas

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Clique para repensar sua vida.

– Vale muito a pena ver esse vídeo. São apenas 21 minutos…
– 21 minutos???? Está louco??!?!? Eu não tenho 21 minutos!!!
É por isso que vale muito assisitir a esse vídeo. Temos que trabalhar, trabalhar, trabalhar, estudar, estudar, estudar… Para quê? Descubra clicando na figura acima.
Assistiu? O que achou?

Maquiné e o Balanço


foto de Arivaldo Chaves, Zero Hora de 07/05/08

Essa fotografia saiu no jornal ZH de ontem, ocupando quase meia página.
Nela estão nossos amigos Pedro, Ana e Décio, cruzando o rio com água acima da cintura, numa tentativa de fugir do isolamento causado pelas cheias geradas pelo ciclone extra-tropical da semana passada.
“Foto antológica”, como disse o Tiago. Vai ficar para sempre em nossa memória, e serviu para nos mostrar que em matéria de “balanço”, Maquiné não tem condições. Situada num vale tipo cannion, quando chove muito ” a água sobre e a pedra desce”…
Em situação melhor estavam outros integrantes do Porto Semente, que mesmo sob os teríveis efeitos do mesmo ciclone, não tiveram enchente e nem pedra rolando. Também pudera, eles estavam no ponto mais alto do estado, protegidos pelas formações rochosas dos Campos de Cima de Serra.



“Não vos deveis sentir como covardes refugiados de guerra ou como os últimos a deixarem um barco que está à deriva e à beira de um irreversível naufrágio. Não foi esse tipo de compromisso que vos tem reunido para o Trabalho aqui e em vosso mundo. Sois corajosos desbravadores de um Tempo Novo, navegadores intrépidos de mares ainda desconhecidos, em busca de Portos que meio à LUZ já conheceis mas que, na penumbra de vosso conturbado tempo, ainda não passam de inquietantes promessas”
Tzarim (Mabi Isa)

SUPERDESINTERESSANTE

A Revista SUPERINTERESSANTE desse mês tem na capa uma matéria sobre Médiuns. Fui ler e lá encontrei a frase:
“Os Cientistas acreditam que o cérebro explica a Medinuidade, mas não sabem dizer como”.
Como continuar a leitura a partir de uma frase dessas? Percebam a incoerência: “Os Cientistas acreditam…”. Ué, cientistas não teriam que provar? Agora eles tem que acreditar? E o pior é que essa “crença” deles não os leva a lugar algum.
A matéria é toda assim: superficial, incoerente e tosca. Assim como a essa revista tem sido ultimamente: Chamdas bombásticas na capa e conteúdos ridículos.
Espero o dia que a ciência realmente inclua a fé em seus teoremas e a religião também se guie pela razão e não apenas na fé cega.

Luzes

Luzes

Vi Luzes, de todas as Cores
Elas, piscaram para mim…

Faxina no Mondo

Pois é… Passei grande parte desse feriadão (nos momentos que havia energia elétrica…) arrumando o design do MondoVR, atualizando sua versão, traduzindo páginas e mensagens e corrigindo alguns antigos bugs.
Aproveitem e leiam e releiam os antigos arquivos, através dos Arquivos dos meses anteriores. As categorias tiveram que ser apagadas, mas aos poucos eu irei reclassificando os artigos.
Eu incluí na coluna esquerda, um resumo dos artigos que li recentemente em outros blogs e me chamaram a atenção. Nesta coluna também tem os anúncios do GoogleAds: clicando nesses anúncios você ajuda o MondoVR a cobrir os seus custos de publicação e hospedagem.
Se você ao navegar pelo Blog notar algum problema, por favor, deixe um comentário para me ajudar a corrigir todos os eventuais erros que ainda persistem.
Muito obrigado e Boa Nova Navegação.

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Feriadão Chuvão

Chuva Chuva Chuva
Chuva-Chuva-Chuva no feriadão porto-chuvense.
E enquanto o anti-ciclone passa, a base avançada do Porto Semente, composta por Lú Rosa, Fábio Frasson e Maria Paula “Pú” se firmava nos Ausentes, desafiando a chuva, o vento e o frio para o Treinamento da Vida Sustentável. AHO !
Atualização Domingo, 04/05/2008, 10:00 hs:

E continua o ciclone… Aqui no meu bairro, a energia eletríca ficou desligada por pouca horas e no sábado fiquei sem internet. Lá na Serra, a Lú está ilhada, sem energia, cem celular, e com o riacho (que virou um afluente do Amazonas) impedindo o retorno da galera…. Ai ai ai…

e-Rubis no FILE

e-Rubis no FILE
Aproveitei a chuvosa e incestuosa sexta-feira perdida de feriadão para passear na Rua da Praia. No final dela, descobri, no Santander Cultural, a exposição FILE.
O digital interagindo com lúdico. Gostei das instalações do Pulo, na qual você tinha que ir pulando junto com as pessoas que pulavam no vídeo projetado na parede e assim, sua imagem era incorporada à da multidão.
Legal o livro que criava figuras tridimensionais na tela ao virar de suas páginas. Legal o desconcertante efeito das TRANSESTRUTURAS.
Enfim, prefiro a e-art do que a arte comtemporânea, pois ao contrário desta, a e-art não substima o intelecto do observador, e só existe a partir dele.
FILE 08 Porto Alegre - Vista Geral
Expandiu ainda mais a minha percepção, que enraizada na perfeita beleza da natureza, enxerga os pixels disparados por chips como fagulhas de uma criação incansável, que tenta se esgotar por todos os seus meios. Mas nunca consegue. AHO!