O MondoVR adverte: Futebol, essa droga mata

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Lamentavelmente tivemos mais uma vez um caso de assassinato por causa dessa droga de futebol. Assassinos do Grêmio mataram seus rivais do Inter. O enterrro foi nesse fim de semana.
Eu já havia escrito escrito que Futebol é uma Droga: Vicia e faz mal. E agora vem mais uma prova: Essa droga também mata.
Ontem durante o jogo eu passava pela cidade. As pessoas reunidas em bares, bebendo, gritando, xingando, reunidas em guetos azuis e guetos colorados, exercitando sentimentos baixos. Fiquei triste e com medo. Corri para casa.
E não me venham com argumentos que isso é apenas coisa de minorias: quem vai no estádio está dentro dessa egrégora do ódio, que prega o separatismo, a superioridade de sua quadrilha e xinga o outro Ser. E também ensina indiretamente isso para seu filho quando compra uma camisa do seu (não “dele”) time para ele. Você participa dessa quadrilha quando idolatra ícones de cultura vazia como se idolatram esses mercenários que são os jogadores. Quando consome produtos que esses párias anunciam.
Chega!!! Abstinência é o único remédio para essa droga. Não ligue mais para o futebol. Vai correr no parque ao invés de perder o tempo em frente da telinha.

Saindo da Ilusão…

Se a imprensa, que faz parte do Sistema, realmente quisesse mostrar o que se passa no mundo, a Revista VEJA se chamaria ENXERGA.

Vejo o Brilho (São Pedro)

TRABALHO DE SAO PEDRO
Fizemos no CHAVE de SÃO PEDRO uma grande confraternização das Igrejas Daimistas do Rio Grande do Sul, comemorando o padroeiro da casa, o Sâo Pedro.
Salão repleto, muita Força, Firmeza e Fé.
Saímos do trabalho renovados em nossos ideais de Vida, Paz, Harmonia, Amor, Verdade, Justiça, Fé, Firmeza, Consciência,Serenidade, Respeito, Calma, Tranquilidade, Obediência e Coragem, além de tantas outras pérolas que estão no Hinário do Padrinho Alfredo, o qual cantamos nessa noite.



Vejo o Brilho
Vejo o brilho lá de cima
Aqui na terra cor de ouro
Vejo a floresta florada
Vejo todo meu tesouro
Ao amanhecer do dia
Vejo todo movimento
Onde mais me harmonizo
E corrijo meu pensamento
Vivo alegre e satisfeito
Como meu Pai me ensina
Viva o nosso Pai Eterno
E viva nossa Mãe Divina
Este brilho é tão perfeito
Que nos traz a posição
De vivermos como ele
Livre de toda ilusão

Ups & Downs



Festas Juninas

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Viva todas as Festas Juninas!!!

6 R’s

Recusar,
Reduzir,
Recondicionar,
Reutilizar,
Reciclar e…
Repensar !!!

Balança mas cai

A inteligência americana, que baseia suas projeções nas mudanças climáticas como descreve o informe de especialistas intergovernamentais da ONU, prevê sobretudo que seu impacto agrave problemas já existentes como a pobreza, as tensões sociais, a degradação do meio ambiente, o enfraquecimento das instituições políticas e o aumento da emigração econômica.
As mudanças climáticas, assim como as políticas aplicadas para enfrentá-las poderão afetar também o bom funcionamento do sistema internacional de comércio e de acesso aos mercados de matérias-primas essenciais como o petróleo e o gás com “conseqüências geopolíticas importantes”.
(fonte)
Parece que os americanos já sacaram que o balanço é para valer… E você? Continua pagando INSS para se aposentar aos 65 anos?


A “forma” passa para que o “espírito”, liberto, possa retornar e, assim, avançar mais ainda em seus cíclicos processos de auto-revelação, até que se externalize o “fator-individualizador” de sua identidade cósmica. Nesse processo, ele (o “espírito”), munido de uma personalidade a mais adequada possível às demandas que deseja ver superadas, participa da elaboração sistêmica de civilizações que, a rigor, são meros contextos que o instrumentalizará (ao “espírito”) e garantirá (a ele) suporte a seus projetos. Quando tais civilizações, ou contextos, deixam de ser adequados a tais fins, a essência ( o “espírito”) migra para um outro orbe (mundo), ou a civilização com a qual vinha interagindo, esteja onde estiver, entra em colapso, natural ou artificialmente, e morre, libertando a ele e a todos os demais protagonistas, para uma nova oportunidade coletiva. Da mesma forma como os indivíduos reagem à morte de seus corpos físicos, as civilizações, através daqueles que a dinamizam e a vivem, também o fazem, tanto mais quanto na alma de seus artífices está enraizada, por qualquer motivo, a equivocada idéia de que a morte de seus envoltórios na fisicalidade põe fim a suas essências. É certo, pois, que, quando vencida uma civilização, melhor é dar início a uma nova, mesmo que o colapso do velho contexto lhe atrapalhe os primeiros passos. Tentar salvá-la (à velha civilização), sob qualquer alegação, ainda que plena de boa vontade e esperanças de sucesso, equivale a garantir uma sobrevida clínica a quem já deveria ter partido.” — Adrimon (Issa Aresi)