Balança mas cai

A inteligência americana, que baseia suas projeções nas mudanças climáticas como descreve o informe de especialistas intergovernamentais da ONU, prevê sobretudo que seu impacto agrave problemas já existentes como a pobreza, as tensões sociais, a degradação do meio ambiente, o enfraquecimento das instituições políticas e o aumento da emigração econômica.
As mudanças climáticas, assim como as políticas aplicadas para enfrentá-las poderão afetar também o bom funcionamento do sistema internacional de comércio e de acesso aos mercados de matérias-primas essenciais como o petróleo e o gás com “conseqüências geopolíticas importantes”.
(fonte)
Parece que os americanos já sacaram que o balanço é para valer… E você? Continua pagando INSS para se aposentar aos 65 anos?


A “forma” passa para que o “espírito”, liberto, possa retornar e, assim, avançar mais ainda em seus cíclicos processos de auto-revelação, até que se externalize o “fator-individualizador” de sua identidade cósmica. Nesse processo, ele (o “espírito”), munido de uma personalidade a mais adequada possível às demandas que deseja ver superadas, participa da elaboração sistêmica de civilizações que, a rigor, são meros contextos que o instrumentalizará (ao “espírito”) e garantirá (a ele) suporte a seus projetos. Quando tais civilizações, ou contextos, deixam de ser adequados a tais fins, a essência ( o “espírito”) migra para um outro orbe (mundo), ou a civilização com a qual vinha interagindo, esteja onde estiver, entra em colapso, natural ou artificialmente, e morre, libertando a ele e a todos os demais protagonistas, para uma nova oportunidade coletiva. Da mesma forma como os indivíduos reagem à morte de seus corpos físicos, as civilizações, através daqueles que a dinamizam e a vivem, também o fazem, tanto mais quanto na alma de seus artífices está enraizada, por qualquer motivo, a equivocada idéia de que a morte de seus envoltórios na fisicalidade põe fim a suas essências. É certo, pois, que, quando vencida uma civilização, melhor é dar início a uma nova, mesmo que o colapso do velho contexto lhe atrapalhe os primeiros passos. Tentar salvá-la (à velha civilização), sob qualquer alegação, ainda que plena de boa vontade e esperanças de sucesso, equivale a garantir uma sobrevida clínica a quem já deveria ter partido.” — Adrimon (Issa Aresi)

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