Humano Wars

Publico abaixo um e-mail recebido de meu amigo Claudio Sanchotene, apresentando sua visão a respeito de meu artigo FORMIGA WARS
“Rubis
Com tempo vais acertar os teus plantios. Por enquanto te digo, rapidamente, que as formigas são perfeitos amigos da natureza, e nossos também, portanto! Nós precisamos, para evoluir como especie, entender seus atos. Enquanto não os entendemos, podemos (e devemos) dar a outra face, isto é, não matá-las.
As formigas são muito sensíveis e decididas… e, quando percebem algo fora do lugar fazem o que podem para consertar…
No caso da horta, pelo que vi, aconteceu o seguinte:
Era um ecosistema estável, complexo, bio-diverso. Existia uma grande quantidade de microorganismos (bacterias, fungos), mesoorganismos (minhocas, insetos) e macroorganismos (plantas). O solo estava protegido do sol e da chuva, as temperaturas oscilavam pouco, álcalis (yang) e ácidos (yin) equilibrados…
Entao chegou o humano e… eliminou os macroorganismos, expôs o solo ao sol, aos ventos, aos raios cosmicos, à chuva, ao frio e calor; os micro e mesoorganismos perderam seu confortavel ambiente, ficaram “estressados”, fugiram e/ou morreram; o campo etéreo do local, que era grande e brilhante, esmaeceu, escureceu…
ENTÃO, as corajosas formigas tomaram para si o trabalho de patrulhar o local, eliminando (afastando) os seres fracos e inadequados à este ambiente mortal… e só permitindo ali nascer e crescer seres expressamente compatíveis. Quais são estes seres?… Os que ali estavam e deixaram raizes (se o humano permitiu!) ou sementes que formarão novas plantas, e outros seres, todos yang (com células pequenas e fortes)… que cobrirão o solo rapidamente (se o humano permitir).
O humano tenta “criar” neste solo plantas que ele considera bacanas, macias, “comuns”, encontráveis no Supermercado (plantas Yin,… com celulas gordas, frageis, adocicadas, produzidas com drogas e em ambiente baixo / prana por outro humano indiferente).
O humano, quando entender… vai AJUDAR a formiga, cobrindo novamente o solo, com folhas, galhos, cocô de vegetarianos… até que o cheiro de morte desapareça e o campo etéreo brilhe, e então, só entao, convidará outros macroorganismos pra morar ali.
Enquanto espera passar o trauma, semeia sementes, faz mudas, perto do local definitivo e das formigas, em uma caixinha com solo local…
Galhos “roubados” de couves do vizinho amigo, simplemente fincados no chão, são a melhor opção, podendo ser “protegidos” com borra de café…
Rubis, enquanto aprende vai olhando em volta e verás que a horta já está linda, pronta, abundante ao redor de seu sítio!
Abração do Claudio”

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