Chega de Chill Out…

… agora sou cantor!!!

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Tempol

Normalmente sigo uma pauta, uma idéia, enfim, um guia, em cada artigo que escrevo aqui no Mondo.
Porém esse está saindo sem essa preparação, mas não sem motivação, pois a motivação é o principal para começar a se escrever. Estava afins de escrever alguma coisa, porém não sei exatamente o que. Escrevo então sobre mim.
Fiquei “zapeado” as abas do meu Mozilla, alternando entre os sites do Twitter, Orkut, MySpace e News. Nada me motivou a escrever. Parece que apareceu um ovni na China, o Brazil foi trend topicos no Twitter, a comunidade 11:11 do Orkut está de boa, enfim, nada excepcional para ganhar o mérito de entrar no Mondo.
Eu estou com aquele princípio de gripe. Nariz escorrendo, corpo molengão, dorzinhas aqui e acolá. E estou tomando uns remedinhos. Detesto remédios. Minha síndrome do carpo continua e eu nada de ir no médico.
Acho que eu faço isso pois no fundo sei que o “Tempol” é o melhor remédio. Sempre me curei das poucas efermidades que se abateram sobre mim tendo paciência. Paciência é algo importante sempre, e na doença é mais ainda.
A paciência que uso em mim, as vezes fica rara para os outros. Acho que é a confirmação de “paciência tem limite”. Tem coisas que me fazem perdê-la. Quando a gente perde a paciência, é uma mistura de bons e maus sentimentos, pois a explosão detonada pelo término da paciência faz você recobrar o seu Eu, que geralmente é bem pequeno nas pessoas de grande paciência. Pois quanto mais paciência se tem, menor é o seu Ego, e maior é o seu Amor Incondicional. Mas o Amor Incondicional depende também do Amor Próprio, que não deixa de ser uma forma importantíssima de Amor. Então ao se decretar o seu final de paciência, geralmente se renasce o sentimento de estar bem consigo mesmo.
Até que ponto temos que aguentar chateação??? Parece que tem uma passagem na Bíblia que temos que perdoar não 7 vezes, mas sim 70 sete vezes 7. Deixa eu ir procurar no Goggle…
Mateus 18,21-35: Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? E Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.
Setenta vezes Sete dá Quatrocentos e Noventa. Pela minhas contas (precisas) já aconteceram mais de 1185 situações de stress idênticas, ou seja, to mais que com razão de estar stressado e perder a paciência. “Tempol” não serve para tudo.

11:11 Espacial

11:11 Espacial

Essa é a ISS – International Space Station (Estação Internacional do Espaço).
Vários 11:11 no espaço…

José Rodrigues Trindade

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As pessoas por simplicidade reduzem a vida de algumas pessoas apenas por uma obra. Tipo: “o pintor da Mona Lisa”, “o presidente que construiu Brasília”, ou o autor de “Casa no Campo”…
Assim é o caso de José Rodrigues Trindade, que é mais conhecido por “Zé Rodrix“.
Nessa semana pensei muito no Rodrix. O cara sempre foi uma grande referência para mim. O primeiro cara a se apresentar com sintetizadores na TV… Adorava aquilo. Fui estudar teclados por causa dele (e do Wakeman, é lógico!).
Sua referência também passou pelo projeto com Sá e Guarabira, e sua carreira solo com as incríveis letras como “Devolve meus Lps”, “Casa no Campo” e “Soy Latino Americano”. Sem esquecer do Joelho de Porco… A “Lata”, minha banda de rock da adolescência tocava todas músicas do Joelho.
Depois fui para a área da publicidade e o Rodrix continuava uma referência com seus jingles… Ele sempre foi “O” “Cara”. Com maiúsculas!
Nessa semana pensei e li muito sobre ele. Até escrevi um artigo inspirado em sua obra.
E hoje, pelo Twitter, soube que ele “fez a passagem ontem”, aos 61 anos.
Algumas pessoas são conhecidas apenas por uma obra. José Rodrigues Trindade, o Zé Rodrix pode ser lembrado por “Casa no Campo”, mas nunca resumido a apenas essa (maravilhosa) obra.
por
Vicente Luís de Campos Rubino
conhecido por “Rubis”
Autor do “MondoVR”…

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Aventura na Selva

Hoje de tarde saí resolvido para empreender uma aventura. Uma “Aventura na Selva”. iria me embreenhar no mato daqui do sítio. De galochas, Sr. Brahma, facão e Iphone… E a aventura foi transmitida em tempo real, pelo Iphone, usando o Twitter. Vejam como foi:

  • Vou fazer uma excursão para dentro da mata… Se pegar algum sinal lá dentro, mando um update pelo iphone… Fui….

(about 6 hours ago)

  • Agora vou seguir esse curso dagua.

(4 hours ago)

  • O sinal aqui ta ficando fraco. Mata fechada. Começa a entardecer. Tenho que passar uma ponte de árvores. Ai ai ai.

(about 4 hours ago)

  • Verde Azul e Branco. O céu esta particularmente magnífico sobre a mata.

(about 4 hours ago)

  • Não é só no céu que tem coisas legais: no chão também tem. Tem muita aranha também.

(about 3 hours ago)

  • O Sr. Brahma me acompanhou na trilha. Bom Pastor!!!

(about 3 hours ago)

  • Na volta, já na ponte, vi que tinha deixado cair o Iphone. Tive que voltar um bom trecho já no escuro. Por sorte achei! No chão… Bahhhh!!!

(about 2 hours ago)

(about 2 hours ago)

  • Agora já estou em casa, todo enlameado. Vou tomar banho.

(about 1 hour ago)

Eu quero uma Ecovila na Montanha

Eu quero uma casa no campo...
Eu quero uma Ecovila na Montanha
(parafraseando Zé Rodrix)
Eu quero uma Ecovila na Montanha
Onde eu possa compor muito chill outs e proggy’s
E tenha somente a certeza
Da Egrégora do Bem, e nada mais
Eu quero uma Ecovila na Montanha
Onde eu possa ficar finalmente em PAZ
E tenha somente a certeza
Da expansão da consciência, e nada mais
Eu quero uma horta orgânica
E flores mil cores no meu jardim
Eu quero o Silêncio das Mentes Paradas
Eu quero a esperança sem óculos
E um filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com a mão
A macaxeira integral.
Eu quero uma Ecovila na Montanha
Do tamanho ideal, pau a pique privê.
Onde eu possa plantar meus amigos
Meus mp3’s e internet, e nada mais.

Vamos seguir, vamos seguir, vamos seguir… Vamos embora!

O Retorno
Um sinal no céu se configura com um sinal na terra.
Uma direção e uma mensagem… O Retorno.
Vamos retornar para a natureza! Sigamos a trilha do Arco-Íris.
No final do Arco-Íris encontraremos o nosso tesouro!

Show do Darmas Lovers: como foi?

Darma Lovers
E os Darmas novamente tocaram no Theatro São Pedro. E eu novamente estava lá: simplesmente não poderia perder o lançamento de seu novo álbum chamado “Simplesmente”.
Eu já conhecia algumas músicas novas, pois eles já as estavam tocando nos seus últimos shows. Destaque para a ótima letra e arranjo de “A Lógica da Liberdade”.
A banda estava ótima como sempre. Grandes músicos. Agora com o peso do Barba, na bateria, os Darmas ganharam mais punch no som, se afastando um pouco dos sons mais light dos albuns anteriores, e abafando bastante a performance do percursionista Sassá. Ao vivo eles se apresentaram também com um violoncelista, um tecladista e um outro guitarrista além do 4Nazzo. Muita gente… O Fornazier parecia o Clapton, e estava muito instrospectivo, não dando nenhum sorriso em todo o show. O Jimi Joe está parecendo um sósia do Padrinho Alfredo. O baixista Thiago cada vez mais com a aparência de um gangster moderno chinês. Pena que ele não tocou piano dessa vez… A Yang (agora Irinia – novo nome para a vocalista) começou com um modelito preto, mas depois clareou com um vestido branquinho. Bem legal o efeito da projeção de imagens no vestido, exceto pelo fato que o video acabou antes da música e ficou projetando o menu do DVD. Ninguém percebeu?!?! Já o Nengung cada vez mais carismático, deu um show com a roupa “Classe A”… Acho que devem aumentar a voz dele na mixagem geral.
Então foi isso. A banda cada vez mais madura, pronta para alçar os vôos mais altos que lhe estão reservados.
Darma Lovers
A Lógica da Liberdade

Aprendi que a semente libera a flor
E a flor se abre para libertar a cor.
Como então, poderia não essa cor nos libertar?
Já provei que a fruta libera o sabor
E o sabor liberta sim satisfação.
Como então, poderia não o sabor nos libertar?
(se a isso até a lógica relógica talvez se curvaria)
Sei que essa lógica não é nada comum,
Nem esse meu amor,
Nem esse mundo que vejo girar ao redor…
Vibração é o que faz libertar o som
E esse som vem declarar meu amor.
Como então, poderia não o amor nos libertar?

Sempre viajando…

MárioMário Biker
Mário Monster e sua Special Bike.