movimento #byetv

Lancei um movimento mooondial no Twitter: O movimento #byetv:
mondovr moviment #byetv > RETWEET and say goodbye to your TV. Turn it off! #byetv > Bye tv is not buy tv… moviment #byetv > no tv, no celebrity !
mondovr movimento #byetv > Alow, rebanho! Vamos nos emancipar! Agora tomamos o centro, as noticias são nossas. Desligue a tv forever! xô xploration!
mondovr movimento #byetv > Eu nem tenho tv em casa! Na minha cabeça só entra o que eu deixo. Chega de futebol, novela e telejornal. O “AGORA” é teu!
mondovr movimento #byetv > Nada de assistir televisão! De uma hora para outra acabam as “celebridades”, somem discussões bobas e todo mundo fica :^)

Participe para sempre você também do movimento #byetv… bye

Matemágica

Para alguns é apenas Matemática, para outros parece Mágica!
Para mim, é simplesmente Matemágica… AMO!
(Leia mais sobre a proporcão áurea aqui no MondoVR)

Very Beautiful

Aqualocos
Mais fotos aqui.

Teorias Musicais

A Música se expressa em várias Dimensões. Vamos fazer uma viagem por este universo das vibrações melódicas!
A primeira dimensão musical é a Melodia. A Melodia é aquilo que assoviamos. É o que fica em nossa mente, martelando nosso cérebro: aquela linha melódica que não quer nos deixar. A melodia é a primeira dimensão musical e por isso é a primeira que deve ser domada pelo músico. A Melodia é o solo, o uno, o ego. É aquilo que brilha e por isso denota grande importância. É o cantar de um passarinho.
Logo depois da Melodia, vem a Harmonia. A harmonia é o que dá o suporte para a melodia, é o embasamento da música. São os acordes, os alicerces musicais. A Melodia é a união das notas, a solidariedade. Mesmo não estando à frente, a harmonia dá o suporte e a segurança para a melodia se desenvolver. É o cantar da floresta como um todo.
Agora vem o Ritmo, ou o Andamento. É a velocidade, ou de outro lado, a lentidão. É o ímpeto, ou a sobriedade. É como a música se desenvolve ao longo do tempo.
O Timbre é a característica que distingue os sons entre si. É o que difere um violão de um piano aos nossos ouvidos. O timbre nos traz a beleza do som da madeira de um fagote, o aveludado de um cello ou a rispidez das guitarras distorcidas.
A Altura é o tom musical: os Graves e os Agudos. Aquilo que faz a dimensão da Melodia, apesar dela pensar que se basta por si. A altura musical determina o Tom que a música flui e determina uma característica escondida que a música nos apresenta subjetivamente: a alegria do agudo ou a sisudez do grave.
O Volume é a sutileza dos sons quase inaudíveis e a agressão dos alto-falantes gritando em 1.000 Watts. O volume nos traz o envolvimento, chama a atenção para cada componente musical e é responsável pelo balanço entre cada instrumento e cada momento.
O Músico completo tem domínio sobre todas essas dimensões.
O Músico incompleto falha neste entendimento global. Muitas vezes, por algum talento que o Cósmico lhe brinda, é o virtuoso da melodia ou do ritmo, fazendo aqueles solos de guitarra incríveis, que como diz Paula Toller, “não vão te conquistar”, apesar de sempre renderem algum aplauso ou elogio no final do show. E numa armadilha que o dom sempre arma para seu possuidor, infla o ego do solista.
Mas aquele que tem a virtude da Harmonia, o maestro que entende do Timbre adequado na situação certa, o que tem o bom senso do Volume certo da hora adequada e principalmente o mestre que sabe dos efeitos adjacentes que a Altura traz para o ambiente que a música se desenvolve, é aquele que tem a humildade de se calar perante a audácia do incompleto, que acredita que a técnica baseada na mecanicidade de tocar a mesma música no mesmo lugar por muito tempo, é o saber absoluto.
A humildade traz a harmonia e é o alicerce do Sábio. O orgulho traz a desarmonia e é o telhado de vidro dos débeis.
Mas tudo isso são apenas teorias musicais

O luar hoje vai ser “Bonito”…

luarbonito.jpg
Hoje é Lua Cheia! E eu estarei em Bonito, no Mato Grosso do Sul, na região do Pantanal Sul.
A Lua Cheia e sua luz de prata vai iluminar as doces águas de Bonito.
O luar hoje vai ser “Bonito”… Estou na expectativa de uma grande consagração com a Natureza.
AHO !!!

Atlântida – No Reino da Luz – Vol. 1

atlantida1.jpg
O aguardadíssimo novo livro de Roger Bottini Paranhos foi lançado oficialmente no dia 2 de setembro de 2009, e em breve estará disponível nas livrarias de todo Brasil (com previsão de até o dia 10/09, segundo Sérgio Carvalho, editor). Mas o livro já se encontra à venda no site da Editora do Conhecimento.
Atlântida – No reino da Luz é um livro revolucionário sobre o continente perdido que fascina a humanidade faz séculos, desde os enigmáticos relatos de Platão: Timeu e Crítias. Com uma abordagem completamente inovadora, o autor nos apresenta nesse primeiro livro o final da era de ouro da sociedade atlante, momento em que espíritos exilados do sistema de Capela, a “raça Adâmica”, chegam à Terra para iniciar o seu processo de resgate espiritual.
O leitor conhecerá nessa obra o fabuloso domínio dos atlantes sobre a energia Vril, o quinto elemento, que permitiu-lhes adquirir avançado padrão tecnológico, superior ao atual, há 12 mil anos. Tomará conhecimento do trabalho desse elevado povo na criação da raça humana da terceira dimensão, através de engenharia genética, milênios antes, promovendo a misteriosa evolução do macaco ao homem: o “elo perdido” da ciência; com o objetivo de tornar o mundo primitivo apto a receber a encarnação de espíritos nessa etapa evolutiva. Conhecerá, também, o trabalho dos atlantes para civilizar esses povos, fato que criou as lendas primitivas dos “deuses gigantes que vinham dos Céus”.
Os leitores acompanharão, também, os dramas de consciência dos sacerdotes do Vril da nova geração, os atlantes-capelinos, que sofreram a sedução do poder e dos caprichos típicos entre almas ainda escravizadas aos desejos humanos, levando-os ao lado negro. De forma envolvente e com profunda abordagem psicológica, Roger Bottini Paranhos nos apresenta uma Atlântida jamais narrada, com riqueza de detalhes e conteúdo consistente, algo sem paralelo na literatura mundial a respeito desse tema.


Eu já lí os 2 primeiros capítulos e posso afirmar duas coisas: 1- O Livro é realmente maravilhoso. 2- Eu estava lá!
Descubra se você também faz parte dessa egrégora! Leia as obras do amigo Roger!

Os Níveis da Consciência

Tive um insight nesse sábado. Sobre a diferença entre os níveis de consciência das pessoas.
O PRIMEIRO NÍVEL, que é o nível mais baixo, é aquele que as pessoas não se dão conta do que acontece com elas. É a inconsciência total, que gera o carma. Nesse estágio inicial, você não vê e não sente que algo está lhe causando um mal, por que pensa que nada existe fora daquilo. Você diz para si mesmo: “É ISSO AÍ MESMO…”, não percebendo que essa frase é um implante de um comercial de refrigerante, que botaram em sua mente.
O SEGUNDO NÍVEL, também de baixa consciência, porém já com alguma percepção, é aquele que perante algo indesejável, você diz: “EU NÃO AGUENTO MAIS ISSO!!!”. Perceba que é o Ego gritando, se fazendo de vítima, muitas vezes para chamar a atenção. Esse nível também traz a auto-comiseração, ou seja, a pena de si mesmo. É um nível de alto sofrimento. Muita gente ainda está nesse nível.
O TERCEIRO NÍVEL, vem com a frase: “EU NÃO QUERO MAIS ISSO”. Agora a consciência já aparece mais forte, com a percepção que algo não está indo tão bem assim. Esse nível não é o mais elevado ainda, pois para dizer-se que “não se quer mais isso” é porque já se ultrapassou o nível de tolerância, e portanto não se foi consciente suficiente para se parar antes. A maior parte das pessoas age assim e portanto se encontra nesse nível.
O ÚLTIMO NÍVEL, e o nível mais alto, está representado na frase: “EU NÃO PRECISO MAIS DISSO.” É a demonstração da percepção plena do momento ideal, e também um desprendimento em relação ao que se está deixando. A frase “Eu não preciso mais disso” representa o desapego, e a afirmação interior que se é maior do que os seus hábitos deletérios ou seus posicionamento perante a relacionamentos. Poucas pessas já atingiram esse nível.
(reeditando um artigo de 01/03/08)