Que Chato!

Existem classes de “Chatos”.
Tem aquele chato “sem noção”, que faz comentários inadequados, piadinhas sem graça e cansa pela insistência de seus pedidos. Esse chato é aquele que está abaixo do QI médio da população. Ainda falta algum desenvolvimento. Devemos ter paciência com eles.
Mas também tem aquele chato “com (muita) noção”: prolixo, reticente, faz comentários ácidos, expondo as mazelas de nosso ser. Ele não sabe conversar sobre futilidades, e parece que suas idéias são sempre o centro referencial, de onde devem ser desenvolvidos todos os outros pensamentos. Esse chato é aquele que está acima do mínimo múltiplo comum da população. Devemos ter paciência conosco mesmo quando nos deparamos com esse tipo de chato.
Ter paciência com o Chato Besta ou ter paciência conosco mesmo na frente do Chato Genius é sempre um ato de humildade.
Agora quando nos percebemos estar no papel do Chato, devemos também tomar atitudes. Se somos o Chato Besta, vamos ligar o nosso “Semancol” e ficar atentos para não pisar na bola. Se somos o Chato Genius, vamos respeitar o outro e não puxar demais os seus limites.
Só tem uma situação onde se pode ser chato: “Não é chato ser Chato quando se é chato com o Chato”
O Chato é sempre um ser egóico. Que Chato!

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