Missão – Parte 1

Como consultor empresarial, é comum eu me deparar com a necessidade de se redigir a Missão da organização a qual estou ajudando. A Missão empresarial bem redigida e bem difundida desenvolve nos funcionários um senso comum de oportunidade, direção, significância e realização.
Deveria ser assim também com as pessoas. Todos deveriam saber qual sua Missão. E a partir daí dar uma maior significância às suas vidas, alinhando suas ações para o que deve ser feito.
Só que as pessoas não sabem, ou melhor, se esquecem o que vieram fazer na superfície da Terra. E a partir daí ficam à mercê dos acontecimentos, ou dos oportunistas de plantão, notadamente aqueles que controlam o sistema.
Para saber qual é a sua Missão, devemos primeiramente saber qual NÃO É a nossa Missão.
E a maior dica é: a missão do outro não é a nossa missão, assim como a nossa missão não pode ser repassada para outro. No momento que assumimos o que pensamos ser a missão do outro, automaticamente colocamos tantas novas variáveis no meio que seria muita presunção pensar que ainda estamos no caminho de uma missão pura. Quem conta um conto, aumenta um ponto e quem assume uma missão de outro a modifica.
Mas o pior é: não seria uma fuga, um desmando, um mal-entendido assumir algo alheio e deixar de fazer o que é o seu?
Por isso, repito: a missão alheia não pode nunca ser a sua missão. Já é um começo

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