Redes Sociais

 

rede

Hoje o grande “lance” da internet atende pelo nome de Rede Social.

Já foi o e-mail, já foi a própria www (world wide web), passou pelos blogs, passou pelo aquilo que chamamos de web 2.0 (algo que nunca se soube bem o que era), mas hoje estamos na era do Twitter, Facebook, Tumblr, Linkdin.

Além das estrelas das Redes Sociais, a internet hoje também é o reino do áudio e vídeo digital. Facebook, Vimeo, SoundCloud, MixCloud, Rdio, e por aí vão os serviços de streaming (transferência de arquivos de áudio e vídeo em tempo real). E cada vez mais nosso computador se torna o centro de nosso lazer doméstico.

A internet hoje é sobretudo o momento dos mecanismos de busca, com o soberano Google reinando todo o universo digital. Saudosos tempos do AltaVista e do diretório do Yahoo.

Na troca de arquivos, saímos de um momento amador e idealista do Napster para um descentralizado Bittorrent, e sua democrática, porém questionável, facilidade de compartilhar filmes e músicas e tudo o mais.

A web hoje migra dos computadores de mesa para os celulares inteligentes: a internet móvel.

E a internet substitui a nossa operadora telefônica: agora é possível estar em contato permanente com seus amigos via Whatsup, Messenger, Viber, Facetime, e vários outros. Até o ICQ saiu da tumba!

E já estamos entrando na “internet das coisas”: a era da interligação total das máquinas com a rede.

Tem sido uma dádiva poder acompanhar passo a passo toda essa jornada, como estou fazendo desde o início da internet acadêmica aqui no Brasil, ou seja, desde a década de 90.

Feito esse relato, retorno ao assunto das Redes Sociais. 

A idéia que tinha tudo para ser uma idéia libertadora, tornou-se realmente numa “rede” que maneja o “cardume” dos usuários. 

E este manuseio é muito grande, afetando principalmente o “agora” das pessoas, que trocam tudo o que acontece e até o que poderia acontecer, pelo ato bobo de deslizar um dedão na telinha para olhar efemeridades: o Facebook está repleto de videos idiotas, de frasezinhas de auto-ajuda e fotos de gato.

Além disso, a rede nos enlaça no consumo, com as publicidades não-solicitadas (e desde quando publicidade é solicitada?) pipocando em nossos navegadores, emails e time-lines.

A rede manuseia nossos hábitos on-line para virarmos métricas de tendências e assim tornamo-nos mais e mais no “cardume”.

Já fiz vários períodos de “disciplina” de facebook, ou seja, periodos de vários dias e até semanas que não acessei a rede, e pasmem: me senti melhor.

Então a tendência é usar menos o Face, e escrever mais por aqui. Vou tentar interligar esse WordPress aos comentários do Face, só para não ter que entrar lá para ler eventuais comentários. Porque na real é isso que importa: comentários sensatos para artigos interessantes. Esse deserto de artigos copiados e colados e curtidas insossas traz-me náuseas.

As pessoas não leem mais por causa das redes sociais. Duvido que no Face as pessoas leriam um artigo do tamanho deste (que nem é loooongo). Então no Face vou postar mais fotos via Instagram,até eles não estragarem essa ferramenta também, a exemplo do triste fim dos checkins no 4sq.

Meu dia a dia vai pro Twitter, permaneço no Face apenas pelo Messenger e para as pessoas poderem ver minhas fotos do Insta e meus artigos aqui do MondoVR.

Quem cai na rede é peixe. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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