Soneto Sufocado

Baixa a neblina sufocante:
Ar pesado e denso odor,
Na noite, a lua minguante
Aumenta a cena do horror.

Silêncio, que lembra a morte
Um vulto, de arrepiar
Quisera tivesse mais sorte
E num pesadelo estar.

Porque quando sonha, se acorda.
Do sonho pode se salvar.
Só não se salva é da vida…

O fog é que te recorda
Que já não podes mais voltar.
Por que não há outra saída?

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