Copenhagen

“When the girl of your dreams is half your age, it’s time to grow up

Assisti “Copenhagen”, um drama arte de Mark Raso de 2014, filmado na linda cidade homônima.

Assim como no meu filme do coração “Encontros e Desencontros” (de Sofia Coppola – 2003), o final nunca é a união, em roteiros tipo Lollita. Dentro e fora das telonas.

É tempo de crescer.

Privilégios do Sistema

Mudar privilégios do Sistema pode ser a coisa mais perigosa que deve ser feita.

Estou lendo aqui notícias no Google.

Segundo o site Coletiva. Net, a comunicação do Grupo RBS soltou a seguinte nota: “A respeito da edição da Medida Provisória 892, que dispensa a obrigatoriedade da publicação de balanços de grandes empresas nos jornais, o Grupo RBS manifesta sua preocupação em defesa à liberdade de imprensa e repudia toda e qualquer ação que vá de encontro aos princípios democráticos”.

É um escárnio. Antes era-se obrigado a publicar os balanços das empresas nos jornais. Quem paga são as empresas e os leitores de jornal. Leitores de jornal, não de balanços de empresas publicados em jornal. Mas o Sistema deu o privilégio dessa imprensa a ter esse rendimento líquido e certo. Daí o novo governo corta isso, deixando facultativo a publicação em jornal e dando meios para a divulgação dos balanços sem custo. Viram os termos que o Grupo RBS usou? “liberdade de imprensa” e “princípios democráticos”. Novamente a novilingua de Orwell sendo usada no sentido oposto do fato.

Já o Yahoo noticia que “Política de drogas do governo afeta vida financeira e psicológica de famílias negras e pobres, apontam especialistas”. Fui ler. Deparei me com os seguintes trechos:

“As atuais políticas sobre drogas aumentam a probabilidade de famílias que vivem nas periferias – em sua maioria negras – serem economicamente desestruturadas” . “Quando uma pessoa está encarcerada ou é assassinada, a família dela fica desamparada financeiramente. Sem contar que diversos estabelecimentos das comunidades do Rio, por exemplo, fecham as portas quando ocorrem operações policiais”.

E dá outro argumento para parar de combater o tráfico de drogas: “os moradores de regiões de conflito policial não morrem apenas atingidos por tiros, como também em decorrência de doenças psicológicas. Recentemente, em uma das operações policiais, o transformador de energia elétrica de um açougue foi alvejado. As mercadorias apodreceram e o dono que era idoso, por pensar que teria que fechar seu negócio acabou cometendo suicídio”.

E rapidamente incluo o absurdo do STF parar o que estava fazendo, os deputados pararem o que estavam fazendo (votando a Previdência) e na hora darem contra-ordem ao TR-4 de não mudar o criminoso de prisão. Um escárnio constitucional.

Um sistema que se habituou a defender o crime, seja do traficante ou seja do colarinho branco, tem que cair.

É difícil e é perigoso mudar o Sistemão, mas deve ser mudado.

Googol

Já estamos na era do Terabyte e em breve o termo Petabyte (que corresponde a mil terabytes), estará em uso entre os usuários comuns da informática.

Fazendo um rápido flash-back, os disquetes de 3 1/2 polegadas de dupla densidade foram os primeiros a armazenar um pouco mais de um kilobyte (10^3 bytes) de dados.

Depois vimos a chegada dos dispositivos de disco rígido (HD) de algumas dezenas de megabytes (10^6 bytes). Eu ainda tenho um HD de, pasmem, 30 megabytes para o computador Atari ST, que me custou a fortuna de 500 dólares… Rapidamente chegaram os discos de 100, 300, 500 megabytes até a chegada do…

Gigabyte, ou 10^9 bytes. Ou, por extenso: 1.000.000.000. Um seguido de nove zeros. E a ascensão dos gigabytes foi rápida também. Num DVD cabiam pouco menos de 5 gigas. Os HDs foram crescendo em capacidade e vieram os discos de 500, 750 (meu notebook atual tem essa capacidade de disco) até a chegada do primeiro disco de 1 Terabyte.

Um terabyte é igual a 1 seguido de 12 zeros, ou mil gigabytes, ou por extenso 1.000.000.000.000. Meu HD externo de backup tem essa capacidade de armazenamento de dados e está praticamente cheio. Já existem discos de 2, 3 e até 5 terabytes e logo teremos os de centenas de terabytes até chegarmos aos de Petabytes….

Depois dos petabytes virão os exabytes (1^15) e por aí vai…

Apresento-vos agora o GOOGOLbyte um número equivalente a 1 seguido por cem zeros!!! O googol é maior do que o número de átomos estimados do universo , que é da ordem de 1 seguido por 80 zeros.

Sem duvida, com um HD de 1 googolbyte talvez consigamos armazenar todos os dados e informações que compõem o universo .

A bênção

Domingo de sol. Crianças brincando no condomínio… Cheiro de churras no ar… Decido ir ao bucólico centro da Vila Nova comprar algo para o almoço. Porém uma incrivel fila de caminhões buzinando em carreata atrasa meus planos… – O que é isso? – pensava eu… Nova greve dos Caminhoneiros?

Aos poucos, a fila ia andando, e havia um caminhão parado entre as faixas. Na boleia do caminhão, havia um homem, vestido com um lençol branco, com uma faixa dourada nos ombros. Ele se virou para mim e… Chuapttthhh… Mal deu tempo de virar a cabeça e o padre me deu um banho de água benta (assim espero que seja aquele líquido). Caiu bem dentro do olho. Ardeu. Será que se a água benta arder é sinônimo de azar ou coisa parecida? Cruz credo!

Então tranquilamente abri o resto do vidro, e já com o meu carro parado, interrompendo totalmente o trânsito, agora também no sentido contrário ao cortejo dos caminhões, pergunto ao sacerdote que dia festivo era hoje. – É o dia de São Cristóvão. Protetor dos Caminhoneiros.

Agradeci e segui pensando qual seria a relação que ligasse o santo aos Caminhoneiros. Deve sim haver uma justificativa interessante, mas eu não sei qual é.

Bem, foi isso. Estou benzido… abençoado.

Bohemian Rhapsody

“Is this the real life?
Is this just fantasy?”

queen

Com as primeiras estrofes de Bohemian Rhapsody, do QUEEN, eu abro o meu artigo.

Magia é quando a vida real se transforma em fantasia. A vida deveria ser mágica, vocês não concordam?

Acabo de sair do cinema e vi o filme Bohemian Rhapsody, que conta a estória mágica de Freddy Mercury e do Queen.

A banda é fantástica e por mais que o filme omitisse fatos importantes e não respeitasse a correta cronologia dos fatos, qualquer produção seria magnífica, e esse é o caso: Bohemian Rhapsody é um grande filme não apenas sobre uma grande banda, mas sobre ego, foco, família, destino, amizade e amor.

Acompanho o Queen em sincronia com a banda, desde a época onde sincronia significava poder ouvir o álbum seis meses depois de lançado lá fora.

A primeira vez que ouvi o Queen foi no rádio (AM) , justamente a música Bohemian Rhapsody. Lembro-me que fiquei perplexo. Fui atrás das outras músicas. Rapidamente a minha banda de rock passou a tocar os hits do Queen e Brian May era um modelo para minha guitarra.

O primeiro CD que comprei com o meu dinheiro foi o Kind of Magic, do Queen, que achei numa loja lá na Zona Franca de Manaus, já que na época não se achavam CDs nas lojas do sul, a não ser de música clássica…

Fui no show do Queen em São Paulo (os isqueiros em Love of My Life ainda acendem em minha memória) e assisti o show deles na tv quando eles tocaram no megaconcerto Live Aid.

Então acho que dá para entender a emoção que o filme me causou. Seria apenas uma emoção de deja-vu, pelos fatos vividos por mim relacionados ao Queen, narrados acima, mas foi muito além disso.

Bateu forte a emoção de tocar para uma multidão, pois eu já toquei num estádio lotado (talvez não tão lotado quanto o de Wembley, mas tinham cem mil pessoas pô) e esta energia bateu forte durante o filme. Isso é fato e é assim que lido com isso.

Mas principalmente, eu estava com meu amado filho Sirius no cinema, e no dia de hoje ele fez um show na escola tocando piano, e assim, vibrou com as músicas que o Freddy executou também ao piano no filme. Que coisa boa assistir o filme ao seu lado, fazendo comentários sobre as passagens do filme e principalmente lhe dando uma referência de música de primeiro nível, e não essa coisa chamada funk que assola o youtube.

“Goodbye everybody
I’ve got to go
Gotta leave you all behind
And face the truth”

Esses são fragmentos da minha vida real, que se parece com uma fantasia, e que revivi hoje no cinema.

Tchau pessoas, eu tenho que ir.

#queen #BohemianRhapsody #rubischill

Crédito da imagem, do meu amigo das Arábias Walter Salvador, que também foi no show em Sampa…

Helenão

helenao

Como é bom começar a semana trabalhando, produzindo conteúdo, prospectando, lendo artigos técnicos de seu interesse e dando uma rápida conferida na rede social para ver como andam seu conhecidos e seus desconhecidos… Mas, opa…Pera lá!!! Mais uma onda avassaladora de hashtags políticos!

Fiquei curioso e fui ver do se tratava: #helenão ? Seria umx canditadx LGBXYZ?

É muito mais importante afirmar o que se quer e não o que não se quer. Para ilustrar essa verdade, peço para o leitor, neste momento, respirar fundo e… NÃO pensar em TANQUE DE GUERRA. Fiz-me claro pelo exemplo? A mente não entende o NÃO. Você diz, NÃO pense em algo e é justamente nesse algo que a mente sintoniza.

Com esse embasamento, prosseguimos com a Ditadura de Grupo, que é o famoso “Maria vai com as outras”. Você se torna gado quando age como a manada. O exemplo é a torcida de futebol: você não passaria sozinho gritando palavrões em uma rua residencial se estivesse indo sozinho para o estádio, mas, dentro de um ônibus de torcida organizada, isso passa a ser o ato mais normal do (seu) mundo. Caetano publica a hashtag coloridinha e todo mundo copia…

E como não agir na negatividade (que a mente não entende) e como não ter vida de gado (na onda que assola os hashtags dominados por robôs cibernéticos programados em php e regados com malas de dinheiros que vêm da Guiné Ditadorial, ops, digo Equatorial…)???

Manisfestando a SUA opinião. Afirmando em quem VOCÊ vai votar e o por quê. Quero muito saber o candidato das pessoas que sobem o hashtag do Helenão. Aí sim!

Essa campanha do “NÃO VOTE NESSE” também indica o medo e o desespero de uma vitória no primeiro turno. É antidemocrática, intimidadora e covarde, por não afirmar o próprio voto e ainda por cima querer mandar no voto de outrém.

Bem, gastei 17 minutos nesse artigo. Agora vou voltar para o que estava fazendo antes de abrir essas redes sociais…

Prom

E o “baile dos debutantes” dos candidatos a presidente 2018 já está formado: foram escolhidas “as” vices…

Nesse tempo do politicamente correto, onde tudo é prepotência e falsidade, nada mais natural que a própria política fosse espelho de tudo isso.
O picolé de xuxú se apoiou na credibilidade da Ana Mélia, compondo a chapa múmia: juntos tem milhares de anos de “experiência”. Não vai melhorar seu gosto insosso.
Já o rei da bravata Ciro, depois de hostilizar e ser hostilizado pela organização criminosa do petê, foi convidar para ser sua parceira no baile a puxa saco da Dilma, rainha da moto-serra e outros títulos, Katia Abreu. Sinceramente, é o caso da vice que afunda de vez a canoa.
O terror dos “bicho grilo” do Bonfim, o Mito, até que tentou levar para o baile a Janaína “Fora Dilma”, mas ela não quis dançar. Levou então seu milico preferido mesmo tornou-se a chapa “mais no mesmo” , antecipando o desejo de quem pedia ditadura militar já. Estão garantidos no segundo coturno.
O Boulos… enfim, quem é o Boulos? Deixe esse cara para lá. Circula apenas entre os professorzinhos de istória. Nem os antigos eleitores da Luciana Genro falam desse boçal atualmente.
O Amoedo é… muito NOVO… Deixa prá lá…
O Álvaro Dias não vai ter seus “dias alvos” chamando para o baile um ex-presidente do BNDES. Sou amigo do Dias. Ele já me mandou um email pessoal… Quaaaaá…
O bicão do baile, o que não foi convidado e quer entrar, é o maior causador de vergonha alheia. O presidiário condenado “n vezes” no passado e “n elevadas vezes” no futuro próximo (agora em agosto começam os depoimentos do sitio de Atibaia…) insiste em entrar no baile. Escolheu então para vice provisório o almofadinha que perdeu do almofadão no primeiro turno para prefeito em São Paulo há apenas 2 anos atrás… O peçedobê, no pior estilo da política, impõe que para apoiar o petê tem que compor chapa com ele. Então a “bonita” Manú, que convidou para vice provisório um lider de um “MSTT qualquer por aí” vai de última hora mandar seu par embora para entrar no baile com o Habbib’s, ops, digo com o Haddad. Muita palhaçada que os mortadelas tem que engulir ainda arrotanto lealdade. Triste, triste…
O último par que faço lembrança é o par que mais simpatizo: Marina e Eduardo “Eu não tenho nada a ver com isso” Jorge. Gosto desse cara. Tem as propostas meio da esquerda sem o cú na cara que a esquerda tem. Tem propostas ambientalistas. E a Marina tem biojóias (kkk), tem uma carinha meiga de tartaruga, tem a família Setubal… Mas principalmente os dois não tem processos de corrupção. E dançam todas as danças que fazem eles serem eleitos como os melhores no baile, aqui na análise do MondoVR.

***Prom é o típico baile americano de formatura, muito retratado nos filmes …

Muito assim

Hoje é dia de Eclipse…. eheh
Eu gosto sempre nesses momentos (assim também) de fazer uma mentalização, ficar contemplando… (assim) em contemplação, aproveitando (assim) a captura da energia desse momento singular porque o Eclipse é sempre uma sincronicidade.
Eu entendo que ao haver o alinhamento do Sol, da Terra e da Lua é o momento que a gente está sob uma energia pelo menos (assim) gravitacional especial, né?
Aí claro, tem um componente (que nem esse teu áudio tentou passar) astrológico, que eu não entendo muito, mas eu respeito, eu entendo que tem uma energia da astrologia envolvida também.
Agora perante a astronomia com certeza tem, que é essa situação gravitacional, que eu estou te falando aí, né?, que é uma coisa linda da natureza, eu sempre (assim) me espanto ao perceber que nós estamos em determinado local da distância do Sol que a nossa sombra tapa totalmente a Lua, isso é uma coisa realmente sincrônica porque se fosse mais para a frente ou mais para trás isso também não aconteceria.
É muito bacana. Então aproveito essa sincronicidade e te proponho, vamos ver o eclipse juntos? Onde você vai estar? #eclipse #rubiswriter #assim #whatapp

Lua Cósmica

Os ciclos da vida. Os ciclos das estações. Os ciclos lunares. O ciclo dos anos… Tudo em sincronia.

Estamos na antevéspera de mais um ano lunar, de acordo com o Calendário Maia e o Sincronário da Paz. O ano da LUA CÓSMICA.

Hoje é o último dia do ano atual, amanhã é celebrado o Dia Fora do Tempo na Cultura Galáctica e então, na quinta começa o ano novo da Lua Cósmica.

Sincronizados na Lua, temos “meses” de 4 semanas de 7 dias, totalizando cada mês 28 dias, assim em total harmonia com a Lua. Cada “ano” corresponde a 13 “meses” lunares de 28 dias, totalizando 364 dias. Então para “sincronizar” com o ano solar falta um dia que é amanhã, o DIA FORA DO TEMPO.

Compreendemos que as 13 Luas de 28 dias formam a ordem perfeita para integrarmos ao nosso tempo o respeito e a harmonia com os ciclos da natureza e a humanidade como um todo.

Na natureza, o padrão do número 13 é encontrado nas treze órbitas da Lua ao redor da Terra ao longo de um ano, nos treze ciclos menstruais femininos e nas treze articulações principais do nosso corpo.

Quando observamos sua harmonia, podemos perceber que as 13 Luas de 28 dias são uma estrutura perfeita definida pelos números 4, 7 e 13.

O Dia Fora do Tempo é um dia para a Arte, para a Confraternização, para a Paz.

O novo “ano” que se inicia, da Lua Cósmica inicia forte: já com o mais longo eclipse lunar do ano…

Este novo ano lunar cumprirá uma Onda Encantada de 13 anos, que iniciou com a Lua Magnética em julho de 2006… Neste ciclo deveremos optar pela entrega e aceitação. Colheremos os frutos no ‘agora’ e irradiaremos alegria para as nossas vidas e nosso entorno, usando de inteligência e destreza para lidar com os desafios.

O tom Cósmico estabelece um novo momento, trazendo renovação, leveza e novas possibilidades… um estágio de maior percepção, de conexões subliminares e de transcendências emocionais.

É evidente que teremos um período de forte transformação e transcendência. Todos estão convidados a alçar o voo no tempo, e navegar no sem fim da espiral evolutiva.

Vamos Além. A Federação Galáctica vem em Paz.

(na imagem uma planilha que estou fazendo para acompanhar o ano lunar que se inicia)

A Técnica do Discípulo

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Aprender, aprender e sempre aprender. Esta é a senda do Discípulo, do Neófito.
Já os Mestres, dedicam seu tempo para a descoberta, para a formulação de teorias, que depois com a aplicação da prática, demonstra-se ciência. Sou ainda do lado cartesiano quanto a isso: sem comprovação é credo.
Porém nada desabona o credo, pois tão certo quanto o ver para crer tomesiano, está o crer para ver crístico. São complementares, estão associados, “entrelaçados“, como é dito na física quântica.
Existem muitos mestres. Sem preconceitos ou dogmas. Afirmar que o homem não foi na Lua, que não devemos crer nos mestres que nos aparecem e outras expressões simbólicas, devem ser compreendidas com a tolerância do contexto regional-temporal-intelectual, sem desprezar o espiritual. Nada é certo ou errado, apenas é assim relativo a um contexto.
Tudo isso porém é introdução. O fato é existem pessoas que descobrem e inventam teorias e existem pessoas que aprendem diretamente com elas. Os prêmios nobel da física quântica, o psicanalista Carl Gustav Jung, Amit Goswami, Nicolas Tesla, Hélio Couto, Gari Craig e tantos outros pesquisadores, cientistas e intelectuais estão nesse primeiro nível. São os indutores, os percursores, mas não levam (todos) os “louros financeiros” de seu trabalho.
Entra em cena agora os discípulos dos mestres. Pessoas que estudam, estudam, estudam, se referenciam em diversos mestres e teorias, e aplicam um compêndio de técnicas conforme o seu jeito. Tem o seu valor também. Quem nesse ritmo de vida de hoje em dia conseguiria estudar direto com os mestres? Daí a importância do “resumo”.
A internet está infestada desses últimos. Todo discípulo tentar lançar o seu método interpretativo compêndio dos verdadeiros mestres, registra um nome (e se tiver o termo ‘quântico‘ no meio, melhor…) e… abre o carrinho. que significa, começa a vender um curso on line.
O crítico dos revendedores de mestres na internet geralmente são muito limitados, seja na fé, seja na diversidade de idéias ou de mestres que já acompanha. Tipo: “EU leio o ParagnodedemandosaMAntraGOvi e para mim já está bom”. Ótimo para ele e péssimo para a discussão de idéias.
Eu, Fundador, Mestre & Discípulo da original Doutrina Rubinesca, essa sim eclética por definição, sou discípulo dos grandes mestres, e sou discípulo de seus grandes discípulos também. Parabéns ao Goffi, à Elainne Ourives, ao Paulo Vieira, ao Henrique Carvalho, ao Lair Ribeiro e tantos outros que me ensinam a compor o Rubino 2.0. Quanto aos prêmio-nobel, eu não preciso parabenizar, porque a Academia Sueca já faz esse trabalho.