O Senhor é Hippie?

Oxalamaiah – SoundCloud

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Escoteiros

Quando pequeno, mesmo tendo ganhado o famosíssimo “Manual do Escoteiro Mirim”, com os sobrinhos Luizinho, Huguinho e Zezinho, da Disney, nunca me pilhei em me tornar um escoteiro… Lamento hoje sobre isso!

Acordei hoje de mnhã bem cedo e logo percebo que esse vendaval que assola Porto Alegre fez com que a eletricidade se ausentasse do meu recinto: falta de luz geral no bairro.

Na usual correria matinal para arumar as coisas para ir para o trabalho e levar o Sirius para a escola, começo a preparar o café da manhã. Geladeira desligada: – Ops, ainda não derreteu a manteiga! – comemoro…

Fui ao fogão e pensei: – Ainda bem que quando falta luz não falta gás! E giro o botão do gás do fogão, que sendo de acendimento automático, naturalmente deixou o gás passar mas não começou a ignição. Sem fogo no fogão!

E agora? Como acender o fogão? Não tinha fósforos ou isqueiros no recinto. Na verdade, meu Zippo Bob Marley está sem fluído já faz muito tempo. E agora? Como acender o fogão?

Fiquei pensando que se eu tivesse sido escoteiro, facilmente acenderia um fogo, seja com pedras lascadas, seja rodando um galhinho com folhas em volta… Mas não sou escoteiro. Além disso não tenho pedras lascadas e galhos secos no apartamento rural…

Desisto! Abri a geladeira e achei um Toddynho. Dane-se o fogão!

Acho que vou matricular o Sirius no curso de escoteiros que tem aqui do lado de casa!

Flor da Década

Que lindo o texto de hoje do Prem Baba, em seu e-mail diário denominado “Flor do Dia”:

“O amor tem muitas dimensões e a primeira delas é o perdão. O perdão é a dimensão do amor que inicia o processo de liberação das algemas do passado. Ele quebra a identificação com as ilusões e com as criações da mente e nos liberta da obstinação e dos pactos de vingança. O perdão nasce da compreensão, por isso é o autoconhecimento que possibilita o seu florescimento. Quando pode dedicar-se a conhecer a si mesmo e ao desenvolvimento da virtude da autorresponsabilidade, esse primeiro raio do amor se manifesta em sua vida.”
Sri Prem Baba

Fico satisfeito em ler essas palavras e perceber a similaridade com meus textos de uma década atrás, aqui mesmo neste blog. O artigo “A Escola do Perdão” traçou a ligação entre o Entendimento (Compreensão) e o Perdão. Antes disse, no final de 2004, escrevi sobre o Autoconhecimento, de onde advém a Autorresponsabilidade.

A vida é como um livro. Dias são páginas, décadas são capítulos.

As vezes a gente não entende bem alguma parte do livro, seja uma frase, uma página ou um capítulo. E temos que ler novamente.

Obrigado, Prem Baba.

 

 

O ciclo do Tempo

27 de Janeiro. Sexta-feira. 

E em que outros anos dia 27/01 caiu numa sexta? Bem, se você tiver aquela agenda ou calendário de 2012,você poderá usá-la até o final do mês que vem, pois os meses de janeiro e fevereiro dos anos de 2017 e 2012 tem os mesmos  calendários, à excessão que em 2012 foi ano bissexto, trazendo o então o dia 29/02, e assim tirando a Sincronia dos demais dias do ano…

Mas se você usar o calendário de 2006, não terá esse problema. Os dias do ano e da semana encaixam com perfeição entre 2017 e 2006.

Outro calendário que também “encaixa” com 2017 é o do ano de 1995. Naquele ano eu estava no primeiro casamento com uma filha pequena de apenas 2 aninhos. 

Ou 1989. Eu chegando em Porto Alegre e debutando na música  avançada… 1984 foi bissexto. Serve também o de 1978. Eu estava no segundo grau, tocando guitarra na minha banda de Punk Rock, a Lata… 

O tempo é cíclico e os calendários podem ser reciclados. Eu estou aqui em 2017, cuidando de uma  criança,como em 1995, tocando (a mesma) guitarra como em 1978 e morando em Porto Alegre, como em 1989…

A próxima Sincronia entre calendários será em 2023. E depois em 2034. Quero estar lá.

Meio por cento ao mês

“Ainda que não aprenda muito, aprenda sempre um bocadinho”…
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É dificil darmos pulos em nossa evolução. Tipo, passar de “Neófito do Perdão” para “Mestre do Amor”… A vida vai nos lapidando dia a dia, na busca de nossa forma perfeita.
 
O que nos prejudica não é o bocadinho que se aprende a cada “esmerilhada” da vida… O que nos prejudica é a estagnação, que advém pela negação de nossa responsabilidade em estarmos aonde a gente se encontra. Daí paramos a evolução e, olhando para trás… não vamos para a frente!!!
 
1 % não é muita coisa! E meio por cento (0,05%) é algo ainda mais irrisório… Se pudéssemos evoluir esse pouquinho a cada dia, esse medíocre meio por cento, ao longo de 365 dias, quantos “por cento” estaríamos melhor?
 
Imagine crescer 0,05% ao dia na Gratidão, 0,05% ao dia na Compreensão, na Calma, na Gentileza, na Verdade, na Humildade…
 
Ao longo de um breve ano estaríamos no incrível percentual de 517% melhores naquele atributo, ou mais de 6 vezes melhores!!!
 
Chame o Tempo, e use-o a o seu favor. De bocadinho a bocadinho.

Terminamos o Pokemon X

O game Pokemon está comemorando vinte anos… Eu me lembro da minha filha Giovanna pequena falando sobre os Pokemon… Entrei numa loja de games, pedi informações e depois de um tempo “alugando” o vendedor, ele me perguntou: Vai comprar ou não? Saí com dois Gameboy da Nintendo e dois cartuchos da série Pokemon, o Gold e o Silver… Isso há quase vinte anos atrás!

Agora, eu, pai novo de novo, voltei aos Pokemon. Não por causa da febre do Pokemon GO, que infectou todo mundo… Voltei aos games de console, com o Nintendo  New 3DS XL. E o cartucho da vez foi o Pokemon X.


Eu e o meu filho de 5 anos, Sirius, terminamos hoje o game. Foram 57h13m de aventuras. Mas não pensem que ficamos grudados no jogo por todo esse tempo ininterruptamente… Na verdade começamos a jogar no Natal passado, mas nesses meses que demos mais ênfase ao jogo.

Não vou falar aqui como Pokemon X é ótimo porque não terei todas as palavras para descrevê-lo. Ele realmente supera as expectativas, seja pelos gráficos (em 3D…) , pelo enredo da estória , pelos recursos on line… Enfim… Adoramos.

Vamos começar agora o Alpha Sapphire. E com certeza jogaremos também o Sun e o Moon.


Vamos pegar todos os Pokemon. Já passam de 600 na Pokedex da Sexta Geração . 


Veja essa mandala… agora imagina isso girando, em 3D…

TRATADO SOBRE A RAZÃO

A palavra Razão tem muitas interpretações, todas elas comungando um mesmo valor e sentido.
Em essência, razão é a capacidade de raciocinar, compreender ponderar e julgar. 

Na matemática, razão é a relação existente entre dois valores, medidas ou grandezas. Significa também uma divisão.

Indo mais para a frente dos que apenas discutir os significados etimológicos da palavra Razão, vamos agora analisar os efeitos dela sobre o comportamento humano.

Razão é aquilo que todos acham que possuem, mas poucos tem. Porque para se alcançar a razão pressupõe-se um notável desenvolvimento do intelecto. O racional é aquele que compreende o foco de sua observação. Que conhece, que domina esses aspectos e tem a experiência prévia da comparação entre as nuancias que diferenciam aspectos totalmente desconhecidos pelo leigo. Ou seja, o alcance da razão é consequência do estudo e da dedicação.

Razão é cartesiana, é matemática, como definida em uma de suas interpretações… Mas assim como 1 + 1 nem sempre é dois, como nos demonstra a álgebra vetorial (vale a pesquisa para os interessados), a Razão nem sempre é exata quando aplicada nas ciências humanas e nos estudos esotéricos. A Razão divide…

A Razão sendo racional, vem do raciocínio, e este é uma função da mente. Porém existe outra dimensão que se interelaciona com a razão e está no âmbito do coração. Essa dimensão pode ser caracterizada por vários atributos, como a empatia, a tolerância, a resignação, a fé, e tantos outros derivativos do Amor. 

Mas o Amor  também precisa da Razão.  Já nos alerta o Livro dos Provérbios em 27:5 “É melhor a crítica franca do que o amor sem franqueza”. 

Ir além da Razão significa transitar na esfera da plenitude do Amor. Completa-se assim a maestria da vida. O “Conhecer” da Razão e o “Compreender” advindo da Razão Amorosa.

Quando se limita apenas na intelectualidade da Razão, ficamos cercados pela divisão, pela luta pela propriedade da verdade dos fatos e da interpretação míope dos acontecimentos. Essa talvez seja uma barreira limitadora para a ciência moderna, que precisa transcender para a união com a espiritualidade. Certamente também é a principal barreira nas relações interpessoais de nossa condição humana. A razão te projeta, mas depois nos divide.

“Prefiro ter Paz do que ter Razão”, bordão propagado nas redes sociais e manuais de auto-ajuda de ocasião. Como se fosse possível ter paz interna sabendo-se ter razão e não vivenciando essa razão. Impossível.

Porém é totalmente viável atentar para a forma, o momento e o conteúdo que expressamos a Razão: Ficamos alterados ao defender o nosso ponto de vista? A expressão de nossa Razão é feita de forma reativa, ou nos damos o tempo de ponderar o contexto e escolhemos conscientemente o momento oportuno de trazer nosso entendimento para aquela situação? A exposição da nossa Razão visa o entendimento, tanto da situação quanto do estágio do nosso interlocutor? É apresentado de forma transparente, sem apresentar traços de soberba ou censura?

Apesar de podermos levar o nosso Amor a todos, não podemos impor nossa Razão a quem quer que seja.

A Razão e (assim como seu companheiro interdimensional) o Amor, são evolutivos. São interdependentes. Só na sua mais perfeita união que se alcança a Paz Profunda. 

MANTRA

Mantra (substantivo masculino)
Relacionado na cultura indiana, sílaba, palavra ou verso pronunciados segundo prescrições ritualísticas e musicais, tendo em vista uma finalidade mágica ou o estabelecimento de um estado contemplativo

Mantra, do sânscrito Man, mente e Tra, controle, significando “instrumento para conduzir a mente”.

E por que queremos conduzir a mente? Porque a mente, na maioria do tempo, nos conduz. E, se a mente nos conduzisse para um “bom lugar”, estaria tudo bem, mas o que mais se percebe por aqui é a dominação da ansiedade, da raiva, da depressão, do remorso, do medo, da vingança e de outros sentimentos e emoções de viés negativo.

O Mantra tem uma função inicial de estabelecer uma barreira de defesa a esses pensamentos insistentes que nos visitam e que são difíceis de nos deixar. É melhor ocupar a cabeça com um mantra do que deixá-la aberta para pensamentos ruins.

Depois, com a prática, pode-se chegar no “estado contemplativo” (sem a necessidade de nenhuma medicina…), até obter-se o desconhecido “domínio da mente”, o Tra, que é a reunificação com o divino em nós.

O Mantra é uma oração, que por ser musical, fica mais fácil de entoar repetitivamente e mais energética em termos de frequências.

Deixo nos comentários abaixo, dois mantras que muito podem ajudar no bloqueio inicial das más influências que tentam se instalar dentro de nossos pensamentos. E assim, numa corrente positiva de bons ensejos, pensamentos mais prósperos atraem mais prosperidade, e a gratidão pelo que se tem aumenta continuamente a energia, rumo ao brilho infinito da Suprema Luz Universal.


Ave Maria,  (OUVIR O MANTRA) provêm das escrituras bíblicas, narrada na passagem de Lucas, Cap 1, Vers 42, onde Isabel saúda sua prima Maria. Esse Mantra foi recebido por mim de forma de um hino musical, com as palavras certamente inspiradas na oração conhecida como Ave Maria. Repetido em tom baixo, vira um poderoso mantra de proteção.

Ave Maria cheia de graça
O Senhor está convosco
Entre as mulheres és bendita
E bendito é o meu Jesus

O minha Santa Maria
Tú sois “Mãe do Onipotente”
Rogai pela nossa gente
Agora e por todo o sempre.

 


“Prabhu Aap Jago” (OUVIR O MANTRA) é um mantra recebido por Sachcha Baba, e divulgado por Prem Baba. A frase musical foi recebida por mim . Significa:
Deus desperte.
Deus desperte em mim.
Desperte em todos os lugares.
Acabe com o jogo do sofrimento.
Ilumine o jogo da alegria.

PRABHU AAP JAGO
PRABHU AAP JAGO
PRABHU AAP JAGO
PRABHU AAP JAGO

PARMAATMA JAGO
MERE SARVE JAGO
SARVATRA JAGO
PRABHU AAP JAGO