Meio por cento ao mês

“Ainda que não aprenda muito, aprenda sempre um bocadinho”…
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É dificil darmos pulos em nossa evolução. Tipo, passar de “Neófito do Perdão” para “Mestre do Amor”… A vida vai nos lapidando dia a dia, na busca de nossa forma perfeita.
 
O que nos prejudica não é o bocadinho que se aprende a cada “esmerilhada” da vida… O que nos prejudica é a estagnação, que advém pela negação de nossa responsabilidade em estarmos aonde a gente se encontra. Daí paramos a evolução e, olhando para trás… não vamos para a frente!!!
 
1 % não é muita coisa! E meio por cento (0,05%) é algo ainda mais irrisório… Se pudéssemos evoluir esse pouquinho a cada dia, esse medíocre meio por cento, ao longo de 365 dias, quantos “por cento” estaríamos melhor?
 
Imagine crescer 0,05% ao dia na Gratidão, 0,05% ao dia na Compreensão, na Calma, na Gentileza, na Verdade, na Humildade…
 
Ao longo de um breve ano estaríamos no incrível percentual de 517% melhores naquele atributo, ou mais de 6 vezes melhores!!!
 
Chame o Tempo, e use-o a o seu favor. De bocadinho a bocadinho.
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TRATADO SOBRE A RAZÃO

A palavra Razão tem muitas interpretações, todas elas comungando um mesmo valor e sentido.
Em essência, razão é a capacidade de raciocinar, compreender ponderar e julgar. 

Na matemática, razão é a relação existente entre dois valores, medidas ou grandezas. Significa também uma divisão.

Indo mais para a frente dos que apenas discutir os significados etimológicos da palavra Razão, vamos agora analisar os efeitos dela sobre o comportamento humano.

Razão é aquilo que todos acham que possuem, mas poucos tem. Porque para se alcançar a razão pressupõe-se um notável desenvolvimento do intelecto. O racional é aquele que compreende o foco de sua observação. Que conhece, que domina esses aspectos e tem a experiência prévia da comparação entre as nuancias que diferenciam aspectos totalmente desconhecidos pelo leigo. Ou seja, o alcance da razão é consequência do estudo e da dedicação.

Razão é cartesiana, é matemática, como definida em uma de suas interpretações… Mas assim como 1 + 1 nem sempre é dois, como nos demonstra a álgebra vetorial (vale a pesquisa para os interessados), a Razão nem sempre é exata quando aplicada nas ciências humanas e nos estudos esotéricos. A Razão divide…

A Razão sendo racional, vem do raciocínio, e este é uma função da mente. Porém existe outra dimensão que se interelaciona com a razão e está no âmbito do coração. Essa dimensão pode ser caracterizada por vários atributos, como a empatia, a tolerância, a resignação, a fé, e tantos outros derivativos do Amor. 

Mas o Amor  também precisa da Razão.  Já nos alerta o Livro dos Provérbios em 27:5 “É melhor a crítica franca do que o amor sem franqueza”. 

Ir além da Razão significa transitar na esfera da plenitude do Amor. Completa-se assim a maestria da vida. O “Conhecer” da Razão e o “Compreender” advindo da Razão Amorosa.

Quando se limita apenas na intelectualidade da Razão, ficamos cercados pela divisão, pela luta pela propriedade da verdade dos fatos e da interpretação míope dos acontecimentos. Essa talvez seja uma barreira limitadora para a ciência moderna, que precisa transcender para a união com a espiritualidade. Certamente também é a principal barreira nas relações interpessoais de nossa condição humana. A razão te projeta, mas depois nos divide.

“Prefiro ter Paz do que ter Razão”, bordão propagado nas redes sociais e manuais de auto-ajuda de ocasião. Como se fosse possível ter paz interna sabendo-se ter razão e não vivenciando essa razão. Impossível.

Porém é totalmente viável atentar para a forma, o momento e o conteúdo que expressamos a Razão: Ficamos alterados ao defender o nosso ponto de vista? A expressão de nossa Razão é feita de forma reativa, ou nos damos o tempo de ponderar o contexto e escolhemos conscientemente o momento oportuno de trazer nosso entendimento para aquela situação? A exposição da nossa Razão visa o entendimento, tanto da situação quanto do estágio do nosso interlocutor? É apresentado de forma transparente, sem apresentar traços de soberba ou censura?

Apesar de podermos levar o nosso Amor a todos, não podemos impor nossa Razão a quem quer que seja.

A Razão e (assim como seu companheiro interdimensional) o Amor, são evolutivos. São interdependentes. Só na sua mais perfeita união que se alcança a Paz Profunda. 

O Traído, por Sri Prem Baba

É mais fácil você acreditar que foi traído sem querer, pois você não sabia que estava sendo traído. É mais fácil acreditar que você nao tinha nada a ver com isso. Mas também não é bem assim. Se chegou a encomenda na sua porta, nem na porta da direita nem da esquerda.. é sua!

prembravo

“Se pode não entender porque essa encomenda chegou para você pq vc provavelmente nao esteja conseguindo se lembrar que vc fez a encomenda…

Mas o ‘Delivery Cósmico‘ nao comete esses erros. Vc pode nao lembrar, mas vc pediu!

Se existe um intimidador existe um intimidado. Aquele q de alguma maneira precisa reverter a intimidação.

Uma distorção muito comum e ao mesmo tempo bem complexa e ao mesmo tempo dificil de ser compreendida, é exatamente a distorção do amor q se manifesta como submissão. As sutilezas q envolvem a submissão são indescritiveis…

To querendo dizer q pode ter um ‘Eu Submisso’ dentro de voce que atrai essa traição, e q faz vc cair no vale da sombra e da morte, por se sentir injustiçada, por se
sentir a pior das criaturas. Vc se sente uma vitima da maldade do mundo.

Então vc as vezes nao consegue perceber que algo assim esta pulsando dentro de vc; q vc esta construindo essa traição.

As vezes é possivel q a traicao aconteca simplesmente devido a lei de acao e reacao como tudo q ocorre nesse mundo.

Mas se nao tem essa distorção dentro de vc, vc recebe (a encomenda) inclusive com respeito.

– Pois é, chegou uma encomenda para mim aqui. Fiz um pedido, e chegou aqui na minha porta…

Vc lida com isso mas nao vai para o vale da sombra e da morte.

Mas se vc vai e se sente humilhado, traido e injustiçado, faz com que vc queira se vingar e etc…, é pq tem o ‘Eu Submisso’ ali de alguma maneira criando condições para ser traido.

E vc precisa assumir responsabilidades por isso. Vc precisa assumir responsabilidade por isso. É o q vc tem feito q está fazendo vc ser traído.

É dificil essa sua posição: é ate porque o submisso em vc acredita q tem uma injustiça. Até pq moralmente vc esta certo, afinal de contas vc foi traido.. pois é… mas realmente nao cai uma folha da arvore ao acaso: a encomenda nunca chega no endereco errado, e se chegou no seu, tem algo para voce aprender, por mais dificil q seja essa aprendizado.

Eu sei q as vezes é dificil mesmo, eu sei q dói demais. E doi muito.

Quem passou por isso sabe como é… Ou, se vc ja se abriu o suficientemente a ponto de fazer empatia e se colocar no (lugar do) outro: essas coisas: a pessoa que a gente ama vai embora… não quer mais ficar… ou quando te traí… doi demais isso, pega nas feridas mais profundas que é a ferida da exclusão, da humilhação. Vc se sente mesmo a pior das criaturas…

Mas vc nao é uma vitima! Me perdoe. Mas eu tenho q lhe dizer a verdade, vc nao é uma vitima!

Vc vai ter q lidar com essa dor, vai precisar chorar essa traição ate q vc possa encontrar aí um espaço para poder olhar para dentro de voce e enxergar onde dentro de vc que se criou isso.

E quando vc comeca a se responsabilizar vc comeca a interromper esse circulo vicioso. é so qdo vc enxerga o buraco é q vc pode escolher nao cair mais nele.

Mas vc nao ta vendo o buraco, ta com olhos vendados, vc vai cair de novo nele!

E o q significa tirar a venda dos olhos? Quer enxergar o buraco?

É olhar para aquilo em vc que está atraindo essa situação.”

 

(desculpem os erros de digitação, transcrevi o satsang em tempo real e tal…)

Vou voltar a escrever.

Vai renascendo a vontade de escrever minhas Vivências Intensas que Despertam Atitudes.

Vem brotando idéias novas que frutificam novos projetos.

Por algum tempo recluso fiquei. Maturei. Mas a essência ainda se faz presente, mesmo que num breve período de um passado recente (a essência) tenha se resignado num segundo plano, dando lugar a uma tentativa de cambiar o que não me dizia respeito.

A essência é essencial. Sinto agora um leve perfume de jasmim, e sei agora  que sempre ele estava lá.

Quem tá dentro, tá dentro. Quem tá fora, tá fora. Quem ocupava tempo & espaço, já saiu. Nada mais me surpreende?

MÉTODO PARA O PENSAMENTO ZEN…

NEM TE PREOCUPA

No MONDOZEN tudo acaba em reticências… então, na real, nunca acaba…

Ego Grande

O Ego é aquilo que nos afasta da Unidade. O Ego nos afasta da Unidade por que ele nos prende dentro de nós mesmos e assim cria muralhas que aparentemente querem nos defender, mas só fazem por nos separar.
Os objetivos do Ego são: ter a razão e chamar a atenção. Esse último objetivo do Ego, chamar a atenção pode se dar de duas maneiras: se fazendo de vitima da situação ou querendo dominar a situação.
Aquele que se vitima quer ser paparicado e mimado: usa assim uma falsa dor ou uma inexistente desvantagem para alcançar seu vil objetivo. Parece que essa técnica choca-se com o objetivo de chamar a atenção, mas é uma forma de controle para ser o centro e para que todos falem, olhem e pensem nele.
O domínio da situação, a outra maneira de chamar a atenção, limita-se a uma tática simples: falar, falar, falar e nunca ouvir. Dominar a situação, para estes, consiste em roubar a atenção de todos no ambiente, sempre contando um fato “que só ele sabe” ou que “aconteceu com ele”, ou que “ele sabe”, “ele isso” ou “ele aquilo”… Falar muito o pronome “Eu” é o sintoma mais agudo do egóico que quer chamar atenção pelo domínio da situação.
O domínio da situação também pode se dar pelo abuso do poder. Poder econômico corrompe os pobres de espírito e de grana mesmo. Poder de influência, como cargos e títulos também. O egóico gosta de ostentar essas coisas: títulos, propriedades, carrões… Todo poder ostentado é uma tentativa de dominar a situação. Conheces aquela situação de “sabes com quem estás falando?”… Pois é…
O outro objetivo do Ego, “ter a razão”, também tem suas premissas. Ao Ego não basta ser centro, quer ser centro por ser o maior e melhor. Por isso a defesa da razão é tão importante: o consenso, a humildade e o perdão são encarados como fraqueza, justamente o contrário de sua verdadeira essência. O junco que se dobra à tempestade pode ser considerado mais forte do que o orgulhoso carvalho, que jaz ao chão pela petulância de não se curvar aos ventos. “Ter a razão” é justificar-se o tempo todo, mesmo quando confrontado ao injustificável. É ter todos os motivos, e nunca ser solidário ao contraditório. Aliás, para o Ego Grande, o contraditório é contrário, é ofensa.
Com o tempo, o Ego vai demonstrando que é um mau negócio. O castelo vai ruindo por fora, até colapsar por dentro.
O Egão não tem amigos: tem subordinados. Para todo dominador, existe aquele que é dominado. O dominado é o fraco, o submisso, o puxa-saco, aquele que é ainda menos desenvolvido do que o portador do Ego Grande e que agüenta conviver com este, apenas por um tempo, até que seus objetivos sejam satisfeitos e então a paga geralmente é com a traição. O cordeiro de antes transforma-se no lobo de amanhã. Por isso quem tem Ego Grande dificilmente tem Amigos com A maiúsculo. O afastamento da “Côrte” é o inicio da derrocada do Egão.
O colapso vem pelo arrependimento. Algo que seria um ato nobre, para o Ser Egóico é motivo de dor insana, pois para ele, mesmo com o reconhecimento dos próprios erros, não se consegue pedir o Perdão. E isso dói dentro, como dói. A mente ainda se debate para manter o insustentável, e o coração, coitado, que só sabe amar, e viveu todos esses anos contido numa camisa de força, enrigece de vez.
E aí estão as muralhas criadas pelo Ego, que nos aprisionam, não permitem o nosso desenvolvimento e por fim desabam sobre nós.
E agora me refiro como “nós”, no coletivo, por que todos carregamos esse entulho, em maior ou menor densidade.
Para trancendermos ao Ego em busca da unidade e nos libertarmos, devemos iniciar um processo de abertura e desconstrução dessas muralhas.
Mas isso já é tema de um artigo próximo.

A FORMA E O CONTEÚDO

No Inferno está cheio de gente de boa intenção“. Esta é uma frase que eventualmente ouvimos por aí. Mas o que ela significa? Eu interpreto assim: Não basta nós termos o Bem dentro de nós, temos também que expressá-lo.
Outra forma de exemplificar essa idéia, com outra expressão conhecida: “Não basta ser honesto, tem que parecer honesto“.
Isso porque nós não somos quem pensamos que somos, nós somos o que nós apresentamos.
Não basta o conteúdo ser bom: a forma que expressamos esse conteúdo também é fundamental!
A Reforma Íntima germina no Eu Interior, no conteúdo das Mansões de nossa Alma, mas gera os frutos na expressão da forma de nossos atos e de nossos dizeres.
Reflitamos: qual a Forma que expressamos para demonstrar o nosso Conteúdo…
O mundo está cheio de exemplos que a Forma é enganosa: Uma capa bonita não garante um bom livro, um corpo bonito não implica numa alma bonita e um candidato que fala bem não é garantia de um político honesto. Essa é a maneira de enganar-se os outros. Através das Máscaras do Ego, que constroem catedrais lindas por fora, porém podres por dentro.
A outra maneira de engano também é dolorosa: é a maneira de enganar-se a si mesmo. Achar que está firmado num caminho, mas expressar isso de maneira equivocada, usando ataque como defesa, mostrando os erros alheios e nunca vendo os próprios, é uma maneira de perder-se o rumo.
Todos estamos expostos a incorrer no erro de não dar a melhor forma ao nosso conteúdo.
Quando o Coração suplantar o Ego, o Perdão vencer o “tenho razão” e a humildade fechar a porta do Correio da Má Notícia, começaremos a entrar na era da coerência entre o interior e o exterior, entre o credo e o fato, entre a Forma e o Conteúdo.

Água de Poço

Água de Poço… Recordação da infância. Época que meus pais falavam orgulhosamente para as visitas: “Pode tomar sem medo: é água aqui do poço mesmo”…
E agora na cidade vivemos a ilusão de pensar que a água é um recurso infindável… É o vizinho lavando carro, o zelador lavando a calçada despreocupadamente, é o nosso banho demorado, são os 15 litros d’água perdidos a cada descarga do vaso sanitário. No fim do mês, no meio do condomínio vem uma parcelinha relativa a toda essa água. Como pagamos pouco e não vemos de onde a água vêm, ficamos com essa postura errônea de consumo.
Porém a água da cidade vem de um lugar chamado “Sistema”. O “Sistema” foi o responsável pela poluição dos lençóis freáticos na cidade. O “Sistema” foi quem emitiu uma lei proibindo o uso de poços na cidade. O “Sistema” é quem tem o monopólio da captação, distribuição e venda da água na cidade. E é o “Sistema” quem pode misturar em nossa água o que ele quiser. E nós nos esquecemos disso aqui.
No sítio é diferente. A água vem de um poço que emana água mineral. Tem que ligar uma bomba para encher a caixa d’água. Assim cada gota é valorizada. Nada de torneira ligada quando se enxagua a louça, ou se escova os dentes. Nada de banhos intermináveis (o consumo de eletricidade deve ser reduzido também, e uma das maneiras mais estúpidas de se desperdiçar energia elétrica é através da transformação dela em calor). Nada de inconsciência.
Por que lá sabemos de onde vem a nossa sagrada água. Ela vem da Natureza.
Os poços d’agua são portais interdimensionais, de onde fluem as energias do bem provenientes do Astral Superior.

Sonho Lúcido

I have a dream… Eu tenho um sonho. Sonho esse que sonho sempre, todos os dias e todas as horas.
Sonho com o Mundo Belo. Onde não existem sentimentos baixos. Onde não existem cartórios, pois todos confiam uns nos outros e todos falam a Verdade. O mundo integral, sem fronteiras e sem apegos.
Um mundo onde não existe o desrespeito ambiental. Onde a Permacultura é ensinada nas escolas e praticada nas comunidades.
Sonho em morar perto de meus amigos. Onde podemos nos cumprimentar ao amanhecer, e desejar uma “boa noite” uns para os outros da varanda de nossas casas.
Vejo o dia no qual a ilusão não vai mais existir entre nós. O dia onde o Ser vai ser mais importante do que o Ter. O dia onde o Ego vai dar passagem para a Unidade. Quando o “meu talento” vai ser venerado como o “seu talento” e vice-versa. Dia em que a diversidade não vai mais ser causa de estranhamento e nem motivo de levantar fronteiras nos territórios, mas sim, ser apreciada como se aprecia as diversas flores que compõe um lindo jardim.
Eu quero ouvir mais o canto dos pássaros, os acordes da natureza, e não mais os alarmes dos carros e casas da cidade disparando no meio da madrugada.
Quero poder comer o que eu plantar, e não mais comer os componentes químicos articiais que infestaram a nossa mesa. Quero água pura e não mais refrigerante. Quero a brisa pura dos campos e não a descarga dos canos de escape.
Em meu sonho lúcido eu vejo as cores fosforecentes que ainda não conseguimos perceber. Sinto a Paz. Torno-me a Paz. Percebo os detalhes da Criação e me inspiro nela para criar também.
Neste sonho lindo vejo as crianças desenvolverem seus dons naturais, sem as regras do sistema para dizer a elas como devem se portar. Ensinamos as crianças como serem livres e com elas aprendemos como ser eternamente felizes.
O Sonho Lúcido é uma percepção consciente. É saber que é Real. É a nitidez plena. É a “hiper-realidade”, sendo muito mais real que a própria realidade enquanto em vigília.
Sonhar Lucidamente é saber realmente o verdadeiro valor das coisas. Ter a noção do que já É, é ter o discernimento neste mundo de aparências. É não se fazer de algo que não é, e tranquilamente se entregar para o que já É, sempre Foi e nunca deixará de Ser.
Por que tudo isso que está aí é apenas uma Sombra. É o que pode ser denominado de a Verdadeira Ilusão. A essência do mundo não é o desamor, a injustiça, o ódio, a indecisão e o medo. A verdade não é levar vantagem para sí. A verdade não é apoiar um castelo de cartas marcadas que se desmorona mais a cada instante.
Existe o lugar onde tudo é Perfeição, onde só existe a Beleza, a Harmonia, a Paz e o Amor. E esse lugar não está fora de nós. Não é em Passárgada, ou em Shangri-lá, ou no Reino dos Céus.
Esse lugar é aquele lugar onde apenas o passaporte da Fé pode te levar.
Vamos todos acordar! Ver finalmente o que é real-mente Real: o Sonho Lúcido.
Agir no presente sabendo perfeitamente para onde se está indo, sem abalar-se com os assédios de última hora desse sistema que agoniza rapidamente.
Novo Sistema
Novo Mundo
Novo Povo
Nova Era!

Conhecer e compreender

As pessoas tentam compreender sem conhecer.
A ordem é essa: CONHECER para depois COMPREENDER.
Não se toca um piano apenas lendo as partituras. Não se conhece o Divino apenas lendo as Escrituras. Não se aprende a amar lendo a revista Contigo.
Para se “conhecer” tem que se vivenciar. Se entregar. Estar presente. Estar presente é viver o Aqui-Agora, sem expectativas, sem julgamentos. Pois se você tentar conhecer algo a partir de seus pressupostos, você não conhece a totalidade, você apenas vê o que você gosta e não enxerga o que não lhe convém.
Esse é o maior impedimento do Conhecimento. Estar livre de referências prévias. Estar livre de opiniões pré-estabelecidas. E o pior que quanto mais se conhece, mais forte é o sentimento de ser o “Dono da Verdade”, e maior as chances de não ter a mente serena, aberta e livre.
Pois apenas com uma mente serena, aberta e livre que o Conhecimento pode surgir.
E passando-se pela fase da experiência sem julgamentos, do verdadeiro conhecimento, começa a etapa mais apaixonante de todas: a etapa do Compreender. Mas para isso é necessário um estudo fino.
Tentar compreender o Mundo, o Universo, a Criação… Quem envereda por esse Caminho, descobre a Humildade no percurso. Pois essa compreensão é tão sublime, tão perfeita, que nos mostra que só uma Mente Cósmica Onisciente poderia conceber a Beleza.
Para compreender quem somos e que estamos fazendo, precisamos primeiro nos conhecer.
Quem está afim de olhar profundamente para dentro?