Sex and The City – The Movie

Carrie, a estranha.
I just arrived from the theater. This time I went to see the new “old” movie Sex and The City. “Old” because New York looked the same to me. Same city I visited some 20 years ago. The “girls” also are the same: Carrie, Samantha, Charlote and Miranda now are middle-age women, but with so many botox, brushes, new dresses and (probably) photoshop effects, they look the same as the “Year One” of the tv show.
All the dramas were old too. To love or to have reason. Martinis or Margueritas drinks. Blue dress or red dress. Futilities like that…
For me the main point of the movie was about “forgiveness”. Some situations that happened in the story only were forgiven because the understanding came first. I wrote down here in some old article that Forgiveness = Understanding…
Well… I loved the movie. NY is stills a beatifull city, the dresses were totally incredible, and I already missed with the characters: the four girls appear to be part of the family, for those who like me didn’t lost a chapter in the tv series.
By the way, the futile style of the girls screamming for each Oscar de La Renta dress, or Manolo Blahnik shoes, or Luis Vitton bag really is totally afwul.
And for those that did not saw the movie yet, here is the end: Mr. Big married Carrie. But not “her style”… they did it his style… Hurra!!! Great, Mr Big, great!!!
(veja a tradução -meio mal feita pelo Google – desse artigo aqui)

Expanding the Consciousness

São meia noite e onze nesse exato horário que teclo esse artigo. A chuva ainda não parou de cair desde cedo. Sai para almoçar na cidade, subi a Rua da Praia cheia de guarda-chuvas. A gente tem que ficar desviando das poças e das pontas dos guardas-chuvas. Hoje eu ví vários onzes. Nenhum Onze-Onze.
Assisti agora o DVD “1 Giant Leap“, que o meu amigo Pablo me deu. Simplesmente minha mente explodiu. Uma combinação maravilhosa de música, idéias e imagens, simultâneas de várias localizades do planeta, se compõe numa produção incrivelmente inspiradora.
“Uma mente que se abre a uma nova idéia nunca mais voltará a seu tamanho original”, já dizia o “Linguarudo”. Meu cérebro nunca mais será como antes. Expandiu-se (mais um pouco) para sempre.

Fica a noção de que há outra maneira de viver esta Vida que, por sinal, é só uma; simplesmente a velocidade a que a vivemos faz-nos esquecer desse pequeno Verdade.

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Kill Bill

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Finalmente foi ver o Kill Bill. Aquilo não é o cinema que estamos acostumados a assistir, ou o que estamos acostumados a assistir não é cinema.
Tarantino, o Diretor, é a máxima expressão do jargão “Uma idéia na cabeça e uma câmera na mão”. Imagina quando se tem muito mais de uma idéia na cabeça e toda a tecnologia e todos os talentos em sua mão???
Como é bom poder fazer o que Tarantino faz: roteiro cheio de parentesis e citações de filmes trash classe B, trilha sonora totalmente inesperada (o que era aquela cena da luta no jardim zen japonês, com o fundo musical de “Don´t Let me be Misunderstood”, sucesso disco dos anos 70…), partes inteiras em desenho animado com inspiraçao em mangá (anime), partes em preto e branco, tomadas de cena em plano superior, closes super-closes (como do pernilongo), e muito mais, pois acho que não consegui captar tudo…
A Sônia me disse que a realidade nua e crua é menos aceita e menos absorvida pelas pessoas do que a ficção, pois por mais que seja óbvio que estamos vendo uma “ficção”, as pessoas ficam mais abertas emocionalmente e aceitam mais o que lhes é passado quando são utilizados o romance, a imaginação e a poesia.
Kill Bill é isso: é a a ficção potencializada pelos jatos de sangue, pelas lutas incríveis, nas quais uma mocinha derrota 88 samurais. É a leveza do traço do desenho da cena que a criança vê o assinato de seus pais e tem que segurar o choro em baixo da cama.
O filme não é para todos, apenas para os iniciados. Eu, neófito, adorei. Já estou baixando o Kill Bill 2, pois não vou aguentar esperar até Outubro.
PS: Coloquei o banner do Kill Bill 2 só para lembrar que nos EUA o filme já está passando. Aqui e agora, vamos aproveitar o Kill Bill 1.

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Cold Mountain

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O filme é pesado, mas a trilha sonora, mesmo melancólica é suave… O estilo é “música caipira america” de raiz, com bastante banjo e vocais arrastados. Tem momentos gospel e momentos orquestrais.
Para quem assistiu o filme, com certeza alguns momentos do mesmo voltam à mente ouvindo o CD.
Bom para ouvir quando sua alma está melancólica.
Endereço para comprar na SomLivre.com.
PS: Tem uma banda em Porto Alegre chamada trem27 cujo estilo (bluegrass) é bem próximo à trilha do Could Mountain. Vi os caras tocando no Bric da Redenção e comprei o CD que eles estavam vendendo no local. Pena que poucas músicas tem vocal, já que a voz e pronúncia dos caras é muito bacana.

Oscar 2004 – Perdido na Tradução

E o esperado aconteceu: Cidade de Deus não ganhou nada (nenhum Oscar), e Senhor dos Anéis ganhou tudo (11 Oscars).
Fiquei de alma lavada com o reconhecimento do Senhor dos Anéis: já li e reli a obra de Tolkien, e a versão cinematográfica é simplesmente mágica, como o universo do livro. Mereceu levar todas, e merecia também a de Melhor Fotografia (lembram-se da cena das fogueiras de aviso sendo acesas nas montanhas???).
A Academia é tradicionalista: filme sem ser em inglês tem pouca chance, e sendo brasileiro então, não tem chance nenhuma: veja as indicações dos útimos anos de filmes brasileiros e quantos Oscars vieram para cá…
Por isso que eu digo: O Cidade de Deus foi “Perdido na Tradução”.
Melhor cena do filme
E por falar em “Perdido na Tradução” fiquei muito feliz com o Oscar de Roteiro Original que o filme “Lost in Translation” levou. Aqui no Brasil ele levou o horrível nome de “Encontros e Desencontros”, e eu já o assisti no cinema duas vezes e outras tantas na versão baixada no Torrent.
Lost in Translation é meu filme atual do coração. O roteiro é realmente sensacional, pela sua simplicidade em tratar as emoções e pela sua complexidade de retratar Tokyo. Bill Murray poderia levar o Oscar de Melhor Ator, pois a sua atuação foi o filme. Como não vi o Sean Penn, não posso julgar se o Oscar de Melhor Ator foi justo.