Deus ajude a garota

Assiti agora ao filme God Save the Girl.

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Um musical sobre o drama existencial de uma garota salva de uma clínica de depressão pelas letras das musicas que começa a escrever.

Como não podia deixar de ser, forma uma banda com um cara sensível e uma loirinha talentosa e tem o seu verão de fama pop.

Bons Relacionamentos são como música boa: tem seus altos e baixos.

Maus relacionamentos são como distorção e arritmia: incomodam mas te fazem sair do lugar.

Para quem gosta dos Smiths, recomendo o filme, por sinal dirigido pelo carinha do Belle & Sebastian.

Para quem não gosta dos Smiths recomendo que não cruze o meu caminho.

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KISS (sem o s do KISS não é KISS)

Bem, como todos viram, eu não tenho o S do KISS em minha tipografia. Mas mesmo assim vou tecer considerações sobre a banda.

Baixo do KISS

Eu conheci o KISS no ano de 1975. Algum tempo depois, eu já tinha a minha banda de rock de garagem, a LATA, e o repertório era basicamente KISS, Deep Purple, Led Zep, Rita Lee e Joelho de Porco.
O Ratão, o batera, era especialista e fã number ONE do KISS. O Ratão tocava muito e tirava todas as batidas igualzinho ao Peter Criss, o baterista original do KISS. E eu fazia as guitarras.
Muita gente que vai no show hoje pensa conhecer o KISS por causa das máscaras e do hit Rock’n’Roll All Nite. Só que o quarteto de New York é muitíssimo mais do que isso.
As viradas de bateria em tempo cruzado, o solo das duas guitarras formando terças e quintas harmônicas, o baixo estalado e sólido do inacreditável Gene Simons e aqueles vocais de Paul Stanley que formaram a escola do hard rock, tudo isso é a assinatura sonora do KISS.
Das velhas músicas, três ainda me fazem suspirar e pegar a minha guitarra Les Paul ’76: Black Diamond, com seu dedilhado a lá Stairway to Heaven, Detroit Rock City, com seu começo destruidor e aqueles solos duplos que me referi antes e finalmente a música “She” com sua levada de guitarra e bateria, que eu sei tocar igualzinho até hoje.
O KISS felizmente já veio várias vezes para o Brasil, mas eu fui quando eles vieram a primeira vez. O show foi no Morumbi em 1983 e eu fui de moto com meu amigo Silvio na garupa. No palco tinham uns tanques de guerra que atiravam bombas “de verdade”: bummmmmm….
Semanas atrás o ex-vocalista do Led, o Robert Plant veio para Porto Alegre. Agora (de novo) o KISS. Então é isso: a onda dos anos 70 ainda fazem marola na segunda década no novo milênio. Que bom estar surfando nessa onda desde o começo.
DETROIT ROCK CITY
BLACK DIAMOND
SHE
e o show que eu fui em SP em 83, na íntegra!

RUBISCHILL Release

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sinopse: “Um pioneiro da música eletrônica do Estado, Vicente Rubino mostra seu projeto de música para dançar com a alma: RubisChill
Vicente Rubino, aka, Rubis um incentivador veterano da música avançada, se dedica a fazer apresentações ao vivo em festivais de música eletrônica levando o seu som transcendente elaborado a partir de colagens musicais de samplers e performances a partir de iPads, joysticks e outros controladores alternativos.
“A música é a arte do tempo”. Em suas apresentações de seu projeto RubisChill, Rubis se expressa através da passagem do tempo, emoldurando o eterno agora com sons etéreos, colagens rítmicas, preleções e sons da natureza, fazendo cada performance algo único, já que “nada é ensaiado”.
A música avançada é aquela que vai além, se reinventa e expande-se nas consciências. A forma que a música avançada é feita por Rubis também está em contínua mudança. Softwares de ponta como o Ableton Live se misturam com aplicativos interativos de dispositivos móveis, proporcionando uma forma de expressão e controle que abrem novas fronteiras. Tracks de autoria de Rubis são recriadas usando essas ferramentas, além de elementos acústicos proporcionados por instrumentos de percussão e violões.
RubisChill: tocando consciências avançadas com música idem.



RUBISCHILL vai se apresentar dia 29/09/2012 no RAWA FEST 2012 – Festival de Arte , Cultura e Espiritualidade. Ver site http://http://rawafest.org/


Vida Musical Pregressa do Rubis:
Rubis começou na música eletrônica aqui na cidade de Porto Alegre em 1988, quando comprou sua primeira workstation, um sintetizador Roland D-20. Mas ainda antes disso já brincava com samplers e computadores no tempo que era habitante da capital paulista…
No seu estúdio Midi Mídia trouxe esses conceitos eletrônicos para vários artistas do rock pop gaúcho; notadamente o álbum Kingzofbullshit do De Falla, eleito pela crítica especializada como o melhor disco de 1992 e que influenciou várias bandas do pop nacional. Tocou teclados com o Defalla no HollyWood Rock 93.
Com a Vocalista Marion Velasco, Rubis fundou o Adventure, um duo de guitar dance precursor de um estilo único na cena gaúcha. O Adventure tocou no festival “Junta Tribo” de Campinas em 1994, participou de um CD coletânea do Marcel Plasse com bandas alternativas do rock nacional e emplacou nas rádios Pop Rock e Ipanema FM (e na Nova Record FM, em Sampa) o hit “Renew”.
Rubis participou da banda Hexa, um duo de música eletrônica que fez as primeiras raves in-door aqui na cidade.
Na onda das festas open-air do psytrance, Rubis tocou nas principais raves do RS, a partir de 2005.
E a onda agora é a zen-music do chill out de RubisChill. Perguntado “onde vamos parar?”, Rubis responde: “Não vamos parar. Vamos Além!!!”

Diamond Sutra – nova música de Rubis

Dissolver o Ego


Reflexoes na Lua Cheia de ontem…

RubisChill LIVE at Psywalker 11/11/11 11:11 PM


Apresentação de Vicente Rubino com seu projeto de chill out RubisChill na festa PsyWalker 11/11/11, em Porto Alegre/RS Brasil no dia 11 de Novembro de 2011.
A apresentação começou às 11:11 PM, após uma concentração ao som da Crystall Bow. Durante uma hora e meia Rubino criou seu som eletrônico e etéreo utilizando um Ipad rodando ANIMOOG e dois iPhones usando vários Apps musicais, comandados pelo AbletonLive rodando num MacBook, disparando clips via um Launchpad.
Ver album de fotos no Facebook.

17 anos sem “Kurtir”

Come As You Are (AdVenture Way) by VicenteRubino
Fazem 17 anos que Kurt Cobain tirou sua vida. No auge do sucesso!
Em 93 pude conhecer (ver) ele de perto, quando toquei no HollyWood Rock, e ele já estava no bagaço. Nem conseguia conversar direito.
Um pouco antes disso, fiz um versão para a música Come As You Are, que está ilustrando esse artigo em memória de uma personalidade que mudou o rock de novo para sempre.

Show do Paul

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Porto Alegre amanheceu ensolarada nessa segunda-feira. Reflexos ainda do iluminado Paul McCartney.
Não estive no show. Preferi ficar na paz da mata. Mas conectado ao twitter, acompanhei o show pelo entusiasmo de seus fãs. Que alegria. Não depender da mídia tradicional com suas frias e patrocinadas opiniões, e ir direto na emoção de quem estava lá, e ver fotos e vídeos praticamente ao vivo, enviados pelo pessoal que lá estava.
Paul fez uma apoteose em Porto Alegre. Precisamos de mais disso no mundo: paz, amor, música e emoção.
VIVAM ETERNAMENTE The Beatles !!!

A Roland e Eu

Para quem não conhece, a Roland é uma das maiores fabricantes de instrumentos musicais eletrônicos do mundo. A minha paixão sobre tecnologia musical me levou ao longo dos anos a possuir vários instrumentos dessa marca. Vou descrever todos os equipamentos da linha Roland que eu já tive:

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Across the Universe

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Assisiti, re-assisti e ouvi o filme Across the Universe.
Eu sou do tipo que gosta de musical. Talvez por influência do meu pai, cinéfilo dos tempos dos musicais de Hollywood, talvez por influência das óperas-rock Tommy e Jesus Christ Superstar… Não sei…
Across the Universe é um musical. Mas não é só isso. Ele é um musical com trilha dos Beatles. Tem atores/cantores excelentes. O visual é perfeito: imagens que remetem a todas as fases do grupo de Liverpool, desde o underground (literalmente) do Cave Pub até a psicodelia da fase do Yellow Submarine e dos Sgt. Peppers. Tudo é representado no filme.
Mas o melhor sem dúvida, foi o enredo, que fez parecerem as letras de Lennon e Mac Cartney terem sido escritas exclusivamente para este filme.
Nunca os Beatles representaram tanto para mim. Estou numa fase nostálgica, certo que os bailes dourados dos anos 60 nunca foram suplantados pelas raves coloridas do início do novo milênio.