Sampler

O sampler é o instrumento musical mais criativo, versátil e poderoso que existe.

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O Roland S-770 (e seu irmão S-750) foram o ápice da tecnologia na época (década de 90). A interface com monitor e mouse, como nos computadores “do futuro” era pioneira na categoria.
Eu levei um desses para tocar no Porto de Elis, e me lembro do efeito da fumaça de gelo seco no palco refletindo a luminosidade do monitor do sampler…
E também toquei com esse sampler no Hollywood Rock, no estádio do Morumbi e na praça da Apoteose. E foi assim mesmo: apoteótico… Sons sampleados de vidraças estourando, panelas caindo no mármore, gritos, explosões nucleares… Tudo disparado a partir de uma bateria Roland Octopad. Mas aí já é outra estória…
Sou grato e tenho alegria por ser precursor na tecnologia musical. Certamente não o primeiro, mas surfando na mesma onda dos que remaram forte e descobriram a praia perfeita da tecnologia musical e da muzika Avanzada… 

 

#rolands770 #roland#750 #rolandsampler #hollywoodrock #muzicaavanzada

Deus ajude a garota

Assiti agora ao filme God Save the Girl.

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Um musical sobre o drama existencial de uma garota salva de uma clínica de depressão pelas letras das musicas que começa a escrever.

Como não podia deixar de ser, forma uma banda com um cara sensível e uma loirinha talentosa e tem o seu verão de fama pop.

Bons Relacionamentos são como música boa: tem seus altos e baixos.

Maus relacionamentos são como distorção e arritmia: incomodam mas te fazem sair do lugar.

Para quem gosta dos Smiths, recomendo o filme, por sinal dirigido pelo carinha do Belle & Sebastian.

Para quem não gosta dos Smiths recomendo que não cruze o meu caminho.

KISS (sem o s do KISS não é KISS)

Bem, como todos viram, eu não tenho o S do KISS em minha tipografia. Mas mesmo assim vou tecer considerações sobre a banda.

Baixo do KISS

Eu conheci o KISS no ano de 1975. Algum tempo depois, eu já tinha a minha banda de rock de garagem, a LATA, e o repertório era basicamente KISS, Deep Purple, Led Zep, Rita Lee e Joelho de Porco.
O Ratão, o batera, era especialista e fã number ONE do KISS. O Ratão tocava muito e tirava todas as batidas igualzinho ao Peter Criss, o baterista original do KISS. E eu fazia as guitarras.
Muita gente que vai no show hoje pensa conhecer o KISS por causa das máscaras e do hit Rock’n’Roll All Nite. Só que o quarteto de New York é muitíssimo mais do que isso.
As viradas de bateria em tempo cruzado, o solo das duas guitarras formando terças e quintas harmônicas, o baixo estalado e sólido do inacreditável Gene Simons e aqueles vocais de Paul Stanley que formaram a escola do hard rock, tudo isso é a assinatura sonora do KISS.
Das velhas músicas, três ainda me fazem suspirar e pegar a minha guitarra Les Paul ’76: Black Diamond, com seu dedilhado a lá Stairway to Heaven, Detroit Rock City, com seu começo destruidor e aqueles solos duplos que me referi antes e finalmente a música “She” com sua levada de guitarra e bateria, que eu sei tocar igualzinho até hoje.
O KISS felizmente já veio várias vezes para o Brasil, mas eu fui quando eles vieram a primeira vez. O show foi no Morumbi em 1983 e eu fui de moto com meu amigo Silvio na garupa. No palco tinham uns tanques de guerra que atiravam bombas “de verdade”: bummmmmm….
Semanas atrás o ex-vocalista do Led, o Robert Plant veio para Porto Alegre. Agora (de novo) o KISS. Então é isso: a onda dos anos 70 ainda fazem marola na segunda década no novo milênio. Que bom estar surfando nessa onda desde o começo.
DETROIT ROCK CITY
BLACK DIAMOND
SHE
e o show que eu fui em SP em 83, na íntegra!

RUBISCHILL Release

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sinopse: “Um pioneiro da música eletrônica do Estado, Vicente Rubino mostra seu projeto de música para dançar com a alma: RubisChill
Vicente Rubino, aka, Rubis um incentivador veterano da música avançada, se dedica a fazer apresentações ao vivo em festivais de música eletrônica levando o seu som transcendente elaborado a partir de colagens musicais de samplers e performances a partir de iPads, joysticks e outros controladores alternativos.
“A música é a arte do tempo”. Em suas apresentações de seu projeto RubisChill, Rubis se expressa através da passagem do tempo, emoldurando o eterno agora com sons etéreos, colagens rítmicas, preleções e sons da natureza, fazendo cada performance algo único, já que “nada é ensaiado”.
A música avançada é aquela que vai além, se reinventa e expande-se nas consciências. A forma que a música avançada é feita por Rubis também está em contínua mudança. Softwares de ponta como o Ableton Live se misturam com aplicativos interativos de dispositivos móveis, proporcionando uma forma de expressão e controle que abrem novas fronteiras. Tracks de autoria de Rubis são recriadas usando essas ferramentas, além de elementos acústicos proporcionados por instrumentos de percussão e violões.
RubisChill: tocando consciências avançadas com música idem.



RUBISCHILL vai se apresentar dia 29/09/2012 no RAWA FEST 2012 – Festival de Arte , Cultura e Espiritualidade. Ver site http://http://rawafest.org/


Vida Musical Pregressa do Rubis:
Rubis começou na música eletrônica aqui na cidade de Porto Alegre em 1988, quando comprou sua primeira workstation, um sintetizador Roland D-20. Mas ainda antes disso já brincava com samplers e computadores no tempo que era habitante da capital paulista…
No seu estúdio Midi Mídia trouxe esses conceitos eletrônicos para vários artistas do rock pop gaúcho; notadamente o álbum Kingzofbullshit do De Falla, eleito pela crítica especializada como o melhor disco de 1992 e que influenciou várias bandas do pop nacional. Tocou teclados com o Defalla no HollyWood Rock 93.
Com a Vocalista Marion Velasco, Rubis fundou o Adventure, um duo de guitar dance precursor de um estilo único na cena gaúcha. O Adventure tocou no festival “Junta Tribo” de Campinas em 1994, participou de um CD coletânea do Marcel Plasse com bandas alternativas do rock nacional e emplacou nas rádios Pop Rock e Ipanema FM (e na Nova Record FM, em Sampa) o hit “Renew”.
Rubis participou da banda Hexa, um duo de música eletrônica que fez as primeiras raves in-door aqui na cidade.
Na onda das festas open-air do psytrance, Rubis tocou nas principais raves do RS, a partir de 2005.
E a onda agora é a zen-music do chill out de RubisChill. Perguntado “onde vamos parar?”, Rubis responde: “Não vamos parar. Vamos Além!!!”

Diamond Sutra – nova música de Rubis

Dissolver o Ego


Reflexoes na Lua Cheia de ontem…

RubisChill LIVE at Psywalker 11/11/11 11:11 PM


Apresentação de Vicente Rubino com seu projeto de chill out RubisChill na festa PsyWalker 11/11/11, em Porto Alegre/RS Brasil no dia 11 de Novembro de 2011.
A apresentação começou às 11:11 PM, após uma concentração ao som da Crystall Bow. Durante uma hora e meia Rubino criou seu som eletrônico e etéreo utilizando um Ipad rodando ANIMOOG e dois iPhones usando vários Apps musicais, comandados pelo AbletonLive rodando num MacBook, disparando clips via um Launchpad.
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