Valores na bolsa

Maldita bolsa de valores…

Lembrei me de Marshall Berman, lendo o noticiário econômico de hoje: todos pensando que a economia era algo sólido, mas…

Eu sei que vivemos num mundo fake. Sei, não porque eu creio nos mestres que me aparecem, sei porque eu sinto.

Não tem sentido real acreditar no mercado financeiro, como é possível uma empresa perder assim bilhões num dia. A dúvida que fica é: realmente ela tinha? Tinha o quê?

Tudo hoje é virtual. Você aperta um pedaço de vidro (teu smartphone) e manda um bitcoin para a China. O banco te desconta quanto ele quer de juros do cheque especial e você não tem nenhum controle.

De repente alguém ganha na loteria e sua conta se enche de zeros… Zeros à direita, que é o lado bom para os zeros e para outras coisas também.

Daí vem enchente, doença, falcatrua na empresa, sei lá e você perde tudo.

Ou aparece um vírus e a economia mundial trava. A maldita bolsa leva em um dia tudo o que você capitalizou em vários anos.

Não se pode nem mais ir e vir, veja os italianos. Mamma Mia!

Tudo é virtual. Coisas que você não vê decidem o que te acontece.

Mas, porém, contudo, todavia, quem decide o que se faz com o que te acontece, ainda é você. Repete.

Saber que tudo é virtual e que estamos num “fake world”, pode nos deixar mais tranquilos. Basta termos a certeza de duas coisas: onde queremos  ir e que o “uber divino” está na direção disso tudo.

Agora, se não sabes onde queres ir ou se não confiar no “motorista”, assim como disse Berman, mesmo se pensando ser sólido, se desmanchará no ar. 

Criação de Riqueza

“Democracia, o Deus que falhou” de Hans-Hermann Hoppe

“A riqueza pode ser criada ou aumentada somente através de três maneiras: (1) por meio da percepção de determinados bens naturais (ofertados pela natureza) como bens escassos e da apropriação ativa desses bens antes que alguém já o tenha feito (homesteading); (2) por meio da produção de bens com o auxílio do trabalho e com o uso de tais recursos originalmente apropriados; ou (3) por meio da aquisição de bens através de uma transferência voluntária e contratual com o apropriador original ou o produtor.”

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Chame o Tempo

YMCA NYC

A primeira lua cheia do ano. 1985. Um grande clarão no céu, entre os arranha céus de Manhattan. Naquela noite caiu uma forte nevasca. Fiquei preso no hostel do YMCA. Esse que ilustra o artigo. Mas estava tudo coberto pela neve alta. Impraticável transitar na cidade. O sal grosso colocado as calçadas para derreter a neve não era suficiente.  Tive que passar a noite lá.

Agora, você que lê esse artigo, se viu aquela lua, não se lembra. Apenas imagina como foi. Assim como muitas outras coisas.  Essa é a verdade do Tempo, mas o atraso não importa na eternidade.

O problema é quando se acredita que está no tempo.

Não pertencemos ao tempo, pertencemos à eternidade, e lá, tá tudo certo.

#rubiswriter #ymca #ymcanyc #1985 #fullmoon #swedishwomen

Quantize

Agora todo mundo é “quântico”, saem colapsando a função da onda por todos os lados, mas a Verdade é que não sabem porra nenhuma da função da onda (Schrödinger que os perdoem).

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Assisti um filme que no futuro nos EUA todos eram idiotas e ficavam repetindo que beber determinado líquido era bom porque tinha “eletrólitos”, e faziam um sinal de mão, como num même. Essa minha crítica aos gurus de auto-ajuda quânticos tem muito a ver com isso.

A defesa deles é que tem-se que simplificar os conceitos para falar com as massas. Tá, Jesus usava parábolas e mesmo assim, tem interpretação para tudo o que ele diz de todas as formas que se queira entendê-lo, ou não.

Então chego no ponto: TEM COISAS QUE NÃO DÁ PARA SIMPLIFICAR, PARABOLIZAR, METAFORIZAR. A Equação de Schrödinger tem derivadas e cálculos matriciais e alguém só vai entendê-la ser já tiver passado por estes conceitos.

TEM COISAS QUE NÃO DÁ PARA SIMPLIFICAR, sinto muito.

Se você chegou até aqui, acompanhando, agora vem o que não dá para simplificar, e o motivo de todo esse preâmbulo:

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“O teu relacionamento com o teu irmão foi desenraizado do mundo das sombras e seu propósito não santo foi transportado com segurança através das barreiras da culpa, lavado com o perdão, e depositado radiante no mundo da luz, onde foi firmemente enraizado.

De lá ele te chama para que sigas o curso que ele tomou, sendo elevado muito acima das trevas e gentilmente colocado diante das portas do Céu.

O instante santo no qual tu e teu irmão foram unidos não é senão o mensageiro do amor, enviado de além do perdão para lembrar-vos de tudo o que está além.

No entanto, é através do perdão que tudo isso será lembrado.

E quando a memória de Deus tiver vindo a ti no lugar santo do perdão, não te lembrarás de nenhuma outra coisa, e a memória será tão inútil quanto o aprendizado, pois o teu único propósito será criar.

Entretanto, não podes ter o conhecimento disso enquanto todas as percepções não forem limpas e purificadas, e finalmente removidas para sempre.

O perdão apenas remove o que não é verdadeiro, erguendo as sombras do mundo e carregando-o são e salvo dentro da sua gentileza, para o mundo resplandecente da percepção nova e limpa.

Lá está o teu propósito agora.

E é lá que a paz te espera.”

(from “Um Curso em Milagres” by Dr. Helen Schucman)

Sampler

O sampler é o instrumento musical mais criativo, versátil e poderoso que existe.

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O Roland S-770 (e seu irmão S-750) foram o ápice da tecnologia na época (década de 90). A interface com monitor e mouse, como nos computadores “do futuro” era pioneira na categoria.
Eu levei um desses para tocar no Porto de Elis, e me lembro do efeito da fumaça de gelo seco no palco refletindo a luminosidade do monitor do sampler…
E também toquei com esse sampler no Hollywood Rock, no estádio do Morumbi e na praça da Apoteose. E foi assim mesmo: apoteótico… Sons sampleados de vidraças estourando, panelas caindo no mármore, gritos, explosões nucleares… Tudo disparado a partir de uma bateria Roland Octopad. Mas aí já é outra estória…
Sou grato e tenho alegria por ser precursor na tecnologia musical. Certamente não o primeiro, mas surfando na mesma onda dos que remaram forte e descobriram a praia perfeita da tecnologia musical e da muzika Avanzada… 

 

#rolands770 #roland#750 #rolandsampler #hollywoodrock #muzicaavanzada

Eu, femismo?

Eu curto prosopopeias, utilizo metáforas, abuso de ironias, as vezes exagero nas hipérboles (desculpe a redundância), faço uso de antíteses, de oximoros e eventualmente de paradoxos para realçar pontos de vista, mas nunca, jamais, ever, ensaboo-me nos eufemismos.

Resignação

De todas as coisas do mundo
São poucas as que posso alcançar.
Porque não se pode ter de tudo
Mesmo que tudo possa se dar.

Isso abre para a consciência
Da humildade de um co-criador.
Pois só o Todo que tem a ciência
Da beleza e perfume da flor

Todos atos aqui praticados
Servem como experimentação
E para conviver com os errados

Devemos ter resignação
E mudar que deve ser mudado
Para nossa própria evolução.