Tempo Natural

O Tempo Natural não é aquele do relógio, é o tempo do passarinho e de toda natureza.

Hoje começamos mais um ciclo, da Primavera.

E com ela, o Equinócio.

Equinócio NÃO é o dia que a duração do dia e da noite são iguais, como dizem lá e acolá. Aqui se explica que o equinócio é o dia exato que o Sol, o Grande Disco de Athon, nasce EXATAMENTE no ponto cardeal LESTE. A Luz que Vem do Leste…

O dia que a duração foi igual a da noite aconteceu dia 18/09 (em Porto Alegre…) e não hoje!

O Tempo Natural nos leva a viver o dia de forma harmônica com o ciclo solar, e isso depende também de nosso posicionamento no Globo.

Cada localidade tem seu tempo natural.

Eu a partir de ontem, sincronize com o TN (Tempo Natural), graças à tecnologia.Minha Alexa acende gradualmente a luminária RGB da minha cabeceira, variando a luz nos tons e intensidades para simular a luz da alvorada.

Acordo naturalmente com o sol.

O dia e a noite são divididos em quartos. Tem quarto para cuidar do físico e do espirito (o primeiro do dia), quartos do trabalho, quartos do relax, Hobbie e estudos, quartos do zzz 😴.

A duração do quarto varia a cada dia conforme a duração do dia e da noite e o início de cada quarto varia em função do raiar do sol na localidade. Isso é calculado através de um APP em Python que eu estou desenvolvendo.

Não é um tempo para sincronizar com o “outro” , é um tempo para sincronia contigo e com teus objetivos.

Além do TN, é importante também a sincronização com o Tempo Lunar, mas aí o Síncronário da Paz (Calendário Maia) já desenvolveu as bases dessa sincronicidade.

O Tempo Natural nos torna mais plenos em todos aspectos da existência.

#expandindoaconsciencia

#vamosalém

#rubiszen

#temponatural

O que é, o que é: incondicional, ilimitado e não faz exigências

 – Vocês não entendem o que é o Amor!

– E o que é?

– É aquilo que é incondicional, ilimitado e não faz exigências.

Porque é incondicional, não exige nada para se expressar. Não pede nada em troca. Não conhece retaliações, ou represália.

Porque é ilimitado, não impõe limitações ao outro. Não conhece fim, mas continua para sempre. Não experimenta limites ou barreiras.

Porque Não faz exigências, não tenta se apossar de nada que não seja dado livremente, não procura manter nada que não deseje ser mantido. Não procura dar nada que não seja alegremente acolhido.

E é livre. O Amor é aquilo que é livre. Pois a liberdade é a essência do que Deus é, e o Amor, é Deus, expressado.

– Essa é a definição mais bonita que já ouvi.

– Se as pessoas entendessem e vivessem de acordo com ela, tudo mudaria.

(Uma Amizade com Deus – Um Diálogo Incomum – Neale Donald Walsch)

Q.F.L.R.

dat-robinEssa é uma fita de áudio digital (DAT), tecnologia dos anos 90. Assim que se gravava as versões finais das músicas (fita Master) nos estúdios.
E esse DAT em especial foi obtido com o produtor @dudumarote com as masters da banda QFLR ou QUE FIM LEVOU ROBIN.
Lembro-me da apresentação do QFLR em Porto Alegre, numa danceteria que existiu na Nilo, e o incrível after que rolou depois no Ocidente.
A banda, produzida pelo irmão Dudu Marote, era idealizada e liderada por um DJ que além de discotecar, dançava e cantava. O incrível e talentoso Mauro Borges. Ao vivo se apresentavam com uma banda que além de Mauro, duas backing vocals (entre elas a Bebete Indarte), tinha o Marote nos teclados e um super batera chamado James (? seria esse mesmo o nome dele?).
Em minhas idas para Sampa na época tive a sorte de conhecer o clube MASSIVO, onde Mauro discoteca. Fui depois também na NATION, sempre acompanhado pelo Marote.
Dizem que o QFLR foi a primeira banda de dance nacional, porém o HEXA gravou com o Marote antes. Mas como era em inglês e nunca foi lançado, os méritos ficam mesmo para o Robin.
#mauroborges nos deixou há dois anos (no dia de ontem). Aqui não tem (mais) Channel,… Fica a reverência pelo início da cena e pelo talento do cara.

FICA EM CASA

Fica em Casa, eles dizem,
Fica em Casa, lhe convêm!
Mas os fatos, contradizem
Que o lockout é do bem.
 
Quarentena mandatória
é anticonstitucional.
Eu defendi a vitória
do modelo vertical.
 
A conta do ataúde
Querem ao justo creditar!
Deixo aqui minha Verdade:
 
Quero Emprego e Saúde
E sem casa, não ficar.
Salve a nossa Liberdade!
(Soneto heptassilábico)

Mídia Conservadora

Mesmo em quarentena, o tempo está curto para tanta informação.
São os novos tempos, livres da televisão, da mídia raivosa (que perdeu a verba governamental). Viva a (in)formação.

Aqui você vê sorriso sem soberba, comentário sem ironia, e principalmente notícia sobre FATOS não sobre opinião.

Agora, você pode continuar vendo a cara de cu da Vera Magalhães, o esnobe do Bonner ou a bicha má do Reinaldo Azevedo. Pode sim.

O Conservadorismo não é Radicalização, pelo contrário, é a defesa do bom sentido, do senso bom. Não é a patrulha da hipersensibilidade do politicamente correto, da engenharia social do progressismo abastecido por George Soros, que é a ilusão de quem se acha moderno.

O que presta se conserva, o que tá podre, joga fora.

Assista Terça Livre.

Alexandre Garcia.

Caio Coppola

E Lacombe.

“Abra sua mente, gay também é o gente, baiano fala óxente, e come vatapá” (Mamonas).

Formadores de opinião

…Um dos elementos básicos da educação é o aprendizado de comportamentos verbais que nos identifiquem com os grupos sociais cuja aprovação necessitamos. É todo um processo complexo e trabalhoso de mimetização de sentimentos, hábitos, cacoetes, preconceitos e manias que nos libertam do angustiante isolamento corporal a que nos condenou a natureza das coisas e nos dão a impressão de que somos “alguém”, pelo menos aos olhos dos outros, dos quais assim obtemos uma reconfortante confirmação da nossa existência e até, nos casos mais felizes, da nossa importância.

Completado esse treinamento, alguns indivíduos passam à etapa seguinte, que é a aquisição da alta cultura. Aí já não se trata mais de obter a aprovação dos nossos contemporâneos, mas de dialogar com os grandes homens de outros tempos e lugares, que não nos julgam pela nossa subserviência a um meio social determinado, e sim pela nossa fidelidade a valores e critérios que não são de nenhuma época, constituindo antes a condição da possibilidade de um salto entre as épocas. Esse aprendizado vai, fatalmente, na direção oposta à do anterior. Quando você já não busca a aprovação de qualquer meio social presente, mas de Aristóteles, de Dante, de Sto. Tomás, de Shakespeare e de Leibniz, você sabe que dela não resultará provavelmente nenhum benefício exterior, mas apenas a aquisição daquela consistência íntima, daquela sinceridade profunda que lhe permitirá ser de fato “alguém”, não aos olhos dos outros, mas da comunidade supratemporal do conhecimento, ainda que ao preço de tornar-se relativamente incompreensível aos contemporâneos. A partir desse momento você está habilitado a dizer como Dom Quijote: “Yo sé quien soy” – e a opinião dos circunstantes não pode afetar em nada aquilo que você apreendeu mediante vivência espiritual direta, solitária, sem mais testemunha ou interlocutor além da comunidade dos sábios mortos. Quando Santo Tomás de Aquino recomendava “Tem sempre diante de ti o olhar dos mestres”, ele sabia o quanto a integração da alma no diálogo supratemporal pode custar em solidão de espírito, mas também sabia que essa solidão é o único terreno onde germina o desejo de conhecer a Deus (a não ser, é claro, que o próprio Deus decida falar com você por outros meios).

A sanidade de qualquer grupamento humano – um país, por exemplo – depende de que nele exista um número suficiente de pessoas dedicadas a este segundo aprendizado. É só por meio delas que a conversação contemporânea adquire um lugar e um sentido no quadro do universalmente humano, em vez de esfarelar-se numa infinidade de picuinhas que só parecem importantes na razão inversa da escala de tempo histórico em que são medidas.

Como a alta cultura desapareceu do Brasil, o uso da linguagem nos debates públicos limita-se hoje aos fins do primeiro aprendizado: as pessoas não falam ou escrevem para exprimir em palavras alguma experiência interior autêntica, mas para sentir que acertaram no tom e no estilo da platéia cuja aprovação anseiam para reforçar sua vacilante identidade pessoal com a chancela de um grupo de referência. Daí a necessidade constante, obsessiva, de ostentar bons sentimentos, entendidos como tais os sentimentos aprovados pelo grupo (e que podem, decerto, parecer desprezíveis ou abomináveis a outros grupos).

Como o grupo dominante na mídia e nas universidades, hoje em dia, é esquerdista e politicamente correto, o chamado “debate nacional” é apenas um torneio para decidir quem personifica melhor o amor sem fim às “minorias” oficialmente aprovadas como tais e o total desprezo pelas demais minorias, por exemplo os evangélicos ou os católicos tradicionalistas (os judeus são um caso espinhosamente ambíguo, obrigando as inteligências iluminadas aos contorcionismos verbais mais engenhosos para conciliar o respeito sacrossanto aos judeus mortos com o ódio visceral aos judeus vivos).

Quando, num desvario de independência pessoal, o sujeito se horroriza ante algum excesso do politicamente correto e escreve duas ou três palavras para criticá-lo, toma as mais extremas precauções para mostrar que só o faz no puro interesse dos próprios grupos visados, reintegrando portanto dialeticamente o momento de infidelidade aparente no fundo imutável da fidelidade essencial. Essas demonstrações de “divergência”, as mais extremas que o padrão nacional comporta hoje em dia, chegam até a ser aplaudidas como provas de originalidade, excelência intelectual e coragem quase suicida. O indivíduo capaz desses controladíssimos rompantes torna-se, no padrão geral vigente, a personificação mais próxima do que seria, em condições normais, o representante da alta cultura.

É isso o que, no Brasil de hoje, se chama de “formador de opinião”: um adolescente em busca de integração social, esforçando-se para imitar a linguagem e os modos de um grupo de referência, no máximo fingindo às vezes um pouco de discordância para poder ser aprovado, não como um membro qualquer entre outros, mas como um “intelectual”, talvez até como um “pensador”.

Caiam as máscaras

A máscara sem isolamento social não é suficiente.
Com isolamento social ela não é necessária.

Uma coisa para funcionar tem que ser NECESSÁRIA & SUFICIENTE.

A máscara sem isolamento social não é suficiente. Com isolamento social ela não é necessária.

Já se sabe desde 2015 (estudo científico abaixo) que máscaras de pano (mesmo as fashion e com pingentes,,,, kkk) são uma merda para a proteção.

Mas agora virou algo que leva as pessoas a serem multadas, odiadas, segregadas e o escambáu. E no dupli=pensar , ela é chamada de proteção e de ciência.

Pessoas que são pautadas pelo Globo, CNN, ElPaís (esses são os piores…kkk) e demais shows de realidade patrocinada criticaram o veto do Presidente sobre a utilização das máscaras. O entendimento delas seguiu o que esses manipuladores de opinião queriam, e não corresponde a verdade.

Vou explicar aqui, não porque quem precisa ler e entender vá ler isso e entender, pois sei que quem precisa ler, não vai ler aqui e se lesse não ia entender, faço isso só por obrigação moral e intelectual. A frase vetada que continha igrejas, lojas, etc, também continha a expressão “demais espaços fechados”, o que dá a interpretação de ser obrigatório usar máscaras dentro da tua casa e até cagando no banheiro.

Mas Rúbis, que ridículo, quem iria dar essa interpretação? Alowwww: Já está tudo de cabeça para o ar, antifa é democrático e vovó com bandeira é antidemocrático.

Ver estudo sobre máscaras de pano do US National Library of Medicine National Institutes of Health

5 ms

Para parar de reclamar é fundamental não falar sem pensar, ou, dizendo o mesmo de outra forma, é fundamental pensar antes de falar.

Tipo assim : se vai falar, pense antes. E não reclame, apenas respire fundo, abstraia, ou até brinque com a situação. Brinque mas não a ponto de ser irônico, que é a ante-Sala do chato.

Minha mãe chamava isso de “5 minutos”, só que ela dizia isso quando já estava brava e não queria perder mais a cabeça…

Então eu batizo a técnica de não falar antes de pensar, de “5 milissegundos”.

Friends will be friends

Muitas vezes nós idealizamos uma Amizade. Cremos que nossos Amigos gostam apenas do que gostamos, estão sempre ao nosso dispor e concordam com tudo que pensamos, sem nunca terem sentimentos contraditórios.

Ao idealizarmos nossos Amigos segundo nossas crenças e desejos nós nos desiludimos quando percebemos que eles não podem corresponder a esse nosso imaginário.

Isso porque podem existir diversas categorias de Amigos.

Lei

Eu acho chato, mas existe uma coisa chamada Lei. E as vezes, o mais chato ainda, é ter que cumprir a tal coisa chamada Lei.

Existem Leis óbvias e justas, Leis questionáveis, Leis abomináveis e até mesmo Leis que foram feitas, nunca foram cumpridas e tudo bem.

Estamos vendo uma gritaria geral na aplicação de algumas Leis e uma choradeira geral na mal aplicação de outras.

Deveríamos respeitar as Leis justas e as que nunca foram cumpridas, revisar as Leis questionáveis e cancelar as Leis abomináveis.

Enxugar no geral a Legislação e criar novas Leis para as lacunas existentes hoje.

Começar cumprindo e arrumando a Constituição. Lá diz que os juros tem um teto (se não me engano) de 12 por cento. Nunca foi cumprida. Lá diz que o Parlamentar tem Livre Expressão. E assim que deve ser. Está na Lei.

Lei é chato, mas é básico, em qualquer discussão.