Apenas fazendo

Just DO IT !!!
Você pensa: estou arrependido, “aprendi a lição“. E não faz nada para demonstrar isso, como se a absolvição de teus pecados passasse apenas pelo júri da tua consciência!
Você pensa: estou convencido, “é assim que funciona“. E não faz nada para colocar em prática a sua idéia, como se a realização de teus sonhos fosse se materializar em sua frente sem nenhuma ação sua, apenas pela Providência Divina!
Você pensa: estou acabado, “não tem mais jeito“. E não faz nada a não ser negar que cada momento que passa é o destino acenando com uma nova oportunidade para que o teu livre arbítrio inicie alguma coisa nova para você sair do buraco.
Você pode continuar apenas pensando tudo isso e continuar se enganando. O pior engano é enganar a si mesmo.
Ou você pode mudar tudo isso, apenas fazendo. Você pode mudar tudo isso: apenas fazendo.

Café Gourmet

Sinta o aroma... Café curto, nem pensar!!!
Faz tempo que o café vem ocupando um grande espaço em minha vida. Com a chegada da minha cafeteira DeLonghi, estou virando um expert.
Antes eu não era fã de café. Nescafé para mim estava ótimo… Não aguentava o “trabalho” de “ver” um café de pó ser passado na hora, mesmo com aquela cafeteirazinha italiana de bule que existia por aqui…
Fiquei só, e comecei a sair de noite para beber café no Muffuletta. Café Baileys. Animei-me e comprei um porta filtro com filtrinhos da Mellita. Comprei errado, pois peguei o menorzino e nem dava para dois cafezinhos e vivia entupindo. Resolvi então partir para a cafeteira super luxo especial: a máquina italiana de expresso DeLonghi.
A partir daí virei um degustador de cafés, pois tenho comprado todos os tipos e jeitos de pó:
Mellita Tradicional: Bom, forte… Sabor básico. Tem a tendência de ficar ou muito forte ou as vezes fraco na máquina de expresso, talvez por ser moido muito fininho e entupir facilmente o filtro metálico.
Descafeinado: Bom para tomar a noite e não perder o sono, mas seu sabor é bem inferior aos demais…
Mellita Forte: Melhor do que o Tradicional. Rende mais, com uma porção para 2 dá para passar tranquilamente com água para 4 e ainda fica bem encorpado.
Creme Irlandês: Meu favorito com sabor. Quase um Baileys Coffee, sem Baileys!!! E o aroma então, deixa qualquer um com água na boca. Serve para impressionar quem vem no RubiBar.
Chocolate com Trufas: Sabor estranho, não parece café. Fraco com muito gosto de chocolate. Apenas para tomar de vez em quando e não comprar mais quando acabar o pacotinho…
Cafeterie (Café do Ponto): O meu predileto até agora!!! Café super luxo especial, feito de grãos arábicos (seja lá o que isso significa…). O aroma é inacreditável, o sabor é perfeito. Ele é especial para máquinas de expresso, portanto nem compre se você não tiver uma. E falando nisso, é o café mais caro também: o dobro do preço dos demais!
Meu amigo Jones me falou que agora eu tenho que comprar uma maquininha de moer os grãos de café e eu mesmo fazer o meu “blend”, com a mistura de grãos que eu achar mais adequada ao meu paladar e com a granulometria do pó que eu desejar!!!
Vai ser difícil eu superar o Cafeterie, mas adivinhem se eu não vou tentar?!?!?!

Domingo de Sol em Porto


[ponte do Guaíba – photo by Rubis]

Combustível para o treino de hoje

tudo integral e light...
Atualização no fim do dia:
Resultados do Treino: 4 km (10 voltas) em 24’56”… Deu para perceber como o calor interfere no rendimento, pois o treino foi com sol e estava muito hot, hot, hot!

Viva a Liberação Feminina!!!

carrinho de superrepus ed ohnirrac
O tema não é novo, mas quando vivido na prática assume um significado mais forte: Viva a Liberação Feminina!!!
Ontem eu passei por uma experiência bem inusitada, a qual nunca havia vivenciado: passei a tarde (quase a tarde toda) “pilotando um carrinho de supermercado” e depois, à noite, “pilotando um fogão”.

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Hot, hot, hot

E o treino de agora há pouco foi… “hot”! Mesmo correndo de noite, a temperatura em Porto Alegre hoje estava de rachar. Devia estar mais de 30 graus às 9 horas da noite, horário do treino.
O tempo total dos 4 km (10 voltas) foi de 24’22”, um pouco pior do que o tempo do treino anterior no Iguatemi. Isso se deve principalmente por causa do calor e do ritmo mais lento que empreendi nas primeiras voltas para acompanhar os demais integrantes do VR2 Running Team.
Os batimentos cardíacos estáveis em 146bpm. E a maldita tendinite ficou quieta, pelo menos por enquanto, já que o corpo ainda não esfriou…
Realmente o treino foi hot. E nada melhor para repor as energias depois de uma noite hot dessas do que um Hot Filadélfia”. Fui…

Fim de uma jornada


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Sul do Brasil, Natal de 2001